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Atitude é Tudo

Seja mais humano e agradável com as pessoas.
Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.
Ame generosamente...
Cuide-se intensamente...
Fale com gentileza...
E, principalmente, não reclame.
Deixe o restante com Deus.

Textos mais lidos

O que existe agora na sua vida é o resultado do que você vem sentindo e pensando.

A semeadura é livre, porém, a colheita é implacável.

Vales, montanhas, estrelas e galáxias, tudo é produzido dentro da mente universal.

Há uma conexão que nos liga a tudo, é a rede da criação que acontece naturalmente.

Tudo tem início dentro de você. É um clichê bastante usado, mas não há outra regra para o processo de criar a vida que você sempre quis ter.

Existe um pequeno Eu em nosso interior. Ele pode ser seu amigo ou pior inimigo. Tudo vai depender do seu relacionamento com ele. Trate-o com carinho e paciência.

A criança possui a contradição dos opostos, é poderosa realizadora e frágil dependente do amor.

Pergunte ao seu Eu o que ele deseja. Quando ele estiver confiante para responder, você terá o maior aliado ao seu lado. Quando as feridas são curadas qualquer realização é possível.

Há quem pense que todos os seus desejos serão realizados em 15 dias, passando por cima de trinta anos de crenças destrutivas.
 O tempo é relativo para a lei da atração; vai depender de muitos fatores contidos no seu mundo interior. Porém, é uma estrada milagrosa que começa com o primeiro passo.

Muitas vezes, é como um processo de restauração de um quadro renascentista que foi desgastado pelo tempo e por crenças desarmônicas.
A consciência é nossa senha universal. É aquilo que vem elaborando nossas existências.

Permeia nossas vontades, medos, crenças e atitudes, e ainda vai muito além.
Onde estiver a sua consciência agora, estará sendo redesenhada uma realidade.

Nada é da boca pra fora. Você é o centro criador e as mensagens que você envia são as mesmas que estão elaborando a sua vida.

É por esse motivo que a sua mente está aí; para mostrar onde está o seu ponto vibracional em relação ao seu desejo.

As mensagens que você anda emitindo para os seus amigos, colegas e familiares têm uma freqüência vibracional equivalente a uma exata realidade.

Quer você ame ou odeie alguma coisa, você a estará atraindo para a sua vida.

Não existe exclusão no universo, apenas inclusão. Por isso as paralelas se multiplicam de possibilidades infinitas a cada instante.

Escolha! Mas não se preocupe.

Conforme a consciência cresce, evolui com ela, a rede de vibração pessoal. A sua linguagem interior muda!

Quando a sua atenção estiver voltada ao melhor da vida, mais sintonizado com o seu desejo você estará.

E estará vibrando um nível acima do que vibrava antes. E, cada vez menos, dará atenção para o que lhe desagrada.

Quando estamos felizes com os resultados da vida, é raro prestar atenção em nossa vibração interior.

Simplesmente vivemos e só percebemos que algo precisa mudar quando os problemas começam a surgir.

O espírito não consegue perceber quando está doente. Não vemos com facilidade nossas crenças desarmônicas, a menos que estejamos a caminho do processo de cura.

A cura vai acontecendo, passo a passo, na medida em que velhas crenças e hábitos vão sendo substituídos por uma consciência de luz, mais próxima da energia do desejo.

Há duas alternativas: Ou você culpa o destino, os outros e você mesmo pelas frustrações da vida; Ou assume o total comando pela criação do seu universo particular.

Assumir o controle vai lhe colocar diante de um caminho realizador, repleto de sinais e saltos de consciência.

Uma nova consciência não conseguirá coexistir com uma vibração impaciente ou exausta.

Você sabe quando está sintonizando com o seu desejo. O modo como você vê a vida e o outro dá um salto em direção à luz.

O espírito sorri para evidências invisíveis, porém reais.

Seus julgamentos dão lugar a uma liberdade que antes você ignorava.

Seus reclames, simplesmente, silenciam. O processo de atrair a realidade desejada é a arte de combinar elementos.

Você vai agrupando seus sentimentos com relação ao seu desejo e sintonizando a freqüência até que ela fique clara como uma imagem digital.

Você faz o convite à mudança! Você tem um desejo?

Imagine... Sinta... Acredite... É seu.

Se não fosse para ser seu, não existiria o desejo. É Deus querendo vivê-lo na pele.

Você está merecendo o mesmo tipo de relacionamento que acha que merece.

A visão que você tem de si mesmo é a mesma visão que o seu parceiro tem de você.

O tratamento que você dá e recebe do outro é o mesmo que vem dando a si mesmo.

O que você mais admira no outro? É o que você experimentará através do relacionamento.

O que mais odeia? É o que experimentará através do relacionamento.

Tudo depende do que você dá atenção! Para toda a vibração existe uma experiência equivalente.

Quais as crenças que você tem sobre dinheiro? Quanto acha que merece? Quer você se sinta pobre ou rico, os acontecimentos responderão a isso.

Tudo depende do nível de confiança ou insegurança que você está emitindo.

Qualquer experiência desagradável que você já viveu ou esteja vivendo, está aí para lhe ajudar a definir melhor o que quer conquistar!

O universo é receptivo às suas vontades.

Até mesmo as escolhas que lhe parecem erradas lhe mostram o caminho de suas mais refinadas preferências.

É impossível que alguém que se sente doente encontre a cura.

É improvável que aquele que se sente miserável, enriqueça.

É injustificável que aquele que se sinta só, encontre o amor.

Torne-se aquilo que você mais deseja.

Não existe nada que o force a ver a vida com cores cinza.

Assim como ninguém está parecendo de fato ser feio, com defeito de caráter ou comportamento incoerente.

É a sua mente que está com uma visão torta das coisas.

Uma nova e feliz realidade está pedindo para que você seja grande o suficiente para alcançá-la. O mundo é real para você de acordo com as suas expectativas.

As coisas são como você as enxerga. São os seus julgamentos que o afastam ou o aproximam da realização de um desejo. Toda conquista requer emoção e vibração.

Todos que realizaram um sonho estavam com a sintonia no mesmo nível de suas conquistas.

Ninguém é impotente diante da realidade atual.

Qualquer descontentamento que esteja sentindo é só uma condição criada por você.

Escolha três palavras que combinam com o seu desejo e relembre-as mentalmente sempre que puder.

Lembre-se: O coração é ponto de conexão, ele lhe mostrará o melhor caminho.

Faça o que tiver vontade de fazer, não há regras! O mais importante é estar focado no melhor. A existência de uma mente negativa não será maquiada ao ler inúmeros livros de auto-ajuda, ou por assistir DVD`s do mesmo gênero.

Assim como aquele que ignora o assunto - “Lei da atração”- pode estar perfeitamente alinhado com o seu desejo e conquistá-lo.

A conexão é dentro do coração! A Realização é interna! Seja otimista e confiante.

São conselhos que não vão resolver se você não estiver disposto a alterar o rumo das suas crenças e emoções.

Existe uma mensagem no mesmo nível da sua consciência esperando por você agora; se não estiver no mesmo nível, você nem a verá.

Leis imutáveis:
ü O Mundo como você o vê é o reflexo de quem você é.
ü A sua aparência física é resultado do âmago da sua consciência.
ü Você se torna aquilo que mais pensa a respeito.
ü Pela física quântica, as moléculas se alteram conforme o observador.

Seus pais, irmãos, cônjuges, amigos, colegas e o tipo de vida que leva é uma projeção concreta do que um dia foi imaginado. A consciência é a maior arquiteta do universo.

De fato, ninguém existe com vida própria; é exercida na sua frente uma encenação de vida factual para cumprir um esquema que você montou.

Tudo gira ao seu redor. Você é o centro. Conferir pouco poder a si mesmo é desperdiçar o melhor da festa. “Você é do tamanho de seus sonhos.”

Minha alegria só depende do que escolho prestar minha atenção. (Abraham-Hicks)

“Você nasceu para brincar com suas criações e modelar a sua vida como sempre sonhou. Estamos sempre elaborando novas programações. Compactue com o melhor”.

A magnetização e visualização de um desejo é um caminho a ser trilhado com prazer.
“Quando você sente o momento por inteiro está propondo que o universo o realize.” (Universo em Você – Vivian A. Weyrich)

"Tudo o que somos é resultado de nossos pensamentos." (Buddha)

"O Universo é baseado na atração. Tudo é atração. A maneira como você se sente vai lhe dizer se está vibrando perto ou longe do seu desejo. (Esther Hicks)

Você é Deus experimentando a vida! Sinta o seu desejo acontecendo agora!

Relaxe e espere os resultados de uma nova vida! As oportunidades chegarão movidas pela lei da atração. Decida o que quer!

Pesquise, admire, escreva, construa imagens. Use a imaginação. Compreensão!

As crenças improdutivas só cessam o controle quando são substituídas por novas! São elas que vão construir uma nova realidade.

Apaixone-se! Seja um idealista com suas vontades! Afinal a “coisa toda” é muito divertida. Se não for divertido, reveja suas crenças.

Permita-se! Viva a sua vida como se já tivesse conquistado o que quer. Isto se chama alinhamento vibracional.

Relaxe! Não se preocupe como conseguirá o seu objetivo! Este é um trabalho que cabe unicamente ao universo. É dentro de cada um que vive uma luz que nunca desiste.

É aí que todas as perguntas são respondidas e todos os sonhos se realizam. É essa luz que lhe mostra o melhor caminho e que faz acontecer o melhor do seu jeito.

Confie nessa conexão de amor que o move para que tudo dê certo. E tudo sempre dá, magicamente, certo!
 
Desconheço o autor




O amor não morre. Ele se cansa muitas vezes. Ele se refugia em algum recanto da alma tentando se esconder do tédio que mata os relacionamentos.
Não é preciso confundir fadiga com desamor. O amor ama. Quem ama, ama sempre. O que desaparece é a musicalidade do sentimento. A causa? O cotidiano, o fazer as mesmas coisas, o fato de não haver mais mistérios, de não haver mais como surpreender o outro. São as mesmices: mesmos carinhos, mesmas palavras, mesmas horas... o outro já sabe!
Falta magia. Falta o inesperado.
O fato de não se ter mais nada a conquistar mostra o fim do caminho. Nada mais a fazer. Muitas pessoas se acomodam e tentam se concentrar em outras coisas, atividades que muitas vezes não têm nada a ver com relacionamentos. Outras procuram aventuras. Elas querem, a todo custo, se redescobrir vivas; querem reencontrar o que julgam perdido: o prazer da paixão, o susto do coração batendo apressado diante de alguém, o sono perdido em sonhos intermináveis e desejos infindos.
Não é possível uma vida sem amor. Ou com amor adormecido.
Se você ama alguém, desperte o amor que dorme! Vez ou outra, faça algo extraordinário. Faça loucuras, compre flores, ofereça um jantar, ponha um novo perfume...
Não permita que o amor durma enquanto você está acordado sem saber o que fazer da vida. Reconquiste! Acredite: reconquistar é uma tarefa muito mais árdua do que conquistar, pois vai exigir um esforço muito maior. Mas... sabe de uma coisa? Vale a pena! Vale muito a pena!
Letícia Thompson



Ninguém muda ninguém; ninguém muda sozinho; nós mudamos nos encontros. Simples, mas profundo, preciso. É nos relacionamentos que nos transformamos. Somos transformados a partir dos encontros, desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela ideia e sentimento do outro.
Você já viu a diferença que há entre as pedras que estão na nascente de um rio, e as pedras que estão em sua foz? As pedras na nascente são toscas, pontiagudas, cheias de arestas. À medida que elas vão sendo carregadas pelo rio, sofrendo a ação da água e se atritando com as outras pedras, ao longo de muitos anos, elas vão sendo polidas, desbastadas.
Assim também agem nossos contatos humanos. Sem eles, a vida seria monótona, árida. A observação mais importante é constatar que não existem sentimentos, bons ou ruins, sem a existência do outro, sem o seu contato.
Passar pela vida sem se permitir um relacionamento próximo com o outro, é não crescer, não evoluir, não se transformar. É começar e terminar a existência com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.
Quando olho para trás, vejo que hoje carrego em meu ser várias marcas de pessoas extremamente importantes. Pessoas que, no contato com elas, me permitiram ir dando forma ao que sou, eliminando arestas, transformando-me em alguém melhor, mais suave, mais harmônico, mais integrado.
Outras, sem dúvida, com suas ações e palavras me criaram novas arestas, que precisaram ser desbastadas. Faz parte...
Reveses momentâneos servem para o crescimento. A isso chamamos experiência. Penso que existe algo mais profundo, ainda nessa análise. Começamos a jornada da vida como grandes pedras, cheias de excessos.
Os seres de grande valor, percebem que ao final da vida, foram perdendo todos os excessos que formavam suas arestas, se aproximando cada vez mais de sua essência, e ficando cada vez menores, menores, menores...
Quando finalmente aceitamos que somos pequenos, ínfimos, dada a compreensão da existência e importância do outro, e principalmente da grandeza de DEUS, é que finalmente nos tornamos grandes em valor.
Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado? Sabemos quanto se tira de excesso para chegar ao seu âmago. É lá que está o verdadeiro valor...
Pois, DEUS fez a cada um de nós com um âmago bem forte e muito parecido com o diamante bruto, constituído de muitos elementos, mas essencialmente de AMOR. DEUS deu a cada um de nós essa capacidade, a de AMAR...
Mas temos que aprender como. Para chegarmos a esse âmago, temos que nos permitir, através dos relacionamentos, ir desbastando todos os excessos que nos impedem de usá-lo, de fazê-lo brilhar.
Por muito tempo em minha vida acreditei que amar significava evitar sentimentos ruins. Não entendia que ferir e ser ferido, ter e provocar raiva, ignorar e ser ignorado faz parte da construção do aprendizado do amor.
Não compreendia que se aprende a amar sentindo todos esses sentimentos contraditórios e.os superando.
Ora, esses sentimentos simplesmente não ocorrem se não houver envolvimento... E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final: ATRITE-SE! Não existe outra forma de descobrir o AMOR. E sem ele a VIDA não tem significado.

Roberto Crema


“Sabe Senhor. Ainda não entendi,
viemos à praça, pensei ser um passeio,
estranhei, ele não tinha esse hábito,
mas vim, feliz. Aqui chegando, deu as
costas, entrou no carro, e nem disse
adeus.

…Olhei para os
lados, nem sabia o que fazer ainda tentei
seguí-lo e quase fui atropelado. O que
eu teria feito de tão mau?

À noite, quando ele chegava, eu abanava o
rabo, feliz, mesmo que ele nunca
viesse me ver no quintal. Às vezes eu latia,
mas havia estranhos no portão, e
não poderia deixá-los entrar sem avisar meu
dono.

Quem sabe foi a
mando de minha dona, por eu estar lhe dando
trabalho. Não foram as crianças:
elas me adoravam, e creio que nem sabem o que
aconteceu, devem ter-lhes dito
que eu fugi.

Como sinto saudades!
Puxavam-me a cauda, às vezes eu
ficava uma fera, mas logo éramos amigos
novamente.

Estou faminto, só
bebo água suja, meus pêlos caíram quase
todos. Nossa, como estou magro!
Sabe, Pai, aqui neste canto que arrumei para
passar a noite, faz muito frio,
o chão está molhado.

Creio que hoje vou
me encontrar aí contigo, no
céu. Meu sofrimento vai terminar, e mesmo em
espírito, vou ter permissão
para ver as crianças.

Peço-vos, então, não
mais por mim, mas pelos
meus irmãozinhos. Mande-lhes pessoas que deles tenham
compaixão. Como eu,
sozinhos não viverão mas que alguns meses na terra
do homem.

Amenize-lhes o frio, igual ao que agora eu sinto, com o
calor de atos de pessoas abençoadas.
Diminua-lhes a fome, tal qual a que
sinto, com o alimento do amor que me foi negado.

Mate-lhes a sede com
a água pura de seus ensinamentos,
transmitidos ao homem, elimine a dor das
doenças, extirpando a ignorância da terra.

Tire o sofrimento dos que
estão sendo sacrificados
em rituais, em laboratórios e tudo mais, tirando
dos humanos o gosto pelo sangue.

Ampare as cachorrinhas prenhas que
verão suas crias morrerem de
fome, frio e pestes, sem nada poderem fazer.
Abrande a tristeza dos que, como
eu, abandonados – Entre todos os males, o
que mais doeu foi esse.

Receba,
Pai, nesta noite gélida a minha alma,
pois não será mais meu sofrimento, mas dos
que ficarem, e por eles vos
peço.


Amém…”

Desconheço o autor


Aquele que cede ante ao obstáculo, que desiste diante da dificuldade, já perdeu a batalha sem a ter enfrentado.

Não raro, o obstáculo e a dificuldade são mais aparentes que reais, mais ameaçadores do que impeditivos.

Só se pode avaliar após o enfrentamento.

Ademais, cada vitória conseguida se torna aprimoramento da forma de vencer e cada derrota ensina a maneira como não se deve tentar a luta.

Essa conquista é proporcionada mediante o esforço de prosseguir sem desfalecimento e insistir após cada pequeno ou grande insucesso.

O objetivo deve ser conquistado, e para tanto, a coragem do esforço contínuo é indispensável.

Muitas vezes será necessário parar para refletir, recuar para renovar forças e avançar sempre.

É uma salutar estratégia aquela que faculta perder agora o que é de pequena monta para ganhar resultados permanentes e de valor expressivo depois.

Ninguém tem o destino do sofrimento. Ele é o resultado da ação negativa, jamais a causa.

A coincidência é a presença discreta de Deus propositadamente programada para dar certo na hora exata e nas circunstâncias ideais.

Joanna de Angelis


Desde criança, acompanham-nos os sonhos de todo tipo; daqueles que, enquanto sonhamos, significa o inatingível, o inalcançável.

Sonhos são projetos de vida, são os rascunhos de ser feliz.

Quase que invariavelmente, aquele homem que possui uma vasta coleção de miniaturas de automóveis foi o menino que se apaixonou por um carrinho visto lá atrás, no passado.

Outros meninos e meninas sonharam em voar e foram atrás do sonho.

Vieram os voos da adolescência.e a certeza de quem sempre se soube pássaro.

Um dia, alguém ouviu um instrumento e as notas lhe tocaram tão fundo a alma que, resolveu entregar sua vida à musica, ao seu instrumento ou a vários deles.

Ao receber o sorriso de uma mãe, vários bebês decidiram dançar a vida toda – talvez em busca daquele mesmo sorriso sincero que recebeu um dia.

Numa época, o teatrinho da escola fez uma atriz - que tomou para si a responsabilidade de expor as personalidades de incontáveis mulheres, vistas pelas lentes de sua capacidade de sentir ou vestir o íntimo de alguém.

Alguns, por toda sorte de motivos, não conseguiram alcançar seus objetivos e, em sendo assim, transferiram a seus filhos os próprios sonhos. E conheceram o milagre de ser feliz pela felicidade de quem se quer bem.

Nem todos os filhos tornaram-se médicos insuperáveis ou advogadas imbatíveis.

Ficou a alegria sincera de ter gerado uma esperança, como quem gerou um ser.

Alguns são felizes por verem quem amam partir e, em nome de tanto bem querer, abrem mão de si próprios com a absoluta convicção que - poder enxergar novos horizontes pelos olhos de outrem é a melhor visão do mundo.

Uma coisa é certa: praticamente todos os sonhos levam ao desejo de felicidade de nós mesmos.

Mas existem alguns seres tão puros e tão especiais que não podem ser chamados apenas de sonhadores.

São os plantadores do impossível.

Todos os que plantam, precisam da terra ou de algum meio para fazê-lo. Os plantadores do impossível não.

Não raro, são vistos como loucos visionários ou idiotas que, em espaços invisíveis – o céu talvez – plantam suas sementes.

Fazem do espaço infinito, seus campos de cultivo e poucos, muito poucos, são capazes de visualizar esses campos.

São os campos do impossível porque ninguém antes seria capaz de acreditar na ideia que pudessem existir.

Imensidões de plantas estranhas e invisíveis aos menos atentos – pelo menos enquanto são meras sementes. Templos da liberdade, nascentes de luz.

Pela obstinação, consciência e fé do cultivador eles se multiplicam quase que imperceptivelmente.

São incalculáveis glebas tomadas por sementes de esperança, compreensão, amor, perdão e visão do que há de vir.

Campos de ensinamento - são as mãos de todos os seres humanos misturando suas raízes.

São paragens de sonhos também e o que lhes diferencia é não estarem voltados para um só ser. Pertencem a todos, seguramente.

Agricultores que adubam com a paz sua terra única, regam suas plantas com lágrimas da emoção de ver alguém mais feliz. Senhores de trilhas que nos aproximam de Deus.

Plantadores do futuro - ao ensinar quem os cerca - aguardam serenos, o florescer daquilo que jamais poderá lhes pertencer como criação própria.

Meros cultivadores do improvável, do amor sem marcos de propriedade. Amor entre todos os viventes. Doação.

Semeadores de pomares e jardins que só aparecem depois de maduros e produtivos, onde qualquer um pode colher e que ninguém sabe explicar de onde surgiram.

Talvez, de um sonho impossível.

Paulo Moreira

Quando põe as maõs em seu ombro, frente a cama de seu filho e lhe diz "não se preocupe, te amo".

Quando vêm juntos o pôr do sol, e com cada amanhecer sentem renovado esse amor que nasceu com um "te amo".

Quando têm problemas econômicos, os enfrentam juntos e mesmo na adversidade lhe diz "não se preocupe, te amo".

Quando ao chegar do trabalho sente o abraço confortável e o doce beijo dessa pessoa que com um "te amo" acelera seu pulso e o seu coração bate mais depressa.

Quando na madrugada se preocupa com o filho que não chegou e na cama ao seu lado ouve uma voz que diz "não se preocupe, te amo".

Quando no momento do parto sente suas mãos e sua voz que lhe diz "te amo".

Quando vêm crescer juntos aos seus filhos e ao seu lado sente a mesma voz que durante anos lhe fez apaixonar-se com um "te amo".

Fazer amor é caminhar juntos na vida, superando os obstáculos que a vida pode presentear, é crescer juntos espiritual e intelectualmente, evolucionar unidos, fortalecer os laços em comum com esses pequenos detalhes que algumas vezes nos parecem bobos e insignificantes, mas que todavia, são tão importantes para evitar a rotina que é a mais cruel inimiga do amor.

Quando se sente triste, quando se sente feliz, quando se sente deprimido, quando está doente, quando se sente saudável e sempre sente essa pessoa ao seu lado, dizendo "te amo" e respondendo-lhe “eu te amo mais", nesses momentos você pode dizer “eu fiz amor".

Fazer amor é chegar ao final de sua vida ao lado dessa pessoa que durante anos lhe conquistou e que lhe fez sentir-se o ser mais feliz e querido sobre a terra.

Aproveite a vida fazendo muito amor...

Viva com intensidade...

Lute por seus ideais...

Busque a felicidade...

E que você encontre alguém que te diga: “Eu te amo”

Hoje e sempre!!!

Desconheço o autor

Há coisas que ninguém nos ensina; há coisas que nunca queremos aprender.

Recebemos de bom ou mau grado o que a vida nos impõe e depois nos apegamos a essas coisas, pessoas ou sentimentos como se para existirmos precisássemos deles.

Dizer adeus é como deixar um pedaço de si e se impedir de olhar pra trás.

Sim... confesso que é difícil dizer adeus, aquele sem retorno, às pessoas que amamos e aceitar isso como parte natural da vida.

É amargo aceitar o adeus dos sonhos, dos que começaram e jamais foram terminados.

Mas o que é incompreensível no ser humano é a rejeição do adeus total e definitivo às feridas e mágoas que consomem nossas entranhas.

É a dificuldade em livrar-se do passado, das manchas da alma, do que nos impede de ter uma vida normal e possivelmente feliz.

Há pessoas que guardam tudo e saem carregando nos ombros o que recolheram da vida. Isso faz com que caminhem com passos mais lentos, faz com que nunca cheguem a um lugar definido.

Para alcançarmos libertação e cura deveríamos possuir a arte de saber deixar definitivamente para trás o que nos impede de avançar.

Quem cultiva a dor, colhe a dor; quem cultiva ódio, colhe ódio; quem cultiva ressentimentos, colhe ressentimentos.

Se nosso coração é um jardim, devemos saber o que estamos plantando nele e o que estamos arrancando. Se com lágrimas regamos o mal que nos fizeram, com lágrimas colheremos o mal que nos fazemos a nós.

É preciso aprender a dizer adeus a todas as mágoas, custe o que custar, se quisermos alcançar a misericórdia prometida, a graça eterna... se quisermos ser, nem que seja um pouquinho, parecidos com Jesus.

Letícia Thompson

Precisamos do coletivo e o motorista nos conduz, tendo nas suas mãos as nossas vidas. Mas nem o olhamos.

Na repartição, aguardamos o cafezinho com quase ansiedade, desejando realizar a pausa entre as tarefas e saboreá-lo, com calma. No entanto, nos esquecemos de olhar nos olhos da funcionária que o serve, de a cumprimentar, de perguntar se está bem. Sequer lhe sabemos o nome.

Entramos no elevador, dizemos o andar que desejamos, sem desejar um bom dia ao ascensorista que passa horas, dentro daquela caixa, que sobe e desce sem parar.

Por vezes, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante. Esquecemos das pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido.

Dos que nos suportam, dos que nos oferecem o ombro amigo para chorar. Dos que ouvem as nossas lamúrias e as nossas alegrias.

Deixamos de saudar, de agradecer, de dizer algo amável, de sorrir.

E que dirá dos amigos espirituais? Nosso anjo da guarda que se desvela em cuidados?

Deus, que todos os dias, pinta quadros novos de beleza para nosso deleite? Deus, cujo amor nos sustenta, cuja misericórdia nos alcança?

Lembremos de mostrar gratidão. Um telefone, um sorriso às pessoas. Um cartão. Um email. Um mimo inesperado em invólucro delicado.

Um instante de reflexão. Uma prece. Uma oração de gratidão.

Obrigado, Senhor, por tudo que eu tenho. Por tudo que me dás, pelo pão, pelo ar. Pela paz. Por minha vida. Pela vida dos meus amores. Pelo dia de hoje.

Obrigado, Senhor!

Desconheço o autor

Não entendo porque temos de maneira geral uma natureza tão negativa, independentemente da nossa personalidade.

Se para alguns tudo é sempre bonito, tudo é bom e se o sol desaparece ele vai voltar o que quer que aconteça, para outros, os dias se seguem uns depois dos outros, apenas com horas repetidas e cenas que se sucedem, numa monotonia muda e dolorida.

E para todo mundo, as infelicidades pesam cem vezes mais que os momentos de alegria que arrebataram nosso coração.

A dor é pesada e a felicidade é leve.

As lágrimas de tristeza apagam mais rápido o que de bom aconteceu e raros são os que têm a força e coragem de dizer: “perdi, mas tive”, “choro hoje mais ontem dei gargalhadas” ou “a vida vale a pena mesmo se sigo tropeçando”.

Não creio! Não posso acreditar em 24 horas por dia e 365 dias por ano de dor infinita sem que em algum momento uma alegria tenha tocado nosso coração, nem que seja de leve. Deve existir, como todo mundo de exceções, uma infelicidade assim grande e duradoura, mas prefiro acreditar que seja realmente uma exceção e não uma fatalidade.

Conheço alguém que colheu todas as mágoas e dores possíveis reunidas em um só ano, como não acreditamos que seja possível. Mas ainda assim, não de pode dizer que a vida seja uma sucessão de coisas ruins sem dia, sem raio de sol, sem primavera e sem as estrelas que nos olham do alto.

Quem planta dores colhe dez vezes mais as mágoas espalhadas pela vida, seja hoje ou seja amanhã. Isso é o reflexo natural das coisas que se faz aqui e ali. Mas duro mesmo é ver colher lágrimas quem com lágrimas semeia o bem e o bom. Duro é ver a injustiça para os que partem cedo demais, sofrem cedo demais, que não escolheram, mas tiveram suas cabeças apontadas. Insuportável!...

Portanto, a vida não escolhe e nos curvamos. Nos apegamos desesperadamente a uma esperança futura que encontramos quando olhamos para a cruz e compreendemos que Aquele que viveu a maior injustiça foi perseguido, cravado e coroado de espinhos.

Todos os dias do ano não são ruins ao todo. Jó teve, perdeu, chorou e foi recompensado pela paciência e perseverança.

Há um amanhã que nos aguarda e acolhe a todo aquele que não desespera. Há e haverá um amanhã a todo aquele que crê. Este verá e viverá.

Desconheço o autor

Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade. Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira-lata que atendia pelo nome de Malhado.

Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou um almoço feito com sobras de comida dos mais abastados.

Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras. Serapião era conhecido como um homem bom, que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade.

Não bebia bebida alcoólica, estava sempre tranquilo, mesmo quando não havia recebido nem um pouco de comida. Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que Deus determinava, alguém lhe estendia uma porção de alimentos. Serapião agradecia com reverência e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava.

Tudo que ganhava, dava primeiro para o Malhado, que, paciente, comia e ficava a esperar por mais um pouco. Não tinham onde dormir; onde anoiteciam, lá dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte e, ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte.

Aquela figura me deixava sempre pensativo, pois eu não entendia aquela vida vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um futuro promissor.

Certo dia, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas, fui bater um papo com o velho Serapião. Iniciei a conversa falando do Malhado, perguntei pela idade dele, o que Serapião, não sabia. Dizia não ter ideia, pois se encontraram um certo dia quando ambos andavam pelas ruas e falou:

- Nossa amizade começou com um pedaço de pão. Ele parecia estar faminto e eu lhe ofereci um pouco do meu almoço; e ele agradeceu, abanando o rabo. Daí, não me largou mais. Ele me ajuda muito e eu retribuo essa ajuda sempre que posso.

Curioso perguntei: - Como vocês se ajudam?

- Ele me vigia quando estou dormindo; ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Também quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode.

Continuando a conversa, perguntei: - Serapião, você tem algum desejo na vida?

- Sim, respondeu ele - tenho vontade de comer um cachorro quente, daqueles que a Zezé vende ali na esquina.

- Só isso? Indaguei.

- É, no momento é só isso que eu desejo.

- Pois bem, vou satisfazer agora esse grande desejo.

Saí e comprei um cachorro quente para o mendigo. Voltei e lhe entreguei. Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e em seguida tirou a salsicha, deu para o Malhado, e comeu o pão com os temperos.

Não entendi aquele gesto do mendigo, pois imaginava ser a salsicha o melhor pedaço. Não me contive e perguntei, intrigado: - Por que você deu para ao Malhado, logo a salsicha?

Ele com a boca cheia respondeu: - Para o melhor amigo, o melhor pedaço! E continuou comendo, alegre e satisfeito.

Despedi-me do Serapião, passei a mão na cabeça do Malhado e sai pensando. Aprendi como é bom ter amigos. Pessoas em que possamos confiar. Por outro lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação de ser reconhecido como tal.

Jamais esquecerei a sabedoria daquele eremita: "PARA O MELHOR AMIGO O MELHOR PEDAÇO"

Desconheço o autor


Conta a velha lenda que um rei muito poderoso ao enfrentar um outro rei tão poderoso quanto ele, quase perdeu tudo.

Foram anos de batalhas onde muitos soldados perderam a vida, e muito ouro foi consumido.

A guerra só acabou com a morte do rei inimigo, mas custou muito caro ao vencedor, que sentiu o peso da miséria na sua própria vida.

Foram necessários alguns anos para que o rei conseguisse de novo acumular fortuna, com muito trabalho nos campos e a conquista de outros lugares.

Assim, meditando na sorte e no azar, na riqueza e na pobreza, o rei chamou seus sábios consultores e pediu que eles definissem em uma única frase esses dois momentos tão opostos, e que desse força para que ele superasse a falta de recursos, os problemas e dificuldades, e quando na riqueza não esquecesse dos mais pobres, das dificuldades do povo que ele comandava.

Essa frase vencedora, daria honras e glórias ao seu criador e seria escrita na bandeira daquele reino, e seria inserida no brasão real do rei, por isso os gênios de todos os cantos mandavam sugestões, enviando frases que mais pareciam histórias.

Um dia, o rei em um dos seus passeios pelos arredores do seu reinado teve sede e parou perto de um casebre na estrada e um dos seus soldados bateu palmas.

Um senhor bem sorridente o atendeu e logo trouxe água para o rei em uma caneca simples mas muito limpa, o que impressionou o rei, que também ficou impressionado com a pureza e o frescor da água.

Curioso, o rei desceu e resolveu entrar no casebre e se surpreendeu com a paz do ambiente, com a limpeza e as pequenas flores em cada canto daquele cômodo humilde.

O rei então perguntou ao camponês como ele conseguia ser feliz naquele lugar tão longe de tudo e vivendo em tamanha simplicidade.

O camponês contou que no passado tivera bens e posses, era alfaiate e tinha uma grande freguesia, chegou a ter muito dinheiro, mas perdeu tudo com o ataque de um rei muito poderoso naquela região e ele teve que mendigar pelas ruas para comer.

Andou muito, conheceu muitas vidas e muitas realidades, até encontrar esse lugar que hoje ele chama de "pedacinho do céu", e mostrou ao rei uma tabuleta onde ele mandou gravar a frase da sua vida, para que ele se lembrasse sempre, na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença, na pobreza ou na riqueza que ele podia superar tudo, desde que se lembrasse dessa verdade escrita na tabuleta.

Lá estava a frase que o rei tanto buscava, lá estava escrito em apenas uma linha toda a filosofia que seus sábios não souberam explicar, lá estava escrito: "Tudo passa!"

Desconheço o autor

"Não importa o que você pedir, é apenas uma visão microscópica daquilo que deus deseja lhe dar."

Você já se perguntou por que a estrada tem curvas? Por que é que todas as estradas não são retas? Por que é que as ruas da cidade sobem, descem, e dobram esquinas?

As curvas da estrada nos dão a oportunidade de ir vendo um pouquinho de cada vez. À medida que vamos avançando, ganhando terreno, um pouco mais nos é revelado.

É assim que a vida funciona. Ela vai lhe dando aquilo com que você consegue lidar em pequenas doses, mesmo quando você acha que aguentaria mais.

Isso é o que chamamos de graça de Deus. Onde quer que você se encontre, é exatamente onde precisa estar. Mesmo quando você queria estar em outro lugar, em circunstâncias diferentes, a vida sabe que você provavelmente não conseguiria lidar com a outra situação.

Deepak Chopra escreveu: "Sejam quais forem os relacionamentos que você atraiu para dentro de sua vida, numa determinada época, eles são os relacionamentos de que você precisava naquele momento."

Quando você estiver preparada para fazer uma coisa nova, de uma maneira nova, você fará, com pessoas novas. Há gente à espera da pessoa na qual você está se transformando. É provável que você ainda não esteja pronto para conhecê-las.

A cada momento específico, cada um de nós está passando pelo processo de ser e de se tornar. Estamos aprendendo o máximo que podemos.

A estrada tem curvas e estamos sendo preparados para lidar com o que nos aguarda a cada curva.

Obrigada , meus Deus, por ter feito as curvas da estrada! Obrigada por nos amar o suficiente para nos dar apenas aquilo com que conseguimos lidar no momento em que acontece! Obrigada, meu Deus, por permitir que o curso do processo da vida seja lento e suave.

"Deus quer o melhor para você e só Deus sabe o que é melhor para você."

(Da autora: Iyanla Vanzant , livro: "Um dia minha alma se abriu por inteiro")

Conta-se que um dia um samurai, grande e forte, conhecido pela sua índole violenta foi procurar um sábio monge em busca de respostas para suas dúvidas.

- Monge, disse o samurai com desejo sincero de aprender, ensina-me sobre o céu e o inferno.

O monge, de pequena estatura e muito franzino, olhou para o bravo guerreiro e,simulando desprezo, lhe disse:

- Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, você está imundo. Seu mau cheiro é insuportável.

- Ademais, a lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha para a sua classe.

O samurai ficou enfurecido. O sangue lhe subiu ao rosto e ele não conseguiu dizer nenhuma palavra, tamanha era sua raiva. Empunhou a espada,ergueu-a sobre a cabeça e se preparou para decapitar o monge.

- "Aí começa o inferno", disse-lhe o sábio mansamente.

O samurai ficou imóvel. A sabedoria daquele pequeno homem o impressionara. Afinal, arriscou a própria vida para lhe ensinar sobre o inferno.

O bravo guerreiro abaixou lentamente a espada e agradeceu ao monge pelo valioso ensinamento.

O velho sábio continuou em silêncio.

Passado algum tempo o samurai, já com a intimidade pacificada, pediu humildemente ao monge que lhe perdoasse o gesto infeliz.

Percebendo que seu pedido era sincero, o monge lhe falou:

- "Aí começa o céu".

Para nós, resta a importante lição sobre o céu e o inferno que podemos construir na própria intimidade. Tanto o céu quanto o inferno, são estados de alma que nós próprios elegemos no nosso dia-a-dia.

A cada instante somos convidados a tomar decisões que definirão o início do céu ou o começo do inferno.

É como se todos fôssemos portadores de uma caixa invisível, onde houvesse ferramentas e materiais de primeiros socorros.

Diante de uma situação inesperada, podemos abri-la e lançar mão de qualquer objeto do seu interior.

Assim, quando alguém nos ofende, podemos erguer o martelo da ira ou usar o bálsamo da tolerância.

Visitados pela calúnia, podemos usar o machado do revide ou a gaze da autoconfiança.

Quando injúria bater em nossa porta, podemos usar o aguilhão da vingança ou o óleo do perdão.

Diante da enfermidade inesperada, podemos lançar mão do ácido dissolvente da revolta ou empunhar o escudo da fé.

Ante a partida de um ente caro, nos braços da morte inevitável, podemos optar pelo punhal do desespero ou pela chave da aceitação.

Enfim, surpreendidos pelas mais diversas e infelizes situações, poderemos sempre optar por abrir abismos de incompreensão ou estender a ponte do diálogo que nos possibilite uma solução feliz.

A decisão depende sempre de nós mesmos. Somente da nossa vontade dependerá o nosso estado íntimo.

Portanto, criar céus ou infernos, portas lá dentro da nossa alma, é algo que ninguém poderá fazer por nós.

Sua vontade é soberana.

Sua intimidade é um santuário do qual só você possui a chave.

Preservá-la das investidas das sombras e abri-la para que o sol possa iluminá-la só depende de você.

Pense nisso!


Desconheço o autor



Saudade é reviver cada momento, sentir as mesmas emoções sem cogitar que tudo se passou há tanto tempo.
Saudade é acordar de manhã e ter para o ente amado, o primeiro pensamento e os demais, que vão invadindo a mente pelo resto do dia.

Saudade é envidar todos os esforços para esquecer, sem contudo, perder a mania de retornar os restos tangíveis que permaneceram, com os olhos marejados e descobrir que estes ‘restos tangíveis’ estão vivos e são ainda o nosso maior e melhor legado.

Saudade é ter a impressão de que nada aconteceu, que ele não partiu, não traiu ou morreu e que, a qualquer momento, não importa se daqui ou além, se nesta ou em outra vida, retomaremos o trajeto interrompido pelo veres inesperado e estaremos de novo caminhando lado a lado!

Desconheço o autor


Por onde quer que pisemos, nossos sinais são deixados; com eles caminharemos, porque são nossos legados. Todos deixamos sinais, alguns pouco lembrados; quando estes forem do mal, que sejam logo apagados.

Alguém que deixe sua marca como sendo registrada, por certo não lha desmarca; será sua marca sagrada.

O tempo envia os sinais do próprio tempo chegado; para as comoções gerais, ninguém será vacinado.

Juntemos nossas pegadas àquelas do Bom Pastor, como ovelhas agarradas na Lei Sublime do Amor.

Há um sinal inapagável dEle que aqui transitou; do amigo incomparável, na hora da suprema dor!

O céu se fez borrascoso, foi sinal do injustiçado; o ato foi tão vergonhoso: um Santo crucificado!

Bendito esse Astro Sagrado, que não desdenhou sua cruz; foi mártir, sem ter pecado: Mestre dos mestres – JESUS!

Por onde quer que pisemos, nossos sinais são deixados; com eles caminharemos, porque são nossos legados. Todos deixamos sinais, alguns pouco lembrados; quando estes forem do mal, que sejam logo apagados.

Alguém que deixe sua marca como sendo registrada, por certo não lha desmarca; será sua marca sagrada.

O tempo envia os sinais do próprio tempo chegado; para as comoções gerais, ninguém será vacinado.

Juntemos nossas pegadas àquelas do Bom Pastor, como ovelhas agarradas na Lei Sublime do Amor.

Há um sinal inapagável dEle que aqui transitou; do amigo incomparável, na hora da suprema dor!

O céu se fez borrascoso, foi sinal do injustiçado; o ato foi tão vergonhoso: um Santo crucificado!

Bendito esse Astro Sagrado, que não desdenhou sua cruz; foi mártir, sem ter pecado: Mestre dos mestres – JESUS!

Desconheço o autor

Como saber por onde anda a minha Alma, se estou sempre com pressa e presa a tantos compromissos?

Somos seres que vivemos inebriados pela ação, intoxicados pelo tempo, preenchido em constante atividade, pressão, agitação...

Parar e pensar em Alma???

Tá louco???

Onde poderia me levar momentos de passividade e quietude com tanta coisa que tenho para pensar, fazer, resolver?

Exatamente ao encontro de nossa Alma.

O silêncio depois do barulho, a reflexão depois do movimento, a paz depois da agitação é altamente importante, vital e benéfica.

Quem de nós realiza serenamente a maioria de nossas tarefas?

Estamos fazendo aqui, pensando no que faremos ali, daqui há uma hora, logo mais, o dia seguinte, a semana que vem...

Ufa!!! Quem agüenta?

Oprimidos pela realidade do tempo, não percebemos a vida, por debaixo da vida.

Preocupados em nos servir da autocultura intelectual desprezamos a vida contemplativa e espiritual, como se a primeira nos bastasse.

Sim, é claro que agrada a mentalidade materialista, que ainda vê as experiências espirituais como desperdício de tempo.

Ainda alguns relegam devotos da passividade, ao asilo da esquisitice, do embuste, da insanidade mental.

Pois é exatamente neste asilo da quietude que nos encontramos com a nossa verdadeira face.

Onde somos apresentados ao nosso maior companheiro de jornada. Aquele que nos dá o alimento espiritual, a paz e as respostas às nossas indagações.

PADRE FÁBIO DE MELO TECE COMENTÁRIOS SOBRE CHICO XAVIER

Assisti a entrevista que o Padre Fábio de Melo concedeu à jornalista Marília Gabriela no canal SBT - Sistema Brasileiro de Televisão no último domingo, 20/06/2010.

Entre os inúmeros assuntos abordados, ele narrou um pitoresco fato envolvendo uma fiel que o procurou para falar acerca de um problema grave.

A beata estava preocupada com a repercussão do centenário de nascimento do médium Chico Xavier.

Filmes, reportagens e matérias pertinentes à vida do mineiro de Pedro Leopoldo, na opinião da senhora, exercem perniciosa influência na sociedade.

O padre Fábio de Melo tranqüilizou-a, afirmando:

- Por que levantarmos vozes contra Chico Xavier, uma figura que exemplificou o amor, sensível e que dedicou toda sua vida ao semelhante? Não há razão para isso. Embora eu não seja reencarnacionista, admiro o cidadão Chico Xavier, sua sensibilidade...

Admirável a resposta do padre!

O fato de discordar de Chico torna o seu posicionamento ainda mais notável. Fácil admirar quem compartilha nossos ideais. Difícil, no entanto, olhar com generosidade e valorizar aqueles cujo pensamento diverge do nosso.

Padre Fábio de Melo deixou de lado o rótulo e mergulhou na essência: os exemplos de Chico, um homem Cândido.

A religião que professamos é apenas o rótulo, a essência são nossas atitudes. E negar a grandeza do coração de Chico Xavier é "tapar o sol com a peneira". Aliás, não apenas de Chico, mas de tantos outros missionários da bondade.

Quem em sã consciência pode tecer comentários maldosos do evangélico Martin Luther King ou de Madre Tereza de Calcutá? Impossível, são criaturas que deixaram contribuições marcantes no campo do amor e do idealismo, independentemente de suas religiões.

Não compreendo como há gente que se nega a valorizar as boas atitudes dos outros porque professam a religião A ou B. Trata-se de uma bobagem monumental, parece coisa de criança mimada. Aliás, muitas vezes nem entre confrades existe essa valorização. Uma pena!

Diferente agiu o padre: mesmo discordando dos princípios da crença de nosso Chico ele afirmou admirar o cidadão Chico Xavier. Quebrou o paradigma, olhou além das diferenças e proporcionou singular lição àquela senhora que alimentava deliberadamente o preconceito.

Com sua postura íntegra o Padre Fábio de Melo ganhou um novo admirador. Não poderia, portanto, deixar de registrar a digna atitude do sacerdote a fim de que sigamos seu exemplo de valorizar o trabalho alheio.

A realidade se esquiva em busca de uma simples posse, nas conquistas materiais, no ter, e ter e ter ainda mais, e nos distancia cada vez mais desse encontro profundo da divindade do nosso EU.

Somos pobres peregrinos, desperdiçando nossa preciosa existência nesta vida, perseguindo um poder que os olhos possam contemplar, e não nos damos conta que é através do que não tocamos, nem cheiramos, nem vemos ou ouvimos que se encontra a riqueza que buscamos.

A busca do sagrado, do profundo, do eterno...

No silêncio de nossa Alma, bebemos o elixir da sabedoria e saboreamos o néctar da verdade da vida.

Acalmar o pensamento e tentar superar a tendência excessiva ao materialismo, são passos decisivos na direção de um encontro efetivo com o nosso âmago companheiro... é por aí que anda a nossa Alma!

Silvana Giudice

Era uma tarde quente de verão, e o vendaval agitava a folhagem com violência, anunciando a tempestade que se aproximava rapidamente.

Pelas janelas abertas, um suave perfume enchia a casa. Lá fora, um espetáculo digno de nota acontecia.

Açoitados pelo vento, os pés de manjericão, alfavaca e lavanda dobravam-se e liberavam um delicioso perfume.

Era impressionante notar a maneira como as flores e folhagens respondiam aos golpes violentos do vento.

Os primeiros pingos de chuva enfeitavam as rosas abertas como se fossem diamantes líquidos.

Mas o temporal anunciado logo chegou e as gotas de chuva, agora misturadas com o vento forte, pareciam um bombardeio cruel macerando as suaves pétalas, que respondiam à agressão liberando um perfume inconfundível.

Era incrível aquela lição viva de generosidade e resignação!

Ante a violência do temporal, instintivamente as plantas se dobram para não quebrar. As plantas não pensam, não são seres racionais, mas cumprem, silenciosas e submissas, a tarefa que o Criador lhes confia, apesar das tempestades da vida.

Assim também agem algumas pessoas. São como as flores que mesmo maceradas pela enfermidade cruel, pela rudeza da vida, responde com o perfume do otimismo e da alegria.

Seres racionais que são, sabem que todas as lições que lhes chegam são oportunidades de crescimento e auto-superação.

Isso acontece com uma jovem senhora, agredida por um câncer cruel que tenta lhe roubar o corpo, minando-a aos poucos e insistentemente. Quando soube que teria que fazer quimioterapia novamente, não se desesperou. “Eu venci essa doença uma vez e vou vencê-la de novo.” Falava com fé e disposição na alma.

Trabalha como vendedora e sempre supera as metas estabelecidas pela gerência. A família preocupada com seu estado de saúde, insiste para que ela fique em casa, repousando, mas ela prefere trabalhar.

Quando faz o tratamento quimioterápico, ela passa muito mal. Mas a dor não impede de estar o dia todo com um sorriso nos lábios, distribuindo otimismo entre seus colegas.

Sempre gentil, ela dribla a doença, trabalha, confia, sofre, espera.

Uma pessoa assim é como uma flor que, mesmo açoitada pelos ventos fortes e pela violência da chuva, exala perfume e não deixa de florescer a cada primavera.

Até parece que Deus permite que pessoas assim nasçam na Terra para exemplificar a resignação, a confiança, o otimismo.

Pessoas que não se deixam desanimar, mesmo diante dos quadros mais graves e desesperadores.

O corpo sofre as agressões da doença, não há dúvida. Mas o espírito está intacto, lúcido, ofertando o perfume da gratidão a Deus pela bênção da vida. E vive intensamente.

Enquanto muitas pessoas saudáveis reclamam por coisas mínimas, faltam ao trabalho sem motivos justos, aquela mulher-flor abre suas pétalas de esperança dignificando a oportunidade de crescer que o Criador lhe concede.

Sem dúvida um exemplo incomum.

Em vez de se deixar derrotar pela enfermidade, ela luta com vigor e coragem, e, acima de tudo, com confiança plena em Deus.

Quando em algum momento, sua coragem ameaça vacilar, pensa nas pessoas que sofrem mais que ela e firma o passo outra vez, seguindo em frente.

Imitando as flores que, mesmo tendo suas pétalas rasgadas pelo granizo, não deixam de exalar perfume, também essa moça valente não permite que doença lhe roube a paz de espírito e a imensa vontade de viver.

Pense nisso, e busque viver com otimismo, por mais que a situação esteja difícil.

Desconheço o autor

Uma das mais belas qualidades humanas é a lealdade. Quanta grandeza em saber reconhecer um benefício com gestos de fidelidade.

Mas não é isso o que vemos sempre pelo mundo. Muito pelo contrário.

O mais frequente é encontrarmos por toda parte o desamor como pagamento aqueles que estendem a mão em auxílio ao próximo.

Quantas vezes vemos amizades e famílias desfeitas, boas lembranças esquecidas. Tudo em nome da deslealdade, que nada mais é do que uma forma de ingratidão.

Assim, vale a pena refletirmos sobre a natureza do que é desleal. Quem agiria assim? Quem seria capaz de pagar um benefício com uma traição? E por que razão faria isso?

Vamos responder por partes. Desleal costuma ser a maior parte da humanidade em algum momento da vida.

Dificílimo é encontrar alguém que sempre age corretamente, que pauta seus atos pela extrema correção, em todas as ocasiões.

Por outro lado, as razões que levam à deslealdade são sempre baseadas no egoísmo. O egoísta não se preocupa com o bem-estar do outro. Para ele, seus interesses vêm em primeiro lugar.

Por isso, o egoísta não se envergonha em atraiçoar aquele que lhe estendeu a mão amiga. Movido por interesses financeiros, por orgulho ou vaidade, não hesita em dar as costas para um amigo ou um ser querido.

E o que é alvo de um gesto de deslealdade – o que deve fazer?

Antes de tudo cabe não julgar. O desleal é alguém doente. Não um doente do corpo, mas um doente da alma, a quem nos cabe perdoar.

Perdoar? Sim, perdoar. Costumamos afastar de nosso dia a dia a prática do perdão. Falamos tanto em perdão e enaltecemos seu valor na hora da provação.

Mas basta que alguém nos fira, para imediatamente esquecermos tudo o que costumamos falar sobre a necessidade de perdoar o próximo. É uma conveniência.

Assim, diante da deslealdade, recordemos Jesus, que nos ensina a não resistir ao mal. É o Cristo que nos convida a pagar o mal com o bem, a oferecer a outra face, a perdoar constantemente.

O valor do perdão é maior quanto mais grave é a deslealdade. Quando o desleal é uma alma querida, a quem sempre oferecemos o melhor em termos de amizade.

Uma fórmula preciosa para esses instantes é recorrer à prece. A oração balsamiza a alma, acalma o coração, ilumina os dias. Se o coração do que é agredido está sereno, ele está liberto.

E o outro? Ah, a questão não é mais entre um e outro? A questão é entre Deus e cada um de nós. A questão é entre ele e Deus.

De nossa parte, devemos nos preocupar única e exclusivamente com a nossa consciência perante as Leis Divinas. Se estamos em paz, tudo está bem.

Isto, acredite, é também um exercício de desapego. Não contabilizar benefícios faz parte da essência da verdadeira caridade.

Se fizermos um bem a alguém, devemos fazê-lo por amor a Deus, pelo prazer de ser bom, pela alegria de ver os outros felizes.

Fazer o bem simplesmente, sem esperar recompensa, sem aguardar retribuição. Foi isso o que Jesus nos ensinou.

Desconheço o autor

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