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Atitude é Tudo

Seja mais humano e agradável com as pessoas.
Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.
Ame generosamente...
Cuide-se intensamente...
Fale com gentileza...
E, principalmente, não reclame.
Deixe o restante com Deus.

Textos mais lidos

Quantas vezes bloqueamos a espontaneidade das crianças, esquecendo-nos do quanto isso nos machucou na nossa infância?
Quantas vezes exigimos mais maturidade dos adolescentes sem lembrarmos do que sofremos quando nos exigiram isso?
Quantas vezes nos queixamos dos colegas de trabalho e não nos perguntamos se eles também têm queixas sobre nós?
Quantas vezes nos irritamos com os outros nas ruas sem perceber que nossa irritação também causa mal a eles?
Quantas vezes queremos implantar paz na família expressando-nos aos berros?
Quantas vezes esperamos dos nossos parceiros o que não estamos dispostos a dar-lhes?
Quantas vezes esperamos dos nossos filhos o que não demos aos nossos pais?
Quantas vezes esperamos dos nossos pais o que não demos aos nossos filhos?
Quantas vezes somos impacientes com idosos esquecendo que a velhice pode chegar para todos?
Quantas vezes repelimos animais e nos comportamos como seres irracionais?
Quantas vezes pedimos aos amigos coisas que não gostaríamos que eles nos pedissem?
Passamos a maior parte da vida deixando a vida passar sem senti-la no coração, fingindo que sabemos que nela está Deus esperando por nossa compreensão.
Qual será o final disso?

Silvia Schmidt

Muita gente reclama que os amigos ou um amor que tem, está diferente, que está meio distante e que não aparece mais.
Em muitos casos somos nós mesmos que causamos esse afastamento e o distanciamento de amigos, amores e tantos outros de nossa vida.
Não marcamos presença, não os procuramos, não nos fazemos notar e deixamos as coisas caírem no esquecimento, na rotina, assim como: “se não me procuram, também irei fazer o mesmo”; não paramos para pensar que a outra pessoa pode estar pensando e agindo da mesma maneira.
E ai por um capricho ou por questão de revanchismo, perdemos uma grande amizade ou um grande amor.
Não custa nada pegar um telefone ou mesmo ligar o computador e mandar um email dizendo: “Oi! Estou aqui e não te esqueci.”
É tão simples e fácil, mas algumas pessoas por orgulho acham que estarão se humilhando, e por esse gesto põem tanta coisa a perder.
Nunca se esqueça que a outra parte é um ser humano como você, que também tem emoções, anseios e sofre da mesma maneira e pode estar esperando o mesmo de você.
Se depois de você tentar fazer com que essa pessoa não te esqueça, as coisas continuarem na mesma situação, está na hora de você rever essa amizade ou esse amor.
Pelo menos você tentou e não permanecerá com a dúvida.
Não se faça esquecer! Procure aquele(a) amigo(a) que a tempos você não vê, ou que por mágoa deixou de lado. Ligue para seu amor, escreva uma carta ou um email, telefone... É tão simples, tão fácil e não vai doer nada.

José Carlos Santtana Cardoso

Você já parou para pensar quem são seus Anjos do Destino?
Os Anjos do Destino são pessoas que provocam uma ação de mudança em nossas vidas.
Talvez você pense em todas as pessoas que lhe fazem bem: seus pais, filhos, esposo(a) amigos(as).
Você já parou para pensar naquela professora que pegou você colando na prova bimestral? Além do zero que ela lhe deu, você passou o maior vexame perante os colegas. Desse dia em diante você fez uma promessa a si mesmo: nunca mais iria colar. Hoje você é um profissional de sucesso por essa decisão.
Lembra aquela namorada(o) que se encontrou com um ex- paquera e fez você sentir forte crise de ciúmes e romper o namoro? Nunca mais se encontraram novamente e esse ex-paquera provocou uma ação em sua vida. Hoje talvez você não tivesse os mesmos filhos, a mesma esposa(o) ou, por causa disso, nem se casou. Esse anjo do destino mudou sua vida e você seguiu o caminho que estava traçado para você.
Talvez você não queira aceitar, mas aquele colega de trabalho que o apunhalou pelas costas e entregou sua cabeça servida em uma bandeja ao chefe, também mudou sua vida. Você perdeu o emprego, ficou meses sem trabalho, fez cursos novos e aperfeiçoou seu saber. Hoje, em outro trabalho, conseguiu o sucesso e prestígio que nunca teria naquele emprego.
Na hora de sair, você se atrasou para pegar o avião, porque chegou um cliente inesperado que o fez perder o seu vôo. Horas depois, recebe a notícia: os passageiros “daquele avião” não sobreviveram ao trágico acidente. Aí você agradece o “mala”que salvou a sua vida. O Anjo de seu destino foi enviado a você na hora exata.
Muitas vezes, nossos Anjos do Destino são obrigados a nos dar um remédio ruim, mas que tem o poder de nos curar pelo resto de nossas vidas e nos colocar no rumo certo.
Percebe agora quem são os seus Anjos do Destino? São pessoas que, por alguma razão, entram em nossa vida e provocam em nós uma mudança que alterará o resto de nossos dias.
Nada acontece por acaso. Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado, com certeza vai mais longe!

Desconheço o autor

Todas as vitórias que alcançamos nascem do desejo do nosso coração. Mesmo os sonhos que vivemos, indevidamente, para os outros e sua felicidade, são anseios para satisfazer nosso eu. Até o amor que sela e prende o outro a nós, como se essa pessoa fosse a coisa mais importante do mundo, é a busca da nossa própria satisfação. Se assim não fosse, a libertaríamos dos laços que a prendem e sua felicidade seria nossa felicidade.
Portanto, falta-nos a consciência da nossa própria importância. Depositamos nas pessoas e bens a chave da nossa felicidade, agimos e reagimos segundo reações alheias. Olhamos o mundo como simples espectadores e navegamos nas emoções que nos proporcionam.
Deus não nos fez para sermos egoístas, mas não nos fez também para estarmos em segundo plano. Somos pessoas únicas e importantes e cada batida do nosso coração conta aos olhos dEle.
Podemos tentar fugir da solidão, mas jamais devemos tentar fugir dos momentos de estar só. São nesses momentos preciosos que aprendemos a nos conhecer, que crescemos espiritualmente, que reforçamos o vínculo que nos liga a Deus.
Tenho aprendido a tolerância e paciência para com meus semelhantes e colho frutos desse aprendizado. O que não aprendi ainda é a tolerância comigo mesma, por isso fico às vezes, sem escrever, não me sinto satisfeita com o que faço. Portanto, eu não deveria julgar e deixar fluir aos outros o que eu puder oferecer.
Todos os textos que escrevi até esse momento foram resultado de momentos em que estive comigo mesma, onde pude ouvir minha voz e compreender a voz de Deus. Esses momentos de “solidão necessária” são preciosos e penso que todos deveriam experimentar.

Letícia Thompson

Há 500 mil anos, a cada nova manhã nossos ancestrais deixavam suas cavernas e saíam pelo mundo à procura de alimento.
Ao fim de mais um dia de luta e labuta, retornavam felizes para suas cavernas, com a missão cumprida de prover o sustento de seus pares e seus rebentos.
E assim levavam as suas vidas, até o dia em que alguma doença ou acidente ou a velhice lhes apontasse o fim da estrada terrena.
Nossos antepassados ainda não conheciam a arte da palavra, e lhes faltavam todas as inutilidades que hoje julgamos tão necessárias,.mas algo nos diz que eles, vivendo segundo as leis da Natureza, eram felizes com o que possuíam.
500 mil anos se passaram desde o tempo dos homens das cavernas.
E de um modo similar aos tempos de outrora, hoje a cada manhã os homens deixam suas “cavernas” a fim de garantir o sustento de seus lares e seus rebentos.
Talvez a maior mudança seja o fato de que hoje geralmente ambos, homens e mulheres, deixam a “caverna” a fim de garantir a subsistência da família.
É uma prática comum nos tempos presentes ver casais que passam o dia todo, todos os dias, fora de casa.
Em tempos de consumismo desesperado, ninguém está satisfeito com o que tem. A regra é querer sempre mais e mais e mais...
Mas se ambos, pai e mãe, passam os dias sobretarefados com mil afazeres, como fica a educação das crianças pequeninas?
Um dia ainda haveremos de compreender que a televisão e a internet são péssimas companhias para crianças pequenas, que estão começando sua jornada pelo mundo.
Datam de 500 mil anos os primeiros vestígios da utilização do fogo pelo homem.
O fogo se tornou, nas mãos humanas, o primeiro meio para modificar o mundo, sendo a primeira forma de energia que conseguimos dominar.
Um trovão, um vulcão ou qualquer feliz acaso levou nossos antepassados a conhecer o fogo, um precioso recurso contra o rigor do inverno.
Quantos séculos talvez se escoaram antes que os homens chegassem a poder ver outro fogo além do fogo do céu?
Quantas vezes não o deixaram apagar antes de ter adquirido a arte de reproduzi-lo?
Quantas vezes, em meio à noite escura, não se deixaram maravilhar pelas cores, pelas sombras, e pelo crispar da lenha?
Nos tempos presentes, quem é que ainda se maravilha diante da beleza do fogo?
Tristes tempos os nossos, tão pobres de encanto e deslumbramento...
É doloroso constatar o quão pouco evoluímos de fato desde o tempo em que habitávamos as cavernas, há 500 mil anos.
São tempos duros os nossos, nos quais de um lado vemos a corrosão das crenças, e do outro a manipulação do imaginário como arma de exploração pelas leis do mercado.
Há quem diga que precisamos mergulhar profundo na desilusão para podermos assumir o enfrentamento espiritual necessário para regenerar o ser humano e o mundo.
Mergulhar sob a superfície dos dias e das horas, para tentar sondar a Essência que se oculta, e que não se revela aos sentidos.
Buscar a espiritualidade pura e primordial que, sob o verniz da realidade, se esconde.
Esta existência terrena é apenas uma etapa de uma caminhada infinita.
Ter ouvidos para o Silêncio do Transcendente, capaz de transformar os corações e de mover o mundo.
A força de um pássaro, a leveza de uma flor. E o céu que nos evoca a sermos o melhor que podemos.
Um minuto, uma gota, uma nota, um instante...
“Um outro mundo é possível.”
Felizes os que se empenham por transformá-lo.

Desconheço o autor

Havia uma flor à beira de um rio que se apaixonou pelo mar.
Talvez por ouvir o sussurro das águas do rio, que corriam ansiosas para desembocarem na sua imensidão, passou a amar profundamente aquele ser conhecido apenas pelo ouvir falar do vento e dos pássaros.
Apaixonou-se por alguém que nunca viu, mas sempre quis estar junto; de longe ouvia o canto ritmado das ondas e imaginava-se naqueles braços, numa dança contínua da qual só os que têm em si muito amor sabem o ir e vir.
Sonhava com o dia em que pudesse estar envolvida por aquele tão admirado e imenso ser.
E sentiria suas pétalas acarinhadas por alguém que, certamente, lhe saberia a alma de flor delicada.
Tanto sonhou e pediu que, um pássaro sensibilizado, mesmo avisando-lhe do risco que corria, atendeu seu pedido de cortar-lhe a haste.
Seguindo o rio e deixando-se levar pela correnteza, iria ao encontro de seu querido e a ele juntar-se-ia para sempre.
Caindo no rio, sentiu de imediato seu corpo gelar naquelas águas rudes e fortes que a arrastavam rapidamente.
A princípio, gostou daquela velocidade com que ia ao seu destino.
Depois sentiu a primeira mordida de um peixe que lhe amputou parte de uma pétala; começou, então, seu caminho de sofrimento.
Troncos no meio do caminho insistiam em lhe obstruir a passagem e, cega, sendo levada pela força da água, batia contra pedras que iam lhe dilacerando e tirando sua beleza de flor.
Enormes cachoeiras traziam quedas violentas. Medo vencido por uma determinação de quem sabe o que quer.
Mesmo quase desmaiada e toda machucada, levava consigo o alento de ir encontrar com seu amor.
Todas as dores do mundo não se comparavam à felicidade de realizar o seu sonho.
Tudo vale a pena quando se ama.
Até que, muitos dias depois, totalmente deformada e quase inconsciente, viu chegado o momento com o qual sonhou.
As águas do rio encontravam-se com o mar com tanto ímpeto que, no encontro, foi arremessada para cima.
Naquele exato instante, olhou para o céu e agradeceu a Deus por haver chegado a quem tanto amou.
E seus pedaços boiaram inertes sobre aquelas águas que, minutos depois, sequer lembrariam daquela pequenina criatura – um dia tão linda – Flor.
Poucos, além dos pássaros e do vento, souberam da flor, mas ela realizou seu sonho. Conheceu o mar!
Na vida, não podemos reclamar dos caminhos que escolhemos.
Qualquer caminho é uma opção nossa.
Até morrer de amor.
Pensando nisso, entre duas lágrimas com gosto de sal e o esboço de um sorriso irônico, de repente, me dei conta de uma coisa: Eu conheci o mar!

Paulo Moreira

Nesta época, gosto de tratar da vida. Dou a roupa que não uso mais. Livros que não pretendo reler. Envio caixas para bibliotecas. Ou abandono um volume em um shopping ou café, com uma mensagem: "Leia e passe para frente!".
Tento avaliar meus atos através de uma perspectiva maior.
Penso na história dos Três Porquinhos. Cada um construiu sua casa. Duas, o Lobo derrubou facilmente. Mas a terceira resistiu porque era sólida. Em minha opinião, contos infantis possuem grande sabedoria, além da história propriamente dita. Gosto desse especialmente.
Imagino que a vida de cada um seja semelhante a uma casa. Frágil ou sólida, depende de como é construída. Muita gente se aproxima de mim e diz: Eu tenho um sonho, quero torná-lo realidade! Estremeço.
Frequentemente, o sonho é bonito, tanto como uma casa bem pintada. Mas sem alicerces. As paredes racham, a casa cai repentinamente, e a pessoa fica só com entulho. Lamenta-se.
Na minha área profissional, isso é muito comum.
Diariamente sou procurado por alguém que sonha em ser ator ou atriz sem nunca ter estudado ou feito teatro. Como é possível jogar todas as fichas em uma profissão que nem se conhece?
Há quem largue tudo por uma paixão. Um amigo abandonou mulher e filho recém-nascido. A nova paixão durou até a noite na qual, no apartamento do 10º andar, a moça afirmou que podia voar. Deixa de brincadeira, ele respondeu.
Eu sei voar, sim! rebateu ela.
Abriu os braços, pronta para saltar da janela. Ele a segurou. Gritou por socorro. Quase despencaram. Foi viver sozinho com um gato, lembrando-se dos bons tempos da vida doméstica, do filho, da harmonia perdida!
Algumas pessoas se preocupam só com os alicerces. Dedicam-se à vida material. Quando venta, não têm paredes para se proteger. Outras não colocam portas. Qualquer um entra na vida delas.
Tenho um amigo que não sabe dizer não (a palavra não é tão mágica quanto uma porta blindada). Empresta seu dinheiro e nunca recebe. Namora mulheres problemáticas. Vive cercado de pessoas que sugam suas energias como autênticos vampiros emocionais. Outro dia lhe perguntei: Por que deixa tanta gente ruim se aproximar de você?
Garante que no próximo ano será diferente. Nada mudará enquanto não consertar a casa de sua vida.
São comuns as pessoas que não pensam no telhado. Vivem como se os dias de tempestade jamais chegassem. Quando chove, a casa delas se alaga.
Ao contrário das que só cuidam dos alicerces, não se preocupam com o dia de amanhã.
Certa vez uma amiga conseguiu vender um terreno valioso recebido em herança. Comentei:
Agora você pode comprar um apartamento para morar.
Preferiu alugar uma mansão. Mobiliou. Durante meses morou como uma rainha. Quase um ano depois, já não tinha dinheiro para botar um bife na mesa!
Aproveito as festas de fim de ano para examinar a casa que construí. Alguma parede rachou porque tomei uma atitude contra meus princípios?
Deixei alguma telha quebrada?
Há um assunto pendente me incomodando como uma goteira?
Minha porta tem uma chave para ser bem fechada quando preciso, mas também para ser aberta quando vierem as pessoas que amo?
É um bom momento para decidir o que consertar. Para mudar alguma coisa e tornar a casa mais agradável.
Sou envolvido por um sentimento muito especial.
Ao longo dos anos, cada pessoa constrói sua casa.
O bom é que sempre se pode reformar, arrumar, decorar!
E na eterna oportunidade de recomeçar reside a grande beleza de ser o arquiteto da própria vida.

Walcyr Carrasco

Na sala de reunião de uma multinacional, o diretor, nervoso, fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível"!
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.
De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E Beethoven?
- Como? - o encara o diretor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio…
O funcionário fala então:
-Ouvi essa estória esses dias, contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar. Então, pergunto: quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Etc?…
O rapaz fez uma pausa e continuou:
-Todos esses talentos que marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, mostraram que são sim, insubstituíveis. Que cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Não estaria na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe, em focar no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia em reparar seus 'erros ou deficiências'?
Nova pausa e prosseguiu:
-Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se BEETHOVEN ERA SURDO, se PICASSO ERA INSTÁVEL, CAYMMI PREGUIÇOSO, KENNEDY EGOCÊNTRICO, ELVIS PARANÓICO… O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Mas cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços, em descobrir os PONTOS FORTES DE CADA MEMBRO. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Divagando o assunto, o rapaz continuava.
-Se um gerente ou coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de ‘técnico de futebol’, que barraria o Garrincha por ter as pernas tortas; ou Albert Einstein por ter notas baixas na escola; ou Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria PERDIDO todos esses talentos.
Olhou à sua a volta e reparou que o Diretor olhava para baixo, pensativo.
E voltou a dizer nesses termos:
Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos, não haveria montanha, nem lagoas, nem cavernas, nem homens, nem mulheres, nem sexo, nem chefes, nem subordinados… Apenas peças… E nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões que 'foi pra outras moradas'. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:…NINGUÉM… Pois nosso Zaca é insubstituível.” – concluiu, o rapaz e o silêncio foi total.
Conclusão:
PORTANTO, NUNCA ESQUEÇA: VOCÊ É UM TALENTO ÚNICO! COM TODA CERTEZA, NINGUÉM TE SUBSTITUIRÁ!
"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."
"NO MUNDO SEMPRE EXISTIRÃO PESSOAS QUE VÃO TE AMAR PELO QUE VOCÊ É… E OUTRAS… QUE VÃO TE ODIAR PELO MESMO MOTIVO… ACOSTUME-SE A ISSO… COM MUITA PAZ DE ESPÍRITO…".

Desconheço o autor

Relações humanas é um assunto atual. Nunca se falou tanto, nunca se debateu tanto e nunca, provavelmente, as pessoas estiveram tão perdidas nesse mesmo assunto, onde cada qual busca a satisfação e engrandecimento pessoal em desfavor do que está ao seu lado.
As pessoas querem crescer, evoluir, provar a si e aos outros que podem, que são, que chegarão a algum lugar e para muitos, pouco importa o preço.
Todos querem construir... mas esquecem-se que nada se constrói sozinho e que o fator não só é importante, mas é essencial na fundação de qualquer obra.
A distância física, intelectual ou financeira não separa tanto as pessoas quanto as barreiras emocionais, essas mesmas que fazem com que as pessoas sintam-se gigantes ou minúsculas.
Nas empresas, a pirâmide serve não só para mostrar quem está em nível mais elevado, mas sobretudo, os que estão nas mais baixas escalas. Porém quando se trata da parte emocional, não existe pirâmide.
O respeito ao ser humano não depende de grau de inteligência, idade ou diplomas obtidos. Nessa área, todos encontram-se na mesma linha, sempre horizontal.
As empresas, entidades, grupos ou sociedades que compreendem isso, vêem a produtividade aumentar, pois a satisfação gera motivação.
As pessoas que não precisam gastar suas energias com sentimento de desvalorização, ocupam essas mesmas energias para o progresso.
Todo mundo ganha com isso.
As pessoas grandes abrem-se e não têm medo de perder, porque dar de si é também estar aberto a receber.
É importante sentir-se bem em qualquer ambiente.
É importante sentir-se gente, ser outra coisa além de uma profissão, uma máquina que gera lucro.
É importante cuidar das pessoas com mais carinho do que se cuida de objetos.
É muito importante, para um mundo mais humano, ser mais humano nas relações.

Letícia Thompson

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