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Atitude é Tudo

Seja mais humano e agradável com as pessoas.
Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.
Ame generosamente...
Cuide-se intensamente...
Fale com gentileza...
E, principalmente, não reclame.
Deixe o restante com Deus.

Textos mais lidos

Viver através dos outros é uma maneira tanto de alcançar o inalcançável quanto de fugir à eventuais conseqüências desse mesmo tipo de viver.
Sonhamos não o sonho dos outros, pois nada mais individual e pessoal que sonhos, mas através do que outros possuem ou aparentam ter.
Vemos a vida como quem assiste uma novela, nos ligamos, nos emocionamos, até sofremos e nos alegramos, mas podemos a qualquer momento desligar a televisão e fazer alguma outra coisa. Nos envolvemos sem estarmos verdadeiramente dentro, estamos sob a chuva cobertos por um guarda-chuva.
Assim também vemos o aperfeiçoamento pessoal. Tão brilhante e aquecedor quanto a luz do sol, a grandeza de certas almas chega até a nós, porém vemos isso como se fôssemos simples expectadores da vida.
É bonito ser bom, é nobre ser humilde e ter em si o dom do perdão, ou pelo menos a vontade maior de se chegar até lá, mas nos sentimos incapazes de atingir tal grandeza, como se o "ser bom" e o "procurar construir um mundo melhor" fosse dado apenas a certos privilegiados dos quais nos excluímos.
Toda caminhada é um trabalho sobre si mesmo. Se a mente não ordena as pernas não andam. Pensar que a vida foi construída apenas para alguns privilegiados e que podemos ficar de fora é negar a nós mesmos a possibilidade de chegar a um cimo. O que é difícil para uns o é para outros, talvez em escalas diferentes, mas difícil ainda assim.
Por que o ser humano recusa-se terminantemente a uma mudança radical, quando essa mudança é para seu próprio bem? Talvez por se sentir incapaz, não merecedor ou simplesmente porque a acomodação exige menos esforço.
Pedras preciosas são, a princípio, grosseiras pedras que podem ser confundidas com quaisquer outras. O polimento requer quebra, corte, mudança e tempo. Entregarmo-nos a esse polimento é recolhermo-nos, abandonarmos as idéias pré-concebidas e abrirmo-nos a algo novo, desconhecido e temível ao mesmo tempo.
Preferimos sim sonhar através dos outros. Vivemos sem vivermos e alcançamos nosso alvo sem chegarmos a lugar nenhum.
Só que o mundo foi feito para todos nós. Ele foi cuidadosa e minuciosamente sonhado e realizado e nós somos as privilegiadas flores que o Senhor plantou. Importa pouco se essa flor nasceu antes ou depois, se é mais viva, maior ou mais resistente, Deus dá a cada um de nós meios de sobrevivência e a oportunidade de crescimento.
Ele nos dá não sonhos longíquos e impossíveis, mas ferramentas e verdadeiras possibilidades. O que vamos fazer de tudo isso depende inteiramente de nós.

© Letícia Thompson

Pais heróis e mães rainhas do lar.
Passamos boa parte da nossa existência cultivando estes estereótipos.
Até que um dia o pai herói começa a passar o tempo todo sentado, resmunga baixinho e puxa uns assuntos sem pé nem cabeça.
A rainha do lar começa a ter dificuldade de concluir as frases e dá pra implicar com a empregada.
O que papai e mamãe fizeram para caducar de uma hora para outra?
Nossos pais envelhecem.
Ninguém havia nos preparado pra isso.
Um belo dia eles perdem o garbo, ficam mais vulneráveis e adquirem umas manias bobas.
Estão cansados de cuidar dos outros e de servir de exemplo: agora chegou a vez de eles serem cuidados e mimados por nós, nem que pra isso recorram a uma chantagenzinha emocional.
Têm muita quilometragem rodada e sabem tudo, já viram de tudo, e o que não sabem já não importa mais.
Não fazem mais planos a longo prazo, agora dedicam-se a pequenas aventuras, como comer escondido tudo o que o médico proibiu.
Estão com manchas na pele. Ficam tristes de repente. Mas não estão caducos: caducos ficam os filhos, que relutam em aceitar o ciclo da vida.
É complicado aceitar que nossos heróis e rainhas já não estejam no controle da situação. Estão frágeis e um pouco esquecidos, têm este direito, mas seguimos exigindo deles a energia de uma usina.
Não admitimos suas fraquezas, seu desânimo. Ficamos irritados se eles se atrapalham com o celular e ainda temos a cara-de-pau de corrigi-los quando usam expressões em desuso: "cafona"? "na fossa"? "automóvel"?
Em vez de aceitarmos com serenidade o fato de que as pessoas adotam um ritmo mais lento com o passar dos anos, simplesmente ficamos irritados por eles terem traído nossa confiança, a confiança de que seriam indestrutíveis como os super-heróis.
Provocamos discussões inúteis e os enervamos com nossa insistência para que tudo siga como sempre foi. Essa nossa intolerância só pode ser medo.
Medo de perdê-los e medo de perdermos a nós mesmos, medo de também deixarmos de ser lúcidos e joviais.
É uma enrascada essa tal de passagem do tempo.
Nos ensinam a tirar proveito de cada etapa da vida, mas é difícil aceitar as etapas dos outros, ainda mais quando os outros são papai e mamãe, nossos alicerces, nosso porto seguro, aqueles para quem sempre podíamos voltar, e que agora estão dando sinais de que um dia irão partir sem nós e sem aviso...

Desconheço o autor




A química tem dessas coisas
que a gente nunca pode explicar
mas a Chapeuzinho Vermelho
me levou a pensar
"Que olhos grandes você tem..."
Já sabendo ter algo errado
o olhar revela o outro
tem da alma o cadeado


"Que orelhas enormes você tem..."
pois sabia que era ouvida
mas falava com a mesma doçura
que aos outros alegrava a vida

"Que mãos peludas e grandes você tem..."
já antecipando o toque
e o desejo de ser possuída
por tudo que lhe provoque


"Que nariz enorme você tem..."
disse sabendo que era doce o cheiro
que seu corpo exalava no ar
e estremecia o lobo inteiro

"Mas que boca grande você tem..."
Disse a chapeuzinho já preparada
pois ter reconhecido seus sentidos
a deixou mais que encantada.

Chapeuzinho foi um exemplo
da nossa forma de selecionar
quem pensa que não usa os sentidos
está certamente a se enganar...

Raquel Donegá

Uma mulher acordou uma manhã após a quimioterapia, olhou no espelho e percebeu que tinha somente três fios de cabelo na cabeça. "Bom", ela disse,"acho que vou trançar meus cabelos hoje". Assim ela fez e teve um dia maravilhoso.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e viu que tinha somente dois fios de cabelo na cabeça. "Hummm", ela disse, "acho que vou repartir meu cabelo no meio hoje". Assim ela fez e teve um dia magnífico.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que tinha apenas um único fio de cabelo na cabeça. "Bem", ela disse, "hoje vou amarrar meu cabelo como um rabo de cavalo". Assim ela fez e teve um dia divertido.
No dia seguinte, ela acordou, olhou no espelho e percebeu que não havia nenhum fio de cabelo na cabeça. "Yeeesss", ela exclamou, "hoje não tenho que pentear meu cabelo".

Atitude é tudo! Seja mais humano e agradável com as pessoas. Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha. Viva com simplicidade, ame generosamente. Cuide-se intensamente, fale com gentileza e, principalmente, não reclame.
Se preocupe em agradecer pelo que você é e por tudo o que tem! Sabemos que é difícil assim agir muitas vezes mas se faz necessário.


Desconheço o autor

QUALQUER SEMELHANÇA COM AS FINANÇAS MUNDIAIS NAO E MERA COINCIDÊNCIA !!!)

Um homem usando gravata chegou certo dia a um vilarejo.
Subiu em um caixote, gritando a quem quisesse ouvir que ele compraria por 100 euros em dinheiro cada asno que lhe oferecessem.
Os camponeses acharam que ele era meio estranho, mas seu preço era muito atraente e aqueles que simpatizaram com ele festejaram juntos naquele dia.

O homem retornou no dia seguinte e desta vez ofereceu 150 euros por cabeça, e boa parte dos moradores locais lhe venderam seus animais.

Nos dias que se seguiram, ele ofereceu 300 euros e aqueles que ainda resistiam venderam os últimos asnos existentes no local.

Constatando que não restava mais nenhum, ele anunciou que voltaria a comprar os asnos agora por 500 euros e deixou a cidade.

No dia seguinte ele deixou seu parceiro responsável pela tropa de jumentos que havia comprado e o enviou de volta à cidade com a ordem de revender os animais por 400 euros por cabeça.
Diante da oportunidade de lucrar 100 euros em apenas uma semana, todos os camponeses recompraram seus asnos por quatro vezes o preço que eles haviam vendido e para fazer isso todos pediram empréstimo ao banco.

Como esperado, os dois homens sumiram, foram passar suas férias em algum paraíso fiscal, e todos na cidade se viram sem seus asnos, sem dinheiro, endividados e arruinados.

Os infelizes tentaram em vão vender seus asnos para pagar suas dividas. A maldição do asno se espalhou .
Os animais foram apreendidos e alugados a seus donos anteriores pelo banco. O banqueiro por sua vez foi chorar junto ao prefeito explicando que se ele não agisse assim, também se arruinaria e teria então que cobrar os prejuízos ao município de todos os empréstimos que fez à comunidade.

Para evitar esse desastre, o Prefeito, ao invés de dar o dinheiro aos moradores locais para que pagassem suas dívidas, entregou-o ao banqueiro, amigo íntimo, primeiro adjunto, e vice-prefeito.
Desta forma, depois que pegou seu dinheiro de volta, o banqueiro nunca mais voltou a falar nada sobre as dívidas dos moradores e nem mencionou que todos estavam próximos da bancarrota.

Vendo que as notas estavam próximas do vencimento e que as taxas de juros estavam subindo, a cidade pediu ajuda aos lugarejos vizinhos, mas esses respondiam que também não podiam ajudar porque já haviam passado pelo mesmo infortúnio.

Seguindo o conselho do banqueiro, todos decidiram cortar gastos: menos dinheiro para escolas, programas sociais, saúde, estradas, polícia municipal ...

Empurraram a idade de aposentadoria para mais tarde, aboliram cargos públicos, baixaram salários e os impostos foram aumentados em paralelo. Disseram que isso era inevitável, mas prometeram moralizar este comércio escandaloso de asnos.

Esta triste história só faz sentido quando se fica sabendo que o banqueiro e os dois bandidos são irmãos e vivem juntos em uma ilha das Bermudas, comprada com o suor de seus rostos.
Eles são chamados de irmãos Marchés.
Muito generosamente, eles prometeram financiar a campanha eleitoral do prefeito em exercício.
Esta história não acabou, porque não se sabe o que fizeram os aldeões.

E você, o que você teria feito ? O que você conta fazer?

Desconheço o autor

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