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Atitude é Tudo

Seja mais humano e agradável com as pessoas.
Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.
Ame generosamente...
Cuide-se intensamente...
Fale com gentileza...
E, principalmente, não reclame.
Deixe o restante com Deus.

Textos mais lidos

O sol se despedia do Império Tré.
O vassalo caminhava ao lado da anciã do moinho amarelo.
Iam conversando sobre a vida.
- O que mais lhe agrada na vida, senhora?
A velhinha do moinho amarelo, olhando o ocaso,distraída, respondeu:
- O entardecer...
Surpreso, o vassalo perguntou:
- Não prefere o amanhecer? Não há coisa mais bela que o nascimento do sol,atrás das verdes colinas de Tré. Eu prefiro o amanhecer!
A anciã colocou no chão a cesta de espigas que levava em suas mãos enrugadas.
Dirigindo-se ao vassalo, com voz doce e conciliadora, disse:
- O amanhecer é belo, sim. Mas o pôr-do-sol me agrada mais.
São momentos que me fazem refletir, pensar muito...
São momentos que dizem coisas de mim mesma...
- Coisas? De ti mesma? – perguntou o vassalo.
Não sabia o que a velhinha queria dizer com aquela frase.
Antes de fechar a porta do moinho amarelo, a anciã acrescentou:
- Claro.
A vida é como um amanhecer, para um jovem como tu.
Para os anciãos, como eu, é um belo entardecer.
O que no início é bonito, ao final chega a ser plenamente belo.
Por isso prefiro o entardecer...
- Veja!
A anciã apontou sua mão para o horizonte.
O sol se ocultou e uma cálida cor rosada se estendeu por todo o Império de Tré.
E o vassalo guardou silêncio, deslumbrado ante tanta beleza.
A vida é como um instante que passa e não volta.
Começa como um fresco amanhecer, e como um sereno entardecer nos deixa.
Depende de nós que o sol de nossa vida, quando se despeça do céu chamado “história”, enfeite com lindas cores a sua despedida.
Cores que sejam bonitas recordações que guardarão de nós as pessoas que viveram ao nosso lado.





Desconheço o autor

Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso. Algum tempo depois, descobriram que o rapaz era inocente, ele foi solto, e, após muita humilhação resolveu processar seu vizinho (o caluniador).
No tribunal, o caluniador disse ao juiz:

- Comentários não causam tanto mal... e o juiz respondeu:
- Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel, depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa e amanhã volte para ouvir a sentença!
O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!
- Não posso fazer isso, meritíssimo! - respondeu o homem - o vento deve tê-los espalhados por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!
Ao que o juiz respondeu:
- Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos consertar o mal causado; se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!
Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras.
No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é, e outras que vão te odiar pelo mesmo motivo. Acostume-se...


Desconheço o autor




Quem ama não vê defeitos... quem odeia não vê qualidades e, quem é amigo, vê as duas coisas!!!

Mãe...
São três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o céu tem três letras
E nelas cabe o infinito
Para louvar a nossa mãe,
Todo bem que se disser
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer

Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do CÉU
E apenas menor que Deus!

Mário Quintana

Nós, homens, nos caracterizamos por ser o sexo forte, embora muitas vezes caiamos por debilidade.
Lembro que um dia, minha irmã chorava em nossa casa.
Com muita saudade, observei que meu pai chegou perto dela e perguntou o motivo de sua tristeza.
Escutei-os conversando por horas. Lembro-me especialmente de uma frase que meu pai lhe disse naquela conversa e que me enche de força a cada manhã.
Meu pai acariciou o rosto dela e disse:
Minha filha, apaixone-se por Um Grande Homem, e nunca mais voltará a chorar.
Depois disso, perguntei-me inúmeras vezes qual seria a fórmula exata para chegar a ser esse grande homem e não me deixar vencer pelas coisas pequenas.
Com o passar dos anos, descobri que se todos nós homens lutássemos por sermos grandes de espírito, grandes de alma e grandes de coração, o mundo seria completamente diferente!
Aprendi que um Grande Homem não é aquele que compra tudo o que deseja, porque muitos de nós compramos com presentes a afeição e o respeito daqueles que nos cercam.
Meu pai lhe dizia:
Não se apaixone por um homem que só fale de si mesmo, de seus problemas, sem preocupar-se com você. Enamore-se de um homem que se interesse por você, que conheça suas forças, suas ilusões, suas tristezas e que a ajude a superá-las.
Não creia nas palavras de um homem cujos atos dizem o oposto.
Afaste de sua vida um homem que não constrói com você um mundo melhor. Ele jamais sairá do seu lado, pois você é a sua fonte de energia.
Foge de um homem enfermo espiritual e emocionalmente. É como um câncer, matará tudo o que há em você (emocional, mental, físico, social e economicamente).
Não dê atenção a um homem que não seja capaz de expressar seus sentimentos, que não se ame saudavelmente.
Não se agarre a um homem que não seja capaz de reconhecer sua beleza interior e exterior e suas qualidades morais.
Não deixe entrar em sua vida um homem a quem tenha que adivinhar o que quer, porque não é capaz de se expressar abertamente.
Não se enamore de um homem que ao conhecê-lo, sua vida tenha se transformado em um problema a resolver e não em algo para desfrutar.
Não creia em um homem que tenha carências afetivas de infância e que trata de preenchê-las com a infidelidade, culpando-a, quando o problema não está em você, e sim nele, porque não sabe o que quer da vida, nem quais são suas prioridades.
Por que querer um homem que a abandonará se você não for como ele pretendia, ou se já não é mais útil?
Por que querer um homem que a trocará por um cabelo ou uma cor de pele diferente, ou por uns olhos claros, ou por um corpo mais esbelto?
Por que querer um homem que não saiba admirar a beleza que há em você, a verdadeira beleza - a do coração?
Quantas vezes me deixei levar pela superficialidade das coisas, deixando de lado aqueles que realmente me ofereciam sua sinceridade e integridade e dando mais importância a quem não valorizava meu esforço?
Custou-me muito compreender que GRANDE HOMEM não é aquele que chega no topo, nem o que tem mais dinheiro, casa, automóvel, nem quem vive rodeado de mulheres, nem muito menos o mais bonito.
Um grande homem é aquele ser humano transparente, que não se refugia atrás de cortinas de fumaça, é o que abre seu coração sem rejeitar a realidade, é quem admira uma mulher por seus alicerces morais e grandeza interior.
Um grande homem é o que caminha de frente, sem baixar os olhos; é aquele que não mente, embora às vezes perca por falar a verdade e sobretudo, um grande homem é o que sabe chorar sua dor sem fugir dela…
Um grande homem é o que cai e tem a suficiente força para levantar-se e seguir lutando…
Hoje minha irmã está casada e feliz, e esse Grande Homem com quem se casou, não era nem o mais popular, nem o mais solicitado pelas mulheres, nem o mais rico ou o mais bonito.
Esse Grande Homem é simplesmente aquele que nunca a fez chorar. É quem no lugar de lágrimas lhe roubou sorrisos…
Sorrisos por tudo que conquistaram juntos, pelos triunfos alcançados, por suas lindas recordações e por aquelas tristes lembranças que souberam superar, por cada alegria que repartem e pelos 3 filhos que preenchem suas vidas.
Esse Grande Homem ama tanto a minha irmã que daria o que fosse por ela sem pedir nada em troca...
Esse Grande Homem a quer pelo que ela é, por seu coração e pelo que são quando estão juntos.
Aprendamos a ser um desses Grandes Homens, para vivenciar os anos junto de uma Grande Mulher e nada nem ninguém nos poderá vencer!

Desconheço o autor

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados naquele amor, que não conseguimos ver uma luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida...
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega.
Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a 'dor-de-cotovelo' propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra.
A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate, de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente...
E só então a gente poderá amar, de novo.
Martha Medeiros

Quando eu reclamo o que não recebo, pergunte-me se sei quanto não dou.
Quando eu me lamento porque sofro, pergunte-me quantas vezes eu faço sofrer.
Quando eu acuso a ignorância, pergunte-me, se eu analiso meus próprios conhecimentos.
Quando eu condeno o erro, pergunte-me se eu sei o quanto erro.
Quando eu digo que sou amigo sincero, pergunte-me se me analiso com sinceridade.
Quando eu me queixo da penúria, pergunte-me quanto possuo mais do que outros.
Quando eu critico o mundo, pergunte-me o que faço para melhorá-lo.
Quando eu sonho com o céu, pergunte-me quanto tento extinguir o inferno.
Quando eu me digo modesto, pergunte-me se tenho orgulho de parecer humilde.
Quando eu condeno o mal, pergunte-me se tenho procurado difundir o bem.
Quando eu deploro a indiferença, pergunte-me se tenho semeado o amor.
Quando eu me aflijo com a pobreza, pergunte-me se tenho usado bem minhas riquezas.
Quando eu reclamo de espinhos, pergunte-me se tenho cultivado rosas.
Quando eu lamento as trevas, pergunte-me se tenho espalhado luz.
Quando eu me ocupo comigo mesmo, pergunte-me se tenho me preocupado com os outros.
Quando eu me sinto pequeno, pergunte-me se tenho procurado crescer.
Quando eu me queixo de solidão, pergunte-me se tenho procurado ser boa companhia.
Quando eu me revolto contra a doença, pergunte-me o que tenho feito pela saúde.
Quando eu almejo a concórdia, pergunte-me se tenho combatido a discórdia.
Quando eu me digo Seu Servo, pergunte-me se tenho servido para alguma coisa.
Quando eu receber as Suas respostas, pergunte-me o que farei quando eu ouvir minhas próprias respostas.
É preciso ter fé para falar com Deus, mas é preciso coragem para ouvir tudo que Ele tem a dizer.




Sílvia Schmidt

Ele já tinha todas as rugas do tempo quando o encontrei pela primeira vez. Queixava-se de que tinha muito a fazer. Perguntei-lhe como era possível que em sua solidão, tivesse tanto trabalho... Tenho que domar dois falcões, treinar duas águias, manter quietos dois coelhos, vigiar uma serpente, carregar um asno e dominar um leão! – disse ele. Não vejo nenhum animal perto do local onde vives. Onde eles estão? Ele então explicou: Estes animais, todos os Homens tem! Os dois falcões se lançam sobre tudo o que aparece, seja bom ou mau. Tenho que domá-los para que se fixem sobre uma boa presa. São meus olhos! As duas águias ferem e destroçam com suas garras. Tenho que treiná-las para que sejam úteis e ajudem sem ferir. São as minhas mãos! Os dois coelhos querem ir aonde lhes agrada. Fugindo dos demais e esquivando-se das dificuldades. Tenho que ensinar-lhes a ficarem quietos, mesmo que seja penoso, problemático ou desagradável. São meus pés! O mais difícil é vigiar a serpente. Apesar de estar presa numa jaula de 32 barras, mal se abre a jaula, está sempre pronta para morder e envenenar os que a rodeiam. Se não a vigio de perto, causa danos. É a minha língua! O burro é muito obstinado, não quer cumprir com suas obrigações. Alega estar cansado e se recusa a transportar a carga de cada dia. É meu corpo! Finalmente, preciso dominar o leão. Ele sempre quer ser o rei, o mais importante. É vaidoso e orgulhoso. É o meu coração!

Desconheço o autor

Nenhum vilão criado até hoje pela indústria cinematográfica pode superar as maldades cotidianas cometidas por pessoas que podem estar muito próximas a nós.
Por entendermos que a essência do Homem é boa, distraímo-nos acreditando que todas as pessoas agem baseadas na bondade. Não é sempre assim.
É fato que existem mentes perigosas, dispostas a destruir pelo prazer de destruir; ardilosas, inteligentes e completamente desvinculadas da lógica, da racionalidade, da moral e da ética.
Essas pessoas estão conosco nas ruas e no trabalho, no lar e no encontro casual em um shopping center. Elas procuram “vítimas” e, frequentemente, as encontram entre as pessoas mais frágeis, bondosas e afetivas. Elas têm predileção por pessoas que demonstram lacunas emocionais doloridas - pessoas fragilizadas que acreditam em tudo o que possa parecer uma possibilidade de curá-las dessas dores.
Na Era Cristã, já se falava daqueles que devoravam a casa das viúvas, aproveitando-se de sua solidão e carência. As coisas não mudaram, apenas sofisticaram.
Sim, há pessoas destituídas de sentimentos de compaixão, amor e empatia. E elas, por aparente ironia, são as que mais acusam as outras pessoas de serem assim. O disfarce perfeito: a mãe que não age como mãe, mas finge preocupar-se ilimitadamente com os filhos; o pai que não age como pai, não protege, não provê, não se envolve, mas chora de saudade dos filhos para os quais nunca liga ou visita; a irmã invejosa da beleza da mais nova que chantageia a mãe para tornar a outra “borralheira”; a terapeuta sexual, que sequer estuda o assunto, mas é excelente para palpitar na vida dos outros com ares de especialista, enquanto em casa possui vida íntima destruída e dedica-se a prejudicar pessoas e afastar amizades que favoreçam o crescimento do marido, que quer cativo.
Há milhares de pessoas que espancam com as mãos, outras com palavras, chefes tiranos, negociantes gananciosos e uma categoria sem fim de vilões cotidianos com os quais cruzamos nas esquinas de nossas vidas. Isso quando não passamos a dividi-las com eles.
Há quem defenda que os vilões são apaixonantes, ao menos para o delírio dos que lhes querem servir de vítimas.
O fato é que podemos estar tomando café da manhã com o inimigo, dormindo com a inimiga, trabalhando lado a lado com o traidor e até mesmo, nos tornarmos vilões de nós mesmos - sabotando nossa própria felicidade e agindo com crueldade com relação a nossa própria vida.
Há muita maldade no mundo e a maldade é ausência de amor. Todo aquele que não ama e não recebe amor corre grave perigo. Trate o mal com o bem, amando o próximo, especialmente o mais próximo, mas cuidado para não levar o inimigo para dentro de casa e de não confundir inimigos com amigos.
A patologia da maldade é perigosa, desestruturante e de consequências imprevisíveis. Se fizéssemos uma pesquisa nos manicômios sobre as origens que conduziram pessoas antes consideradas normais até aquele estado encontraríamos o egoísmo, a vaidade, o orgulho e o prazer em provocar deliberadamente a dor, na base da imensa maioria dos fenômenos a que convencionamos chamar loucura.
Todo vilão é um “louco” em potencial, com incrível capacidade de tornar-se um “louco” realizado!
Não desacredite da humanidade, tampouco ande por aí de maneira desavisada convidando vilões para jantar. Na vida real, a despeito da novela, poderá não haver ninguém da produção para salvá-lo das consequências, nenhum diretor para dizer: - “Corta!”
Vilões de verdade não param, não desistem e não obedecem a direção alguma. Estão doentes, precisam de ajuda. Se quiser ajudá-los, não se torne uma vítima, vítimas nem sempre têm uma segunda chance! Mesmo que seja para ajudar...
Os bons sofrem demais porque esquecem que também é bondade denunciar e não aceitar a maldade. Ser conivente com a vilania é uma maneira de se aproximar da aquisição de seus hábitos. Saia desse âmbito de ação. Neutralize as possibilidades de que apliquem vilania à sua vida.
Se você consentir ser prisioneiro ou refém de algo ou alguém, não faltarão candidatos à vaga de vilões e sequestradores do seu destino.
A realidade supera, em muito, à ficção. Fique alerta, troque de canal, vire a página, abandone a história, esqueça a personagem...
Liberte-se!

Carlos Hilsdorf

Homens não sabem falar. Sofrem por não saber dizer. Ao menos aparentemente, nada sabem dizer. Vivem de símbolos.
Alguns mais conhecidos, são de poder, de domínio, de jugo. Símbolos pelos quais, em geral, somos vistos.
Somos vistos, a grosso modo, como infantis, diretos demais e até um pouco negligentes no amor. Será que é assim?
Lógica é uma coisa tipicamente masculina, dizem. Qual seria a lógica desses seres que parecem totalmente insensíveis?
Gostaria de tentar dizer, olhando nos olhos de uma mulher: O homem é grato por natureza. Ele sabe o útero materno que o acolheu; sabe do calor da primeira mulher que lhe ensinou o amor. E por toda a vida, deve levar isso.
Sabe também que amor e gratidão não se misturam.
Ainda assim, reverencia cada mulher - por enxergar nesta a dignidade de todas.
Alguém já disse que procuramos mães. Engano! Procuramos um amor que seja maior que nós mesmos.
Até para que a vida tenha sentido.
Mas, muitas vezes não sabemos expressar, ou pouco sabemos.
Nos escondemos em nossa fortaleza pelo fato de não saber expor. Criamos imagens, que nem por todas as mulheres são entendidas.
Talvez até para nós mesmos seja um tanto difícil. Tudo para nós são símbolos.
É o desejo de também ser grande ou possuir algo mais, que - se não falamos - queremos mostrar ou insinuar que seja.
Dificuldade de entender que a fragilidade faz parte da delicadeza da relação. Nosso pensar, às vezes, é surreal. Medo de ser comparado.
Homem é como criança sem domínio sobre a fala; quer dizer de uma estranha maneira que é muito mais do que suas palavras conseguem.
Sonha com o aprendizado junto da mulher que o leva além de si mesmo.
Enxerga sua importância para a mulher, querendo ser o que mais plenamente lhe ocupa os espaços, numa linguagem que utiliza seus corpos, mas avança muito além.
Essa é sua verdadeira busca.
A de ser o amor maior.
Aquele que faz de cada toque, uma cura. De cada estar junto, o dia mais feliz que já existiu.
O que faz sua cúmplice vibrar em sua grandeza de mulher.
Um certo orgulho de acreditar que seja o único capaz de levá-la à mais que total entrega, a um êxtase de felicidade próximo da implosão.
Um homem não apenas adentra um corpo de mulher. Mora nele. Faz dele seu porto e templo. Passa a ser o pulsar do coração que o abriga.
E todos os homens sabem disso - absolutamente todos. É nato do ser homem!
Homens são águias. Pensam ser donos por direito natural. Mesmo sabendo injusto - em sua inocência - agem assim. Mas, só até perceberem que o céu é maior que seus olhos.
Sempre deixam sua presença. De uma forma ou de outra. Uma essência sua fica em cada entrega. A certeza de esperança, de vida.
Luz que não se explica – um halo. Quando ama verdadeiramente, o homem deixa sua marca. E sabe quando isso acontece.
Agradece em silêncio à sua fada de luz, todo o bem de cada instante compartilhado.
Sem que, muitas vezes, essa mulher perceba, devolve de uma forma só sua, o amor que o recebe e o faz tão humano.
Pressente quando é chegado o tempo de dois se tornarem um só. Consegue assim, o que parecia impossível.
Envergonhado com a nudez de seu espírito perante a parceira, com os olhos pregados no horizonte, balbucia baixinho: - amo você...




Desconheço o autor

Um dia, todo mundo tem que atravessar seus desertos. Momentos onde a solidão se faz tão presente que parece ter um corpo. A dor faz o tempo ficar lento, demorado, e tudo parece parar. É neste momento, que o ser humano descobre o que são fardos, os fortes encontram a escada que os fará subir, os fracos se perdem em lamentações, saem buscando os culpados… Ai está a diferença entre passar pelo deserto e o permanecer nele. Os que resistem, os que persistem, racionam a água, caminham um pouco mais, dão um passo além das forças. Os que desanimam, bebem toda a água do cantil, esperam pelo milagre que não virá, pois todo milagre é fruto de uma ação positiva. Se hoje você está atravessando o seu deserto, seja ele o mais seco do mundo, não importa, em algum canto dele, você encontrará um oásis. Na nossa vida, oásis são os amigos que não nos abandonam, são aquelas pessoas desconhecidas que se preocupam com o próximo, é a fé que todos nós temos e renova a esperança. Mantenha a racionalidade e uma certeza: você vai atravessá-lo! Não desista de nada, não desista de você! A poeira vai abaixar, a tempestade vai passar, e depois de tudo, o sol vai brilhar por você. A esperança é essa brisa que sopra seus cabelos, e a força que nos empurra para a vitória, é o amor de Deus que nunca nos abandona.




Paulo Roberto Gaefke


Encontraram-se um dia, uma lágrima, uma estrela e uma gota de orvalho.




Falou primeiro a estrela: “Quem diria que eu tivesse o trabalho de descer das alturas luminosas, para vir conversar com vocês três? Não sabem que sou mais alta que as nuvens? E que a minha altivez fulgura entre mil chamas radiosas, na infinita amplidão?”


Responde, então, a pérola vaidosa: “Mas, quem te dará valor, entre milhões de lâmpadas no espaço? Tu não passas de um grão de esplendor metido na poeira do infinito... Ninguém se lembra de te pôr nos braços! Enquanto eu, lá no fundo dos oceanos, sou buscada e vendida aos soberanos, para enfeitar, com minha limpidez, as cores dos reis! Vivo no colo esplêndido dos nobres, e nos ricos seios das rainhas! Não como ti, que sob o olhar dos pobres poetas vagabundos te encaminhas... Valho mais que tu! E ainda mais valho que um orvalho e uma lágrima, pois ambos são gotas d`água, sem o mínimo valor”.


Disse, etão, o orvalho, com mágoa: “Qual de vocês três, tem esse encanto de se transformar em gozo, na boca imaculada de uma flor? Eu venho lá de cima, radiante, nos braços da alvorada, cobrir de beijos uma rosa, que se sente tão doce nesse instante, que vale a pena vê-la tão ditosa! E trago o riso ao coração da terra, engolfada em pranto. Eis como sou feliz! Na campina ou no cimo da serra, sou sempre uma esperança cristalina, nos lábios sorridentes de uma flor!” Calou-se o orvalho


E a lágrima? Coitada, esta nada dizia...




“E que respondes tu?”


Perguntaram os demais.


E ela, rolada na terra úmida e fria, nada ousava falar...




Porém, sublime e calma respondeu:


“Eu sou o perdão no crime e a vibração no amor! Bailo no olhar risonho de alegria, moro no olhar tristíssimo da dor! Eu sou a alma da saudade e da harmonia! Sou o estrilo na lira que soluça, dos poetas, sou oração no peito dos ascetas, sou relíquia de mãe em coração de filho, sou lembrança de filho em coração de mãe! Não vivo nos seios perfumosos, nos colos orgulhosos, na ostentação efêmera do luxo... porém, penetro no espírito do mundo! Seja do rei, do sábio mais profundo, do rústico mais vil... do pecador, do santo.




“E até na doce face do Senhor, um dia já rolei...”




Eu, lágrima pequena, penetrei no coração de Deus e fiz estremecer, abrir-se extasiado o pórtico dos céus. Não sei mesmo, quantos pecados já lavei... A lágrima calou-se humildemente, deslumbrando a todos. E em silêncio a tudo contemplou soberanamente... na vastidão vazia. A estrela ocultou-se atrás de uma nuvem e chorava. A pérola desceu às profundezas dos mares e chorava também. O orvalho tremulando sobre a relva, também chorava.


E a lágrima?


Só a lágrima sorria.




Desconheço o autor!

Venho, Senhor, ao Teu jardim para reaprender a plantar. Um dia me ensinaste que todas as boas sementes germinam e me deste a terra do meu coração para bom plantio, recomendando-me atenção para o livre arbítrio. Senhor, não tive generosidade suficiente para com meu semelhante e hoje, quando necessito da generosidade de outrem, dificilmente eu a encontro. Não tenho colhido a flor da generosidade porque não a plantei. Senhor, não dei à natureza todo o respeito que ela, como obra Tua, merecia ter recebido de mim. Fui negligente, Senhor. Agora, o ar que eu respiro não é tão puro quanto deveria ser para que minha saúde não fosse tão ameaçada. Não tenho colhido a flor da perfeita saúde porque não a plantei. Senhor, disseste-me que a felicidade sempre estaria em minha vida se eu me lembrasse de levar felicidade àqueles que choravam e que não tinham um ombro onde se debruçar. Não tenho colhido a flor da felicidade plena porque não a plantei. Senhor, não levei a sério quando me revelaste que o preconceito era uma erva daninha que, pouco a pouco, mataria o meu jardim. Não olhei sem julgamento para os diferentes de mim, não observei todos os seres e tudo o mais que criaste sem sentir-me maior e melhor do que eles. Não tenho colhido a flor do amor incondicional porque não a plantei. Senhor, agora venho ao Teu jardim, buscando ter uma e, talvez, a última chance de reencontrar as sementes que desejaste ver germinadas em meu coração. Não sei se vês em minha visita algum sinal de humildade. Já muito agi com orgulho e não tenho colhido a flor da humildade porque não a plantei. Aceita, Senhor, esta minha vinda, e dá-me o perdão, o mesmo perdão que a tantos e tantos eu neguei. Achas que ainda mereço a Tua bênção, Senhor? Se não me deres o que peço, eu compreenderei. Não tenho colhido a flor do merecimento porque não a plantei. Acolherei a tua decisão, Senhor, seja ela qual for, e se não for aquela que espero eu entenderei. Não tenho colhido a flor do perdão porque não a plantei.


Sílvia Schmidt

De tantas e tantas dores espalhadas por aí, uma das que mais doem é a da solidão. Dói assim tanto, que quanto mais a gente chora, mais ela dói. E quanto mais dói, mais nos isola. O mundo sofre de solidão. Ah, sim, sofre! Todo mundo anda tão preocupado com as doenças ditas modernas e que se espalham numa velocidade assustadora, mas poucos pensam nessa doença que nem matar mata, mas isola. E ela é tão devastadora quanto qualquer outra, mas de maneira diferente. As pessoas disfarçam trancadas em suas casas ou seus apartamentos, diante de um computador, onde as amizades virtuais tomam um lugar de suma importância. É que há muitos solitários se amparando, até mesmo sem saber. Mas é no momento de ir dormir que sentem essa dor que vai corroendo o peito e ficam torcendo para o sono chegar logo. Não inventaram um remédio para acabar com a solidão. É que não precisa, pois ele sempre existiu. É suficiente pensar um pouquinho em quem está do lado, quem não tem ninguém, quem viveu, se deu e fica esperando ainda da vida o retorno... Quem quer contar histórias, mas não encontra ninguém com tempo ou paciência para ouvir... quem a vida podou de pais, filhos, irmãos... há em torno de cada um de nós alguém assim, quando não somos, nós mesmos, aquela pessoa que está precisando tanto de uma mão que aperte a nossa. Não é preciso conhecer matemática para sabermos que um mais um fazem dois e, mais ainda: um triste mais um triste podem fazer dois felizes. Oferecer a alguém a oportunidade de sentir-se menos só, nem que seja um pouco, um dia, já é acender uma velinha no coração dessa pessoa. Não sei por que hesitamos tanto! Talvez porque pedimos tantas coisas a Deus e nos esquecemos de pedir que faça chover amor. E isso é muito, muito importante.


Letícia Thompson

Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma.. Estamos todos no mesmo barco. Há no ar um certo queixume sem razões muito claras. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-quê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso? Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, o poeta Antonio Cícero, uma música que dizia: "Eu espero/ acontecimentos/ só que quando anoitece/ é festa no outro apartamento". Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude: considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são – ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. As festas em outros apartamentos são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes, falsos sorrisos e falsas notícias. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas, quando na verdade a festa lá fora não está tão animada assim. Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco, com motivos pra dançar pela sala e também motivos pra se refugiar no escuro, alternadamente. Só que os motivos pra se refugiar no escuro raramente são divulgados. Pra consumo externo, todos são belos, sexys, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. "Nunca conheci quem tivesse levado porrada; todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo". Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz-de-conta. Nesta era de exaltação de celebridades - reais e inventadas - fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia. Ou será que é tão divertido passar dois dias na Ilha de Caras fotografando junto a todos os produtos dos patrocinadores? Compensa passar a vida comendo alface para ter o corpo que a profissão de modelo exige? Será tão gratificante ter um paparazzo na sua cola cada vez que você sai de casa? Estarão mesmo todos realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está sentada no sofá pintando as unhas do pé? Favor não confundir uma vida sensacional com uma vida sensacionalista. As melhores festas acontecem dentro do nosso próprio apartamento.




Martha Medeiros

Ser justo, mas com amor. Amar, mas sem aprisionar. Amparar, mas sem fazer pelo outro o que ele deve fazer por si mesmo. Ajudar, mas sem tirar do outro o direito de escolher seu próprio caminho. Perdoar, mas sem ser conivente com o mal. Esquecer o mal, mas sem ser indiferente a ele. Ser pacífico, mas não passivo diante dos acontecimentos. Cultivar a não violência, mas sem violentar a si mesmo. Lutar com coragem, mas aceitar a derrota como parte das experiências da vida. Ter coragem de enfrentar os próprios limites, mas também de reconhecer as próprias fraquezas. Servir ao dever, mas sem ser oprimido por ele e sem escravizar-se a coisa alguma. Viver com prazer, mas não viver em função dele. Ser simples e humilde, o que não significa andar mal vestido ou descuidar-se de si mesmo. Conservar puro o coração, o que não significa esconder de si os próprios sentimentos. Crer em Deus, mas sem atribuir a Ele aquilo que nos compete. Cultivar a fé, mas sem abdicar da razão. Caminhar com equilíbrio, eis o nosso maior desafio. Sem equilíbrio, tombamos sempre para um lado ou para outro. Amor, sabedoria, bondade, justiça, sentimento, razão, harmonia.


Desconheço o autor

O grande amor nada tem a ver com grandes momentos ou coisas extraordinárias vividas juntas. Nada tem a ver com loucas paixões que queimam e viram cinza algum tempo depois. O "não sei viver sem você" não conhece nada do grande amor, porque as pessoas sempre sobrevivem às decepções amorosas e serão capazes de se entregar ainda e ainda ao fogo do amor, se ele chega. Quem fica esperando o grande amor e acha que o encontrou cada vez que consegue dizer "te amo" a outra pessoa e que pensa que aquilo vai durar para o resto da vida, acaba se decepcionando. Porque amores vêm e vão. Amores chegam, enfeitam a vida por algum tempo, dão a idéia de infinito, de irreal, de coisa única e depois desaparece lentamente, como miragem quando se chega muito perto. Percebemos assim que as juras de amor eterno não conhecem nada de eternidade. O grande amor não é aquele por quem se quer morrer por ele. Romeu e Julieta eram jovens demais e eternizaram a idéia de que para se ter um grande amor é necessário saber morrer por ele. O grande amor, só se sabe que era ele depois. Depois de todos os amores que invadiram e fugiram, dos que enlouqueceram e dos que trouxeram a razão. O grande amor, só se reconhece olhando pra trás, nunca pra frente. É aquele quando, se olhando pra trás e se somando todos os amores vividos, sabe-se reconhecer qual deles era a verdadeira essência, o que não ficou destruído mesmo depois que todos os sonhos se foram. O grande amor é aquele que fica quando, anos depois, mesmo se conhecendo o outro de cor, sabendo adivinhar os pensamentos e mínimos gestos, mesmo não havendo mais mistérios, ainda se é capaz de olhar nos olhos do outro e dizer com serenidade: - Eu te amo!



Desconheço o autor



O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca.(Antoine de Saint-Exupèry)

Se você permitir, minuciosamente decifrarei cada gesto de teu olhar, cada verdade de tuas palavras, cada segredo de teu abraço. Assim me inspirei quando um súbito questionamento me assaltou: Por que penso ser um pleno conhecedor da alma humana se recordo poucos anos de vida e ainda há uma longa jornada pela frente, pelo menos assim espero.


Existem muito mais complexidades nestas simplicidades de nossos atos que imagina minha vã filosofia. Existem muito mais surpresas nessas caixinhas que são nossas vidas do que me proponho conhecer.


Existem muito mais você em você mesmo, do que permites à mim revelar . Ah, se conseguíssemos nos dar com mais liberdade assim como um impetuoso vento que nos agride jogando as folhas dos compromissos, das normalidades pelo ar. Emociono-me só em pensar, que deliciosa aventura viveríamos!


Imagine-nos livre de nossos egos. Somos tão cheios de egos que quando nos olhamos para dentro não sabemos qual é a nossa essência, somos tão envolvidos com o social que às vezes esquecemos as verdades ao nosso próprio respeito.


Deixa eu te interpretar, decifrar o enigma, quem não interpreta não lê o mundo e eu quero te ler em cada palavra pronunciada, em cada pronúncia não dita. Deixa! Isto! Revela o que tens aí dentro.


Que agora parem os pássaros, as águas, o vento. Silêncio! Não posso me perder da sonoridade desta voz. Da voz que ressoa de teu coração cheio de você, essência verdadeira de você.


Nunca vi tão lindo pulsar!


Nunca vi tão lindo olhar!


Nunca vi tão linda voz!

Um velho telefona ao médico otorrino [não é o Dr. Hanke] para marcar uma consulta para a sua mulher.


A secretária pergunta:


- Qual o problema de sua esposa?


- Surdez. Não ouve quase nada.


- Então o senhor vai fazer o seguinte: antes de trazê-la, faz um teste para facilitar o diagnóstico do médico: Sem ela olhar, o senhor, a certa distância, fala em tom normal, até perceber a que distância ela consegue ouví-lo. E quando vier, diz ao médico a que distância o Sr. estava quando ela o ouviu.


- Certo?


- Está certo. À noite, quando a mulher preparava o jantar, o velhote decidiu fazer o teste. Mediu a distância que estava em relação à mulher e pensou: "Estou a 15 metros de distância. Vai ser agora"


- Maria, o que temos para jantar?


Silêncio...


Aproxima-se a 10 metros:


- Maria, o que temos para jantar?


Silêncio...


Fica a uma distância de 5 metros:


- Maria, o que temos para jantar?


Silêncio...


Por fim, encosta-se às costas da mulher e volta a perguntar:


- Maria!


O que temos para jantar?


- Frango, pqp... É a quarta vez que eu respondo!




NORMALMENTE, NA VIDA, PENSAMOS QUE AS DEFICIÊNCIAS SÃO DOS OUTROS E NÃO NOSSAS.


Desconheço o autor




“Não há maior demonstração de insanidade do que fazer a mesma coisa, da mesma forma, dia após dia, e esperar resultados diferentes.” (Albert Einstein)

O velho caipira, com cara de amigo, que encontrei num Banco, estava esperando para ser atendido. Ele ia abrir uma conta. Começo de um novo ano... Novas perspectivas...E como não podia deixar de ser, também começou ali um daqueles papos de fila de banco. Contas, décimo terceiro que desapareceu, problemas do Brasil, tsunami... Será que vai chover?
Mas em determinado momento a conversa tomou um rumo: "- Qual é então o maior problema do Brasil para ser resolvido? "E aí o representante rural, nosso querido "Mazaropi da modernidade" falou com um tom sério demais para aquele dia:

" - O Maior Problema do Brasil é que sobra muita manga!"

Tentei entender a teoria...Fez-se um silêncio e ele continuou: " - O senhor já viu como sobra manga hoje debaixo das árvores? Já percebeu como se desperdiça manga? "Sim... Creio que todos já percebemos isto... Onde tem pé de manga, tem sobrado manga...E aí ele continuou:

" - Num país onde mendigo passa fome ao lado de um pé de manga... Isso é um absurdo! Num país que sobra manga tem pouca criança. Se tiver pouca criança as casas são vazias... Ou as crianças que tem já foram educadas para acreditar que só "ice cream" e jujuba são sobremesas gostosas. Boa é criança que come manga e deixa escorrer o caldo na roupa... É sinal que a mãe vai lavar, vai dar bronca, vai se preocupar com o filho. Se for filho tem pai...

Se tiver pai e manga de sobremesa é por que a família é pobre... Se for pobre, o pai tem que ser trabalhador... Se for trabalhador tem que ser honesto... Se for honesto, sabe conversar... Se souber conversar, os filhos vão compreender que refeição feliz tem manga que é comida de criança pobre e que brinca e sobe em árvore... Se subir em árvore, é por que tem passarinho que canta e espaço para a árvore crescer e para fazer sombra... Se tiver sombra tem um banco de madeira para o pai chegar do trabalho e descansar...

Quem descansa no banco, depois do trabalho, embaixo da árvore, na sombra, comendo manga é por que toca viola... E com certeza tá com o pé na grama... Quem pisa no chão e toca música tem casa feliz... Quem é feliz e canta com o violeiro, sabe rezar... Quem sabe rezar sabe amar... Quem ama, se dedica... Quem se dedica, ama, reza, canta e come manga, tem coração simples... Quem tem coração assim, louva a Deus.

Quem louva a Deus, não tem medo... Nada faltará porque tem fé... Se tiver fé em Deus, vê na manga a providência divina... Come a manga, faz doce, faz suco e não deixa a manga sobrar... Se não sobra manga, tá todo mundo ocupado, de barriga cheia e feliz. Quem tá feliz.... não reclama da vida em fila do banco... "

Daí fez-se um silêncio...

Rubens Alves

Um homem e uma mulher vivem uma intensa relação de amor, e depois de alguns anos se separam, cada um vai em busca do próprio caminho, saem do raio de visão um do outro. Que fim levou aquele sentimento? O amor realmente acaba?
O que acaba são algumas de nossas expectativas e desejos, que são substituídos por outros no decorrer da vida. As pessoas não mudam na sua essência, mas mudam muito de sonhos, mudam de pontos de vista e de necessidades, principalmente de necessidades.
O amor costuma ser amoldado à nossa carência de envolvimento afetivo, porém essa carência não é estática, ela se modifica à medida que vamos tendo novas experiências, à medida que vamos aprendendo com as dores, com os remorsos e com nossos erros todos. O amor se mantém o mesmo apenas para aqueles que se mantém os mesmos.
Se nada muda dentro de você, o amor que você sente, ou que você sofre, também não muda. Amores eternos só existem para dois grupos de pessoas.
O primeiro é formado por aqueles que se recusam a experimentar a vida, para aqueles que não querem investigar mais nada sobre si mesmo, estão contentes com o que estabeleceram como verdade numa determinada época e seguem com esta verdade até os 120 anos.
O outro grupo é o dos sortudos: aqueles que amam alguém, e mesmo tendo evoluído com o tempo, descobrem que o parceiro também evoluiu, e essa evolução se deu com a mesma intensidade e seguiu na mesma direção. Sendo assim, conseguem renovar o amor, pois a renovação particular de cada um foi tão parecida que não gerou conflito.
O amor não acaba. O amor apenas sai do centro das nossas atenções. O tempo desenvolve nossas defesas, nos oferece outras possibilidades e a gente avança porque é da natureza humana avançar. Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice.
Paixão termina, amor não. Amor é aquilo que a gente deixa ocupar todos os nossos espaços, enquanto for bem-vindo, e que transferimos para o quartinho dos fundos quando não funciona mais, mas que nunca expulsamos definitivamente de casa.

Martha Medeiros

É com muita tristeza que lhe participamos o falecimento de um amigo muito querido que se chamava BOM SENSO… e que viveu muitos e muitos anos entre nós.
Ninguém conhecia com precisão a sua idade porque o registro do seu nascimento foi desclassificado há muito tempo, tamanha a sua antiguidade.
Mas lembramo-nos muito bem dele, principalmente pelas suas lições de vida como:
«O mundo pertence àqueles que se levantam cedo»
«Não podemos esperar tudo dos outros »
Ou ainda,
«O que me acontece pode ser em parte também por minha culpa»
E também…
O BOM SENSO só vivia com regras simples e práticas como:
«Não gastar mais do que se tem»
E de claros princípios educativos como:
«São os pais quem dão a palavra final »’
Acontece que, o BOM SENSO começou a perder o chão, quando os pais passaram a atacar os professores, que acreditavam ter feito bem o seu trabalho querendo que as crianças aprendessem o respeito e as boas maneiras.
Sabendo que um educador foi afastado ao repreender um aluno por comportamento inconveniente na aula, agravou-se o seu estado de saúde.
Deteriorou-se mais ainda, quando as escolas foram obrigadas a ter autorização dos responsáveis, até para um curativo no machucado de um aluno, sequer podiam informar os pais de outros perigos mais graves incorridos pela criança.
Enfim, o BOM SENSO perdeu a vontade de viver quando percebeu que os ladrões e os criminosos tinham melhor tratamento do que as suas vítimas.
Também recebeu fortes golpes morais e físicos, quando a Justiça decidiu que era crime defendermo-nos de algum ladrão na nossa própria casa, enquanto a este último é dada a garantia de poder queixar-se por agressão e atentado à integridade física
O BOM SENSO perdeu definitivamente toda a confiança e a vontade de viver quando soube que uma mulher, por não perceber que uma xícara de café quente iria queimar-lhe, ao derramá-lo em uma das pernas, recebeu por isso, uma colossal indenização do fabricante da cafeteira elétrica.
Certamente você já reconheceu que a morte do BOM SENSO foi precedida pelo falecimento:
- dos seus pais: Verdade e Confiança;
- da sua mulher Discrição;
- da sua filha Responsabilidade e do
- filho Juízo.
Então, o BOM SENSO deixa o seu lugar para quatro falsos irmãos:
- «Eu conheço os meus direitos e também os adquiridos»
- «A culpa não é minha»
- «Sou uma vítima da sociedade»
- «Meus pais não sabem nada e cobram demais»
Claro que não haverá multidão no seu enterro, porque já não temos muitas pessoas que o conheçam bem, e poucos se darão conta de que ele partiu.
Mas, se você ainda se recorda dele, caso queira reavivar a sua lembrança, previna todos os seus amigos do desaparecimento do saudoso BOM SENSO fazendo circular esta comunicação…
Senão, não faça nada... deixe tudo como está!!!



Desconheço o autor

Muito da natureza se tornaria ressecado, facilmente quebrável, e muitos seres poderiam morrer se não houvesse chuva.
Nossas emoções e sentimentos poderiam também se tornar endurecidos e logo poderíamos até não sorrir mais se não pudéssemos chorar.
As lágrimas são chuvas que vem para nos limpar, nos curar e nos tornar mais inteiros.
Assim como uma flor precisa de chuva, nosso crescimento precisa de lágrimas.
Nós nos sentimos melhor quando choramos, pois as lágrimas aliviam o peso da tristeza e da grande pedra do ressentimento.
O sol sempre brilhará novamente depois de uma tormenta, e o arco-íris aparecerá.
Nosso sol e nosso arco-íris interiores sempre renascerão através de nossas dores depois destas serem regadas pelas lágrimas.
Chore tudo que você tem para chorar. Deixe que essa “chuva” abençoe sua natureza e os diversos “eus” que você tem dentro de si. Não os deixe morrer por orgulho ou vergonha.
Chore sempre que ouvir um longínquo “trovão” antes que ele se faça mais próximo.
Depois se dê o prazer de ver-se mais vivo e mais forte.
Chore o suficiente para depois rir muito.
Feliz renovação!

Silvia Schmidt

Quantas vezes você estava com alguém e sua cabeça não estava ali?
Quantas vezes também, no momento em que não pôde senti-la em seus braços, sentiu sua falta?
Você já parou para pensar no que machuca mais?
a) Fazer algo e desejar que não tivesse feito, ou
b) Não fazer e desejar que tivesse?
Só você pode decidir.
A responsabilidade é muito grande.
Você já teve medo de começar um relacionamento e não ser a hora, ou a pessoa certa?
Seu coração não escolhe quem amar.
Ele faz por conta própria, quando você menos espera, ou mesmo quando você não quer.
Quantas vezes você deixou passar momentos importantes que não voltam mais?
Não tem aquela música que você não gosta de ouvir porque lembra algo que você fez enquanto ela tocava há algum tempo atrás?
Ou lembra alguém que você quer esquecer e não consegue?
Quantas vezes você quis esquecer uma história ou alguém, que permaneceu na sua cabeça por um longo tempo, que te deixou triste, e mesmo assim ela não saía?
Você já se sentiu sozinho mesmo cercado de um monte de pessoas?
Ou já beijou alguém que fez a multidão sumir?
Você já passou um dia sentindo muitas saudades do que viveu?
Você já viveu uma situação tão boa e feliz que até deu medo de tudo ser muito passageiro?
Alguma vez você sofreu por alguém e essa pessoa nem se deu conta disso, ou simplesmente não fez nada pra consertar?
Alguma vez você passou por cima do seu orgulho pra correr atrás do que queria?
Quantas vezes uma pessoa a quem você não dava nada, foi a primeira a te ajudar?
Quantas vezes aquela que você mais esperava gratidão, te deu as costas e te decepcionou sem você nunca saber o porquê?
Você já se achou bobo, ridículo, por insistir em algo que não valia a pena?
Teve algum dia que você acabou ficando com alguém apenas para não ficar sozinho?
Você já passou por um dia em que tudo deu errado, mas no final aconteceu algo maravilhoso?
E também já aconteceu algo em que tudo deu certo, exceto pelo final que estragou o que parecia perfeito?
Você já chorou porque lembrou de alguém que amava e não pode viver intensamente isso com essa pessoa?
Você já reencontrou um grande amor do passado e viu que ele mudou e que tudo também faz outro sentido pra você?
Para essas perguntas existem muitas respostas. Mas o importante sobre elas não é a resposta em si, e sim o que sentimos em cada uma dessas situações.
O sentimento e as lembranças que ficam de cada história.
Todos nós erramos... Julgamos mal... Somos bons e somos cruéis... Amamos... Sofremos...
Tivemos momentos alegres e outros às vezes mais tristes.
E todos, um dia não tiveram coragem ou ousadia - e hoje se arrependem – ou se arrependerão ou não.
Vocês todos já fizeram uma coisa quando o coração mandava fazer outra?
Então qual a moral disso tudo?
Vá à luta!
Antes que seja tarde, siga.
Não continue pensando nas suas fraquezas e erros. Quem manda na nossa vida somos nós. A única pessoa que pode mudar você é você mesma.
Os outros são meros coadjuvantes.
Persiga a sua felicidade.
Daqui por diante faça um acordo consigo mesmo, e lute bravamente contra os velhos paradigmas!
Não abaixe a cabeça!
Não deite com mágoas no coração e dúvidas na razão.
Não durma sem ao menos fazer uma pessoa feliz, e comece com você mesmo!
E, por mais que sinta falta das pessoas que passaram pela sua vida, lembre-se: Se foram embora porque quiseram, mesmo sendo pessoas especiais, não mereceram seu carinho – sua dedicação – seu amor – sua ternura – sua meiguice, apenas passaram pela sua vida, como uma nuvem. Coloque na sua cabeça que você não mereceu aquela pessoa.
Faça tudo hoje, pois, a única coisa que deixará aqui, será a lembrança das coisas boas e ótimas que fez!
O amanhã é incerto demais.
Só vivemos uma vez e temos um tempo muito curto para colher os louros de uma felicidade que não sabemos onde está.
Quando aparecer uma oportunidade, segure-a, pois, O TEMPO NÃO VOLTA!


Desconheço o autor

Amor significa a arte de estar com os outros.
Meditação significa a arte de estar consigo mesmo.
Uma pessoa que não sabe como estar com ela mesma verdadeiramente não pode relacionar-se com os outros.
O relacionamento dela será inconveniente, sem graça, feio, fortuito e acidental.
Num momento tudo está indo bem e noutro momento tudo se foi.
Ele estará sempre indo para cima e para baixo; nunca ganhará profundidade. Será muito ruidoso. Certamente ele lhe dará uma ocupação, mas não terá nenhuma melodia nele, nem lhe alçará até as alturas da existência ou até as profundezas do ser.
A pessoa que não é capaz de estar com os outros, de relacionar-se, achará muito difícil relacionar-se consigo mesma, porque a arte de relacionar-se é a mesma.
Relacionar-se com os outros ou consigo mesmo, não faz muita diferença: é a mesma arte.
Essas artes têm que ser aprendidas juntas, simultaneamente; elas são inseparáveis.
Esteja com as pessoas, não inconscientemente, mas bem conscientemente.
Relacione-se com as pessoas como se você estivesse cantando uma canção, como se você estivesse tocando numa flauta; cada pessoa precisa ser pensada como um instrumento musical.
Respeite-as, ame-as e adore-as, porque cada pessoa é uma face oculta do Divino.
Seja bem cuidadoso, bem atento.
Lembre-se do que você está dizendo; lembre-se do que você está fazendo.
Pequenas coisas bastam para destruir relacionamentos, e pequenas coisas tornam relacionamentos tão belos.
Às vezes basta um sorriso, e o coração do outro se abre para você; às vezes basta um olhar errado em seus olhos, e o outro se fecha.
É um fenômeno delicado.
Pense nisso como uma arte: assim como o pintor é muito vigilante do que ele está fazendo na tela, cada simples traço irá fazer muita diferença.
Um pintor verdadeiro pode mudar toda a pintura apenas com um simples traço.
A vida tem que ser aprendida como uma arte: muito cuidadosamente, bem deliberadamente.
O relacionamento com os outros precisa se tornar um espelho: veja o que você está fazendo, como você está fazendo isso e o que está acontecendo.
Que está acontecendo ao outro?
Você está tornando a vida dele mais miserável?
Você está provocando sofrimento nele?
Você está criando um inferno para ele?
Então retire-se. Mude suas maneiras.
Embeleze a vida ao seu redor.
Deixe que cada pessoa sinta que o encontro com você é uma dádiva: apenas por estar com você algo começa a fluir, a crescer, algumas canções começam a surgir no coração, algumas flores começam a se abrir.
E quando você estiver sozinho, então sente-se totalmente em silêncio, absolutamente em silêncio, e observe a si mesmo.
Assim como o pássaro tem duas asas, deixe amor e meditação serem suas duas asas.
Crie uma sintonia entre eles, assim eles não estarão de maneira alguma em conflito um com o outro, mas cuidando um do outro, alimentando um ao outro, auxiliando um ao outro.
Esse vai ser o seu caminho: a síntese entre amor e meditação.
Deixemos amor e meditação serem nossas asas.

Osho

Há tempos em nossa vida que contam de forma diferente.
Há semanas que duraram anos, como há anos que não contaram um dia.
Há paixões que foram eternas, como há amigos que passaram céleres, apesar do calendário nos mostrar que ficaram por anos em nossas agendas.
Há amores não realizados que deixaram olhares de meses, e beijos não dados que até hoje esperam o desfecho.
Há trabalhos que nos tomaram décadas de nosso tempo na Terra, mas que nossa memória insiste em contá-los como semanas.
E há casamentos que, ao olhar para trás, mal preenchem os feriados da folhinha.
Há tristezas que nos paralisaram por meses, mas que hoje, passados os dias difíceis, mal guardamos lembrança de horas.
Há eventos que marcaram, e que duram para sempre: o nascimento do filho, a morte da avó, a viagem inesquecível, o êxtase do sonho realizado.
Estes têm a duração que nos ensina o significado da palavra “eternidade”.
Já viajei para a mesma cidade uma centena de vezes, e na maioria das vezes o tempo transcorrido foi o mesmo.
Mas conforme meu espírito, houve viagem que não teve fim até hoje, como há percurso que nem me lembro de ter feito, tão feliz estava eu na ocasião.
O relógio do coração, hoje descubro, bate noutra freqüência daquele que carrego no pulso.
Marca um tempo diferente, de emoções que perduram e que mostram o verdadeiro tempo da gente.
Por este relógio, velhice é coisa de quem não conseguiu esticar o tempo que temos no mundo.
É olhar as rugas e não perceber a maturidade.
É pensar antes naquilo que não foi feito, ao invés de se alegrar e sorrir com as lembranças do que viveu.
Pense nisso. E consulte sempre o relógio do coração: ele lhe mostrará o verdadeiro tempo do mundo.

Desconheço o autor


"Tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de abraçar e tempo de afastar-se; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz."(Eclesiastes)

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Presente recebido da amiga Simone do blog http://vidadarata.blogspot.com/
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