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Atitude é Tudo

Seja mais humano e agradável com as pessoas.
Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.
Ame generosamente...
Cuide-se intensamente...
Fale com gentileza...
E, principalmente, não reclame.
Deixe o restante com Deus.

Textos mais lidos


“Sabe Senhor. Ainda não entendi,
viemos à praça, pensei ser um passeio,
estranhei, ele não tinha esse hábito,
mas vim, feliz. Aqui chegando, deu as
costas, entrou no carro, e nem disse
adeus.

…Olhei para os
lados, nem sabia o que fazer ainda tentei
seguí-lo e quase fui atropelado. O que
eu teria feito de tão mau?

À noite, quando ele chegava, eu abanava o
rabo, feliz, mesmo que ele nunca
viesse me ver no quintal. Às vezes eu latia,
mas havia estranhos no portão, e
não poderia deixá-los entrar sem avisar meu
dono.

Quem sabe foi a
mando de minha dona, por eu estar lhe dando
trabalho. Não foram as crianças:
elas me adoravam, e creio que nem sabem o que
aconteceu, devem ter-lhes dito
que eu fugi.

Como sinto saudades!
Puxavam-me a cauda, às vezes eu
ficava uma fera, mas logo éramos amigos
novamente.

Estou faminto, só
bebo água suja, meus pêlos caíram quase
todos. Nossa, como estou magro!
Sabe, Pai, aqui neste canto que arrumei para
passar a noite, faz muito frio,
o chão está molhado.

Creio que hoje vou
me encontrar aí contigo, no
céu. Meu sofrimento vai terminar, e mesmo em
espírito, vou ter permissão
para ver as crianças.

Peço-vos, então, não
mais por mim, mas pelos
meus irmãozinhos. Mande-lhes pessoas que deles tenham
compaixão. Como eu,
sozinhos não viverão mas que alguns meses na terra
do homem.

Amenize-lhes o frio, igual ao que agora eu sinto, com o
calor de atos de pessoas abençoadas.
Diminua-lhes a fome, tal qual a que
sinto, com o alimento do amor que me foi negado.

Mate-lhes a sede com
a água pura de seus ensinamentos,
transmitidos ao homem, elimine a dor das
doenças, extirpando a ignorância da terra.

Tire o sofrimento dos que
estão sendo sacrificados
em rituais, em laboratórios e tudo mais, tirando
dos humanos o gosto pelo sangue.

Ampare as cachorrinhas prenhas que
verão suas crias morrerem de
fome, frio e pestes, sem nada poderem fazer.
Abrande a tristeza dos que, como
eu, abandonados – Entre todos os males, o
que mais doeu foi esse.

Receba,
Pai, nesta noite gélida a minha alma,
pois não será mais meu sofrimento, mas dos
que ficarem, e por eles vos
peço.


Amém…”

Desconheço o autor


Aquele que cede ante ao obstáculo, que desiste diante da dificuldade, já perdeu a batalha sem a ter enfrentado.

Não raro, o obstáculo e a dificuldade são mais aparentes que reais, mais ameaçadores do que impeditivos.

Só se pode avaliar após o enfrentamento.

Ademais, cada vitória conseguida se torna aprimoramento da forma de vencer e cada derrota ensina a maneira como não se deve tentar a luta.

Essa conquista é proporcionada mediante o esforço de prosseguir sem desfalecimento e insistir após cada pequeno ou grande insucesso.

O objetivo deve ser conquistado, e para tanto, a coragem do esforço contínuo é indispensável.

Muitas vezes será necessário parar para refletir, recuar para renovar forças e avançar sempre.

É uma salutar estratégia aquela que faculta perder agora o que é de pequena monta para ganhar resultados permanentes e de valor expressivo depois.

Ninguém tem o destino do sofrimento. Ele é o resultado da ação negativa, jamais a causa.

A coincidência é a presença discreta de Deus propositadamente programada para dar certo na hora exata e nas circunstâncias ideais.

Joanna de Angelis


Desde criança, acompanham-nos os sonhos de todo tipo; daqueles que, enquanto sonhamos, significa o inatingível, o inalcançável.

Sonhos são projetos de vida, são os rascunhos de ser feliz.

Quase que invariavelmente, aquele homem que possui uma vasta coleção de miniaturas de automóveis foi o menino que se apaixonou por um carrinho visto lá atrás, no passado.

Outros meninos e meninas sonharam em voar e foram atrás do sonho.

Vieram os voos da adolescência.e a certeza de quem sempre se soube pássaro.

Um dia, alguém ouviu um instrumento e as notas lhe tocaram tão fundo a alma que, resolveu entregar sua vida à musica, ao seu instrumento ou a vários deles.

Ao receber o sorriso de uma mãe, vários bebês decidiram dançar a vida toda – talvez em busca daquele mesmo sorriso sincero que recebeu um dia.

Numa época, o teatrinho da escola fez uma atriz - que tomou para si a responsabilidade de expor as personalidades de incontáveis mulheres, vistas pelas lentes de sua capacidade de sentir ou vestir o íntimo de alguém.

Alguns, por toda sorte de motivos, não conseguiram alcançar seus objetivos e, em sendo assim, transferiram a seus filhos os próprios sonhos. E conheceram o milagre de ser feliz pela felicidade de quem se quer bem.

Nem todos os filhos tornaram-se médicos insuperáveis ou advogadas imbatíveis.

Ficou a alegria sincera de ter gerado uma esperança, como quem gerou um ser.

Alguns são felizes por verem quem amam partir e, em nome de tanto bem querer, abrem mão de si próprios com a absoluta convicção que - poder enxergar novos horizontes pelos olhos de outrem é a melhor visão do mundo.

Uma coisa é certa: praticamente todos os sonhos levam ao desejo de felicidade de nós mesmos.

Mas existem alguns seres tão puros e tão especiais que não podem ser chamados apenas de sonhadores.

São os plantadores do impossível.

Todos os que plantam, precisam da terra ou de algum meio para fazê-lo. Os plantadores do impossível não.

Não raro, são vistos como loucos visionários ou idiotas que, em espaços invisíveis – o céu talvez – plantam suas sementes.

Fazem do espaço infinito, seus campos de cultivo e poucos, muito poucos, são capazes de visualizar esses campos.

São os campos do impossível porque ninguém antes seria capaz de acreditar na ideia que pudessem existir.

Imensidões de plantas estranhas e invisíveis aos menos atentos – pelo menos enquanto são meras sementes. Templos da liberdade, nascentes de luz.

Pela obstinação, consciência e fé do cultivador eles se multiplicam quase que imperceptivelmente.

São incalculáveis glebas tomadas por sementes de esperança, compreensão, amor, perdão e visão do que há de vir.

Campos de ensinamento - são as mãos de todos os seres humanos misturando suas raízes.

São paragens de sonhos também e o que lhes diferencia é não estarem voltados para um só ser. Pertencem a todos, seguramente.

Agricultores que adubam com a paz sua terra única, regam suas plantas com lágrimas da emoção de ver alguém mais feliz. Senhores de trilhas que nos aproximam de Deus.

Plantadores do futuro - ao ensinar quem os cerca - aguardam serenos, o florescer daquilo que jamais poderá lhes pertencer como criação própria.

Meros cultivadores do improvável, do amor sem marcos de propriedade. Amor entre todos os viventes. Doação.

Semeadores de pomares e jardins que só aparecem depois de maduros e produtivos, onde qualquer um pode colher e que ninguém sabe explicar de onde surgiram.

Talvez, de um sonho impossível.

Paulo Moreira

Quando põe as maõs em seu ombro, frente a cama de seu filho e lhe diz "não se preocupe, te amo".

Quando vêm juntos o pôr do sol, e com cada amanhecer sentem renovado esse amor que nasceu com um "te amo".

Quando têm problemas econômicos, os enfrentam juntos e mesmo na adversidade lhe diz "não se preocupe, te amo".

Quando ao chegar do trabalho sente o abraço confortável e o doce beijo dessa pessoa que com um "te amo" acelera seu pulso e o seu coração bate mais depressa.

Quando na madrugada se preocupa com o filho que não chegou e na cama ao seu lado ouve uma voz que diz "não se preocupe, te amo".

Quando no momento do parto sente suas mãos e sua voz que lhe diz "te amo".

Quando vêm crescer juntos aos seus filhos e ao seu lado sente a mesma voz que durante anos lhe fez apaixonar-se com um "te amo".

Fazer amor é caminhar juntos na vida, superando os obstáculos que a vida pode presentear, é crescer juntos espiritual e intelectualmente, evolucionar unidos, fortalecer os laços em comum com esses pequenos detalhes que algumas vezes nos parecem bobos e insignificantes, mas que todavia, são tão importantes para evitar a rotina que é a mais cruel inimiga do amor.

Quando se sente triste, quando se sente feliz, quando se sente deprimido, quando está doente, quando se sente saudável e sempre sente essa pessoa ao seu lado, dizendo "te amo" e respondendo-lhe “eu te amo mais", nesses momentos você pode dizer “eu fiz amor".

Fazer amor é chegar ao final de sua vida ao lado dessa pessoa que durante anos lhe conquistou e que lhe fez sentir-se o ser mais feliz e querido sobre a terra.

Aproveite a vida fazendo muito amor...

Viva com intensidade...

Lute por seus ideais...

Busque a felicidade...

E que você encontre alguém que te diga: “Eu te amo”

Hoje e sempre!!!

Desconheço o autor

Há coisas que ninguém nos ensina; há coisas que nunca queremos aprender.

Recebemos de bom ou mau grado o que a vida nos impõe e depois nos apegamos a essas coisas, pessoas ou sentimentos como se para existirmos precisássemos deles.

Dizer adeus é como deixar um pedaço de si e se impedir de olhar pra trás.

Sim... confesso que é difícil dizer adeus, aquele sem retorno, às pessoas que amamos e aceitar isso como parte natural da vida.

É amargo aceitar o adeus dos sonhos, dos que começaram e jamais foram terminados.

Mas o que é incompreensível no ser humano é a rejeição do adeus total e definitivo às feridas e mágoas que consomem nossas entranhas.

É a dificuldade em livrar-se do passado, das manchas da alma, do que nos impede de ter uma vida normal e possivelmente feliz.

Há pessoas que guardam tudo e saem carregando nos ombros o que recolheram da vida. Isso faz com que caminhem com passos mais lentos, faz com que nunca cheguem a um lugar definido.

Para alcançarmos libertação e cura deveríamos possuir a arte de saber deixar definitivamente para trás o que nos impede de avançar.

Quem cultiva a dor, colhe a dor; quem cultiva ódio, colhe ódio; quem cultiva ressentimentos, colhe ressentimentos.

Se nosso coração é um jardim, devemos saber o que estamos plantando nele e o que estamos arrancando. Se com lágrimas regamos o mal que nos fizeram, com lágrimas colheremos o mal que nos fazemos a nós.

É preciso aprender a dizer adeus a todas as mágoas, custe o que custar, se quisermos alcançar a misericórdia prometida, a graça eterna... se quisermos ser, nem que seja um pouquinho, parecidos com Jesus.

Letícia Thompson

Precisamos do coletivo e o motorista nos conduz, tendo nas suas mãos as nossas vidas. Mas nem o olhamos.

Na repartição, aguardamos o cafezinho com quase ansiedade, desejando realizar a pausa entre as tarefas e saboreá-lo, com calma. No entanto, nos esquecemos de olhar nos olhos da funcionária que o serve, de a cumprimentar, de perguntar se está bem. Sequer lhe sabemos o nome.

Entramos no elevador, dizemos o andar que desejamos, sem desejar um bom dia ao ascensorista que passa horas, dentro daquela caixa, que sobe e desce sem parar.

Por vezes, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante. Esquecemos das pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido.

Dos que nos suportam, dos que nos oferecem o ombro amigo para chorar. Dos que ouvem as nossas lamúrias e as nossas alegrias.

Deixamos de saudar, de agradecer, de dizer algo amável, de sorrir.

E que dirá dos amigos espirituais? Nosso anjo da guarda que se desvela em cuidados?

Deus, que todos os dias, pinta quadros novos de beleza para nosso deleite? Deus, cujo amor nos sustenta, cuja misericórdia nos alcança?

Lembremos de mostrar gratidão. Um telefone, um sorriso às pessoas. Um cartão. Um email. Um mimo inesperado em invólucro delicado.

Um instante de reflexão. Uma prece. Uma oração de gratidão.

Obrigado, Senhor, por tudo que eu tenho. Por tudo que me dás, pelo pão, pelo ar. Pela paz. Por minha vida. Pela vida dos meus amores. Pelo dia de hoje.

Obrigado, Senhor!

Desconheço o autor

Não entendo porque temos de maneira geral uma natureza tão negativa, independentemente da nossa personalidade.

Se para alguns tudo é sempre bonito, tudo é bom e se o sol desaparece ele vai voltar o que quer que aconteça, para outros, os dias se seguem uns depois dos outros, apenas com horas repetidas e cenas que se sucedem, numa monotonia muda e dolorida.

E para todo mundo, as infelicidades pesam cem vezes mais que os momentos de alegria que arrebataram nosso coração.

A dor é pesada e a felicidade é leve.

As lágrimas de tristeza apagam mais rápido o que de bom aconteceu e raros são os que têm a força e coragem de dizer: “perdi, mas tive”, “choro hoje mais ontem dei gargalhadas” ou “a vida vale a pena mesmo se sigo tropeçando”.

Não creio! Não posso acreditar em 24 horas por dia e 365 dias por ano de dor infinita sem que em algum momento uma alegria tenha tocado nosso coração, nem que seja de leve. Deve existir, como todo mundo de exceções, uma infelicidade assim grande e duradoura, mas prefiro acreditar que seja realmente uma exceção e não uma fatalidade.

Conheço alguém que colheu todas as mágoas e dores possíveis reunidas em um só ano, como não acreditamos que seja possível. Mas ainda assim, não de pode dizer que a vida seja uma sucessão de coisas ruins sem dia, sem raio de sol, sem primavera e sem as estrelas que nos olham do alto.

Quem planta dores colhe dez vezes mais as mágoas espalhadas pela vida, seja hoje ou seja amanhã. Isso é o reflexo natural das coisas que se faz aqui e ali. Mas duro mesmo é ver colher lágrimas quem com lágrimas semeia o bem e o bom. Duro é ver a injustiça para os que partem cedo demais, sofrem cedo demais, que não escolheram, mas tiveram suas cabeças apontadas. Insuportável!...

Portanto, a vida não escolhe e nos curvamos. Nos apegamos desesperadamente a uma esperança futura que encontramos quando olhamos para a cruz e compreendemos que Aquele que viveu a maior injustiça foi perseguido, cravado e coroado de espinhos.

Todos os dias do ano não são ruins ao todo. Jó teve, perdeu, chorou e foi recompensado pela paciência e perseverança.

Há um amanhã que nos aguarda e acolhe a todo aquele que não desespera. Há e haverá um amanhã a todo aquele que crê. Este verá e viverá.

Desconheço o autor

Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade. Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira-lata que atendia pelo nome de Malhado.

Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou um almoço feito com sobras de comida dos mais abastados.

Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras. Serapião era conhecido como um homem bom, que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade.

Não bebia bebida alcoólica, estava sempre tranquilo, mesmo quando não havia recebido nem um pouco de comida. Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que Deus determinava, alguém lhe estendia uma porção de alimentos. Serapião agradecia com reverência e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava.

Tudo que ganhava, dava primeiro para o Malhado, que, paciente, comia e ficava a esperar por mais um pouco. Não tinham onde dormir; onde anoiteciam, lá dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte e, ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte.

Aquela figura me deixava sempre pensativo, pois eu não entendia aquela vida vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um futuro promissor.

Certo dia, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas, fui bater um papo com o velho Serapião. Iniciei a conversa falando do Malhado, perguntei pela idade dele, o que Serapião, não sabia. Dizia não ter ideia, pois se encontraram um certo dia quando ambos andavam pelas ruas e falou:

- Nossa amizade começou com um pedaço de pão. Ele parecia estar faminto e eu lhe ofereci um pouco do meu almoço; e ele agradeceu, abanando o rabo. Daí, não me largou mais. Ele me ajuda muito e eu retribuo essa ajuda sempre que posso.

Curioso perguntei: - Como vocês se ajudam?

- Ele me vigia quando estou dormindo; ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Também quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode.

Continuando a conversa, perguntei: - Serapião, você tem algum desejo na vida?

- Sim, respondeu ele - tenho vontade de comer um cachorro quente, daqueles que a Zezé vende ali na esquina.

- Só isso? Indaguei.

- É, no momento é só isso que eu desejo.

- Pois bem, vou satisfazer agora esse grande desejo.

Saí e comprei um cachorro quente para o mendigo. Voltei e lhe entreguei. Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e em seguida tirou a salsicha, deu para o Malhado, e comeu o pão com os temperos.

Não entendi aquele gesto do mendigo, pois imaginava ser a salsicha o melhor pedaço. Não me contive e perguntei, intrigado: - Por que você deu para ao Malhado, logo a salsicha?

Ele com a boca cheia respondeu: - Para o melhor amigo, o melhor pedaço! E continuou comendo, alegre e satisfeito.

Despedi-me do Serapião, passei a mão na cabeça do Malhado e sai pensando. Aprendi como é bom ter amigos. Pessoas em que possamos confiar. Por outro lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação de ser reconhecido como tal.

Jamais esquecerei a sabedoria daquele eremita: "PARA O MELHOR AMIGO O MELHOR PEDAÇO"

Desconheço o autor

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