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Atitude é Tudo

Seja mais humano e agradável com as pessoas.
Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.
Ame generosamente...
Cuide-se intensamente...
Fale com gentileza...
E, principalmente, não reclame.
Deixe o restante com Deus.

Textos mais lidos

"Tornei-me, por ventura, vosso inimigo por vos dizer a verdade?" (Paulo, Gálatas 4:16)

Caminhamos todos em busca de alguma coisa. Às vezes nem sabemos bem o quê.

Muitas vezes confundimos tudo. Outras, determinamos a meta e investimos.

Lutamos e avançamos com os olhos fixos no objetivo. Não paramos para ver que ao nosso redor, e, ao mesmo tempo, outras pessoas fazem ou tentam fazer o mesmo.

E todos têm os mesmos direitos e as mesmas obrigações perante a vida e a si mesmos.

Não importa quem sejam estas pessoas. Observem que nem sempre respeitamos as suas necessidades. Achamos sempre que o que fazemos e o de que necessitamos é mais importante. Com isso, invadimos o espaço alheio.

Porém, não permitimos interferências no nosso espaço.

Caminhamos alheios a toda e qualquer necessidade do nosso próximo.

Às vezes até do mais próximo.

Quando a vida ou alguém nos interrompe e nos chama a ouvir as verdades que precisamos ouvir, nos recusamos, nos sentimos invadidos, e até nos consideramos vítimas.

Não acha que é melhor parar? Ouvir e analisar?

Quem sabe se na nossa programação de vida não estão incluídas outras obrigações com pessoas e coisas que não estamos querendo ver ou admitir?

Creia: não atingimos o objetivo completo deixando algo para trás.

Então, se estamos adormecidos, ouvir algumas verdades nos faz bem. Mesmo que fira nosso orgulho e nos melindre.

É melhor caminhar mais lentamente e mantendo a tarefa em dia, do que ter que voltar mais tarde para corrigir ou buscar o que deixamos para trás.


Do livro: Na Hora Exata
Maria Cotroni Valenti

Não passes pelo mundo sem acrescentar o teu tijolo à magnífica construção do bem.

Não permitas que os teus dias se escoem sem que algo faças de útil em benefício do próximo.

Não deixes que a tua oportunidade de servir se perca no grande vazio das horas inúteis.

Não consintas em viver exclusivamente para os interesses pessoais.

Não adotes o comodismo por norma de conduta, refletindo que Jesus permanece no madeiro, braços abertos, à nossa espera.

Enquanto tens forças para caminhar, sai de ti mesmo ao encontro daqueles que choram à margem da estrada...

Atende-os, como se fossem eles - e realmente o são - vida de tua própria vida.

Liberta-te dos pesados grilhões da indiferença!

Sê a fonte de água pura para os sedentos, a côdea de pão para os famintos, a veste aconchegante para os que sentem frio, o bálsamo para as feridas que sangram, a mão amiga para os que tropeçam, o consolo para os que sofrem...

Recordando a palavra do Mestre: "Eu vos digo em verdade, quantas vezes o fizestes com relação a um desses mais pequenos de meus irmãos, foi a mim que fizestes", apressa-te no cumprimento do dever, porquanto, todas as vezes que te furtares à prática do bem, estarás, em essência, negando auxílio Àquele a quem tudo devemos.

Do livro: Brilhe vossa Luz

Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue; outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho...o de mais nada fazer.

Clarice Lispector

Gostaria de lhe colocar em situações difíceis...
Não para ver você sofrer,
Mas sim, para ver você reagir;
Gostaria de lhe colocar no meu lugar...
Não para lhe comparar,
Mas sim, para lhe ajudar;

Gostaria que não fosse tarde...
Não para dizer TE AMO,
Mas sim para expressar-te o meu amor;

Gostaria de lhe pedir...
Não para lembrar-me,
Mas sim, para não esquecer-me;

Gostaria de lhe dizer...
Não o que é errado,
Mas sim, ensinar-lhe o que é certo;

Resumindo...
Gostaria que você não me visse como uma amiga,
Mas sim como uma irmã,

Gostaria que entendesse que
Só tenho a desejar-te sorte e

Enfim dar-te o meu amor
Tão grande embora tão insignificante
Gostaria de lhe colocar em situações difíceis...
Não para ver você sofrer,
Mas sim, para ver você reagir;

Gostaria de lhe colocar no meu lugar...
Não para lhe comparar,
Mas sim, para lhe ajudar;

Gostaria que não fosse tarde...
Não para dizer TE AMO,
Mas sim para expressar-te o meu amor;

Gostaria de lhe pedir...
Não para lembrar-me,
Mas sim, para não esquecer-me;

Gostaria de lhe dizer...
Não o que é errado,
Mas sim, ensinar-lhe o que é certo;

Resumindo...
Gostaria que você não me visse como uma amiga,
Mas sim como uma irmã,

Gostaria que entendesse que
Só tenho a desejar-te sorte e

Enfim dar-te o meu amor
Tão grande embora tão insignificante...

Patrícia Liberato de Medeiros

É geralmente quando não podemos dizer mais nada que gostaríamos de ter dito algo mais.
E por que não dizemos o que sentimos e esperamos sempre para o momento seguinte?
Por que não aprendemos, definitivamente, que a vida é o que temos agora e temos nas mãos o poder de fazer dela o que queremos, que podemos evitar os arrependimentos, que podemos, simplesmente, dar e receber dela o melhor que existe?
Nós conhecemos todas as regras do bem-viver. Nós conhecemos todos os caminhos que levam ao caminho do céu e sabemos exatamente o que devemos fazer.
Quando alguém nos diz algo que vai de encontro ao que já sabíamos, é que temos aquela sensação de que apenas algo foi acordado em nós, mas ele estava lá, claro como a luz do dia e nós é que estávamos cegos. Isso nos prova que os conhecimentos estão todos em nós.
Não podemos mudar o mundo se não nos mudamos. Não podemos olhar para fora se deixamos fechados nossas janelas; não podemos fazer nada acontecer se deixamos sempre para amanhã para fazer isso ou aquilo.
Por que o orgulho fica maior que o amor dentro de nós se ele nos afasta das pessoas que mais amamos e se ele nos impede, a nós mesmos, de sermos felizes?
A família é um tesouro inestimável. E mesmo se entre pedras preciosas encontramos pedras brutas, elas também fazem parte do todo da nossa história. São nossas raízes e nossos galhos, são as flores e frutos e são o sangue que corre nas nossas veias.
Cortar laços de sangue é cortar um pouco de si mesmo, ficar aleijado de alguma forma. As grandes pessoas são aquelas que aprendem a passar por cima de muros e enxergar apenas o essencial.
Se fecharmos uma porta para alguém entrar, essa mesma porta nos impede de sair. E acabamos perdendo.
Deus escolheu uma família para enviar Seu filho porque sabe que o ser humano precisa disso para manter seu equilíbrio.
Quaisquer que forem as portas que estejam fechadas, temos uma chave nas mãos. Diminuído não é quem busca, mas quem rejeita.
O amor é capaz de criar laços onde já não mais existiam e construir pontes que nos levarão aos outros e eles a nós. E por onde, com toda a certeza, Deus terá prazer em caminhar.

Letícia Thompson

Um paciente diz ao psiquiatra:
- Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo. Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima... Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima... Estou ficando maluco!
- Deixe-me tratar de você durante dois anos. Venha três vezes por semana e eu curo este problema, diz o psiquiatra.
- E quanto o senhor cobra?- pergunta o paciente.
- R$ 120,00 por sessão -responde o psiquiatra.
- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.
Passados seis meses eles se encontram na rua.
- Por que você não me procurou mais? ? pergunta o psiquiatra.
- A 120 reais a consulta, três vezes por semana, dois anos = R$ 37.440,00. Ia ficar caro demais. Aí um sujeito num bar me curou por 10 reais.
- Ah é? Como? ? - pergunta o psiquiatra.
- Por 10 reais ele cortou os pés da cama.

Muitas vezes o problema é sério, mas a solução pode ser muito simples. Há uma grande diferença entre foco no problema e foco na solução. Concentre-se na solução ao invés de ficar pensando no problema.




Desconheço o autor

Se um cachorro fosse professor, você aprenderia coisas assim:
Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.
Nunca perca uma oportunidade de ir passear.
Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.
Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.
Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.
Corra, pule brinque todos os dias.
Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.
Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.
Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e deite debaixo da sombra de uma árvore.
Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.
Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado...volte e faça as pazes novamente.
Aproveite o prazer de uma longa caminhada.
Se alimente com gosto e entusiasmo.
Seja legal.
Coma o suficiente.
Nunca permita ser o que você não é.
E o MAIS importante de tudo...
Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.

Ramiro rios

É hora de substituir o ideal romântico do amor que basta em si mesmo (por isso não dura) por uma relação que traga crescimento individual.
Há algo de errado na forma como temos vivido nossas relações amorosas. Isso é fácil de ser constatado, pois temos sofrido muito por amor. Se o que anda bem tem que nos fazer felizes, o sofrimento só pode significar que estamos numa rota equivocada. Desde crianças, aprendemos que o amor não deve ser objeto de reflexão e de entendimento racional; que deve ser apenas vivenciado, como uma mágica fascinante que nos faz sentir completos e aconchegados quando estamos ao lado daquela pessoa que se tornou única e especial. Aprendemos que a mágica do amor não pode ser perturbada pela razão, que devemos evitar esse tipo de contaminação para podermos usufruir integralmente as delícias dessa emoção – só que não tem dado certo. Vamos tentar, então, o caminho inverso: vamos pensar sobre o tema com sinceridade e coragem. Conclusões novas, quem sabe, nos tragam melhores resultados.
Vamos nos deter em apenas uma das idéias que governam nossa visão do amor. Imaginamos sempre que um bom vínculo afetivo significa o fim de todos os nossos problemas. Nosso ideal romântico é assim: duas pessoas se encontram, se encantam uma com a outra, compõem um forte elo, de grande dependência, sentem-se preenchidas e completas e sonham em largar tudo o que fazem para se refugiar em algum oásis e viver inteiramente uma para a outra usufruindo o aconchego de ter achado sua metade da laranja. Nada parece lhes faltar. Tudo o que antes valorizavam – dinheiro, aparência física, trabalho, posição social etc. – parece não ter mais a menor importância. Tudo o que não diz respeito ao amor se transforma em banalidade, algo supérfluo que agora pode ser descartado sem o menor problema.
Sabemos que quem quis levar essas fantasias para a vida prática se deu mal. Com o passar do tempo, percebe-se que uma vida reclusa, sem novos estímulos, somente voltada para a relação amorosa, muito depressa se torna tediosa e desinteressante. Podemos sonhar com o paraíso perdido ou com a volta ao útero, mas não podemos fugir ao fato de que estamos habituados a viver com certos riscos, certos desafios. Sabemos que eles nos deixam em alerta e intrigados; que nos fazem muito bem.
De certa forma, a realização do ideal romântico corresponde à negação da vida. Visto por esse ângulo, o amor é a antivida, pois em nome dele abandonamos tudo aquilo que até então era a nossa vida. No primeiro momento até podemos achar que estamos fazendo uma boa troca, mas rapidamente nos aborrecemos com o vazio deixado por essa renúncia à vida. A partir daí, começa a irritação com o ser amado, agora entendido como o causador do tédio, como uma pessoa pouco criativa e desinteressante. O resultado todos conhecemos: o casal rompe e cada um volta à sua vida anterior, levando consigo a impressão de ter falido em seus ideais de vida.
Os doentes acham que a saúde é tudo. Os pobres imaginam que o dinheiro lhes traria toda a felicidade sonhada. Os carentes – isto é, todos nós – acham que o amor é a mágica que dá significado à vida. O que nos falta aparece sempre idealizado, como o elixir da longa vida e da eterna felicidade.
Diariamente, porém, a realidade nos mostra que as coisas não são assim, e acho importante aprendermos com ela. Nossas concepções têm de se basear em fatos, nossos projetos têm que estar de acordo com aquilo que costuma dar certo no mundo real. Fantasias e sonhos, ao contrário, têm origem em processos psíquicos ligados às lembranças e frustrações do passado. É importante percebermos que o que poderia ser uma ótima solução aos seis meses de idade, como voltar ao útero materno, será ineficaz e intolerável aos 30 anos. A bicicleta que eu não tive aos 7 anos, por exemplo, não irá resolver nenhum dos meus problemas atuais. É preciso parar de sonhar com soluções que já não nos satisfazem a adaptar nossos sonhos à realidade da condição de vida adulta.
Se é verdade, então, que o amor nos enche de alegria, vitalidade e coragem – e isso ninguém contesta –, por que não direcionar essa nova energia para ativar ainda mais os projetos nos quais estamos empenhados? Quando amamos e nos sentimos amados por alguém que admiramos e valorizamos, nossa auto-estima cresce, nos sentimos dignos e fortes. Tornamo-nos ousados e capazes de tentar coisas novas, tanto em relação ao mundo exterior como na compreensão da nossa subjetividade. Em vez de ser um fim em si mesmo, o amor deveria funcionar como um meio para o aprimoramento individual, nos curando das frustrações do passado e nos impulsionando para o futuro. Casais que conseguem vivê-lo dessa maneira crescem e evoluem, e sob essa condição seu amor se renova e se revitaliza.

Flávio Gikovate

A amizade é o sentimento que imanta as almas umas às outras, gerando alegria e bem-estar.
A amizade é suave expressão do ser humano que necessita intercambiar as forças da emoção sob os estímulos do entendimento fraternal.
Inspiradora de coragem e de abnegação. A amizade enfloresce as almas, abençoando-as com resistências para as lutas.
Há, no mundo moderno, muita falta de amizade!
O egoísmo afasta as pessoas e as isola.
A amizade as aproxima e irmana.
O medo agride as almas e infelicita.
A amizade apazigua e alegra os indivíduos.
A desconfiança desarmoniza as vidas e a amizade equilibra as mentes, dulcificando os corações.
Na área dos amores de profundidade, a presença da amizade é fundamental.
Ela nasce de uma expressão de simpatia, e firma-se com as raízes do afeto seguro, fincadas nas terras da alma.
Quando outras emoções se estiolam no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada dos homens que se estimam.
Se a amizade fugisse da Terra, a vida espiritual dos seres se esfacelaria.
É meiga e paciente, vigilante e ativa.
Discreta, apaga-se, para que brilhe aquele a quem se afeiçoa.
Sustenta na fraqueza e liberta nos momentos de dor.
A amizade é fácil de ser vitalizada.
Cultivá-la, constitui um dever de todo aquele que pensa e aspira, porquanto, ninguém logra êxito, se avança com aridez na alma ou indiferente ao elevo da sua fluidez.
Quando os impulsos sexuais do amor, nos nubentes, passam, a amizade fica.
Quando a desilusão apaga o fogo dos desejos nos grandes romances, se existe amizade, não se rompem os liames da união.
A amizade de Jesus pelos discípulos e pelas multidões dá-nos, até hoje, a dimensão do que é o amor na sua essência mais pura, demonstrando que ela é o passo inicial para essa conquista superior que é meta de todas as vidas e mandamento maior da Lei Divina.

Joanna de Ângelis

A tentação é uma prova pela qual passa nossa parte humana em grau mais ou menos elevado. Geralmente atinge nosso lado fragilizado e carente onde, por isso mesmo, existe uma brecha. Ou seja, chega aos momentos onde estamos mais vulneráveis e é preciso estar atentos para não cairmos nessa armadilha que nos conduzirá ou ao sofrimento ou a perdas, às vezes irreparáveis.

Elas são diferentes para cada um segundo aquilo que seu coração dá maior ou menor importância. Assim, um copo de bebida alcoólica representa uma tentação para quem está tentando parar de beber e não representa nada para uma pessoa comum. Por isso mesmo precisamos estar vigilantes com as nossas fraquezas, pontos sensíveis onde sabemos que podemos ser levados.

Não se julgue forte demais. Você nunca esteve diante de algo que foi mais forte do que suas próprias forças e que te fizeram, por um instante, se esquecer de tudo o mais? Alguma coisa assim tão forte que por um momento você tivesse perdido toda a noção de pecado, certo ou errado... Por algum instante você não pensou, você se deixou levar, sem medir conseqüências, sem pensar no depois.

É como se no mundo todo só existisse você e seu desejo. Mas a realidade é cruel depois. A consciência acusa. Para alguns é suficiente esse sentimento de culpa para refletir e parar por aí. Mas para outros... A prática contínua de atos pecaminosos pode levar à idéia de que tudo é natural e sempre haverá uma desculpa, um meio de justificação para esse ato ou aquele.

Deus não nos acusa. O fato de cairmos em tentação uma vez ou outra não nos torna pessoas perdidas, desde que reconheçamos nosso erro. O que Deus não aprova são essas pessoas para as quais o pecado torna-se coisa natural e que se justificam dizendo que a vida passa muito rápida e que devemos tudo experimentar.

Se você se conhece o bastante para ter consciência das suas fraquezas e não sabe se terá forças ou não para resistir, evite passar pelo caminho. Isso se chama sabedoria. Se soubermos que existe um abismo na nossa frente, vamos nos desviar, não? É assim com a vida... Certos caminhos, certas escolhas, podem ser abismos dos quais dificilmente poderemos sair.

A felicidade plena é a paz de espírito, a sensação de bem estar com a vida, com o corpo, com a alma. Se estivermos nesse caminho, sigamos em frente. Se não... É sempre tempo de voltar e escolher uma nova direção.

Letícia Thompson

Já que o amor chega de repente, deixa ele te surpreender,e invadir o seu coração sem nenhum pudor,fazer com que a sua alma vibre, que você sorria, assim, sem motivo aparente, com a alegria dos simples.
O amor é isso não é?
Uma alegria inexplicável, um desejo que é maior que tudo,maior que o racional que pede prudẽncia,onde a gente se deixa levar pela inocência,e diz coisas que nem deveria dizer,faz coisas que não saberia fazer,aprende com a delicadeza do sentimento que envolve,e se é para viver o amor, que seja de verdade,puro, intenso, rico de experiências,na explosão dos hormônios descontrolados,das mãos que se buscam, dos corpos que se tocam,pelos que se roçam, energias que se trocam…
Deixe o amor te envolver,ainda que seja para reacender uma velha chama.
Pois o que já foi fogo, pode ser aceso mais de uma vez.
Só não se acende aquilo que já morreu,que foi abandonado pelo tempo.
Tempo este, que hoje pede sua atenção,para não deixar o amor morrer em vão.
O amor pede tempo e atenção.
Por isso, nada de reclamar da solidão,envolva-se com a vida, com o bem,envolva-se com pessoas que buscam o mesmo sentido,pois assim, no caminho percorrido,alguém achará uma trilha longe da razão,e vai acabar achando você,flechando o seu coração.
O amor é surpreendentemente gostoso,simples e feito prá você!

Eu acredito em você

Paulo Roberto Gaefke

O NAVIO, ENQUANTO ESTÁ ATRACADO
NO PORTO, ESTÁ SEGURO;
PORÉM, NÃO FOI PARA ISTO
QUE ELE FOI CONSTRUÍDO!

Assim somos nós, Somos como um Navio
Enquanto estamos acomodados e conformados com a situação
na qual nos encontramos, aparentemente estamos seguros.
Nada nem ninguém nos incomoda.
Mas, quando decidimos lutar por Algo mais e por dias melhores,
aí começam as tempestades e as dificuldades.
Surgem invejosos, pessimistas e até INIMIGOS
para nos fazer desanimar.
Porém, entenda:
VOCÊ NÃO NASCEU PARA FICAR NUMA MESMA POSIÇÃO!
DEUS TEM ALGO MAIS PARA VOCÊ!
DEUS TEM NOVOS HORIZONTES PARA A SUA VIDA!

Não tenha medo dos ventos que sopram, Você não está só!
VOCÊ tem o MAIOR PILOTO que existe: JESUS!
Ele te conduzirá pelos Mares desta VIDA!!





Desconheço o autor

As pessoas não são eternas. Pelo menos não na vida terrena. Elas apenas passam, vivem o tempo que lhes é ofertado e retornam à terra.
Ninguém pode acrescentar um segundo sequer à sua vida ou à de alguém. Não temos esse poder e quando a hora chega, ela chega.
Mas preferimos não pensar nisso. Julgamos que temos todo o tempo do mundo para fazer isso ou aquilo, para recuperar o perdido, para sarar o ferido e restabelecer a paz.
Amanhã eu ligo amanhã eu faço, amanhã peço perdão, amanhã me reconcilio, amanhã... Como se pudéssemos segurar o amanhã em nossas mãos! Como se ele fosse chegar por nossa vontade e trazer tudo como ontem ou como hoje! Amanhã? Hoje é o amanhã de ontem e tudo continua na mesma, por que se espera pelo amanhã.
Cada qual tem sua história e suas histórias. Cada qual sua cruz e suas dores, suas alegrias, seus lamentos, seus dissabores, seus ganhos e perdas. É o que nos forma como pessoas, que nos dá a impressão de existir, de fazer parte do universo. E há, assim, como com milhares de outros, relacionamentos quebrados, porque um dia alguém feriu e foi ferido.
Quando isso acontece, construímos em volta do nosso coração um muro, uma barreira que o outro não pode atravessar. Sentimos-nos tão importantes com isso que nem percebemos que esse muro impede o outro de entrar, mas nos impede, a nós, de sair. Tornamos-nos prisioneiros, aprisionados das nossas idéias e nossas mágoas. Não estendemos a mão e recusamos a do outro, caso nos estenda.
Enquanto isso, a vida continua. Não damos, talvez para punir e não recebemos como punição que nos infligimos a nós mesmos, inconscientemente.
Vamos deixar para amanhã para resolver isso, porque hoje estamos magoados demais, não conseguimos perdoar e não queremos dar o braço a torcer, afinal, não erramos. E eu diria como Cristo, quem nunca errou que atire a primeira pedra!
Amanhã não existe. O amanhã, só o conhecemos quando o sol nasce e que o Senhor nos dá aquele dia a mais. E todo mundo não chega lá. Não podemos afirmar que estaremos ainda aqui, porque a vida é imprevisível, às vezes temos o sentimento que é mesmo cruel.
Se o hoje nos é ofertado, por que não viver sem grades e sem muros, em comunhão com o mundo e com Deus? O orgulho? Olhe para ele de cara feia e diga: eu quero é ser feliz e se eu quero, eu vou ser feliz!
Muros nos impedem de abraçar, de sentir o calor ou as batidas do coração do outro. Impedem-nos de dar e de receber, nos transformam em pessoas separadas e isoladas.
Destrua, então, com coragem, dessa que só os grandes possuem esse muro em volta do seu coração e volte a abraçar. Perdoe, mesmo se perdão não foi solicitado, porque cada qual deve dar conta da sua vida a Deus e a outra pessoa responderá por si mesma.
Liberte-se, porque se o amanhã não vier para a outra pessoa, você terá que aprender a conviver com seu coração fechado e terá perdido os melhores anos da sua vida.

Letícia Thompson

Você tem o hábito de juntar objetos inúteis no momento, acreditando que um dia (não sabe quando) poderá precisar deles?
Você tem o hábito de juntar dinheiro só para não gastá-lo, pois no futuro poderá fazer falta?
Você tem o hábito de guardar roupas, sapatos, móveis, utensílios domésticos e outros tipos de equipamentos que já não usa há um bom tempo?
E dentro de você?
Você tem o hábito de guardar mágoas, ressentimentos, raivas e medos?
Não faça isso.
É antiprosperidade.
É preciso criar um espaço, um vazio, para que as coisas novas cheguem em sua vida.
É preciso eliminar o que é inútil em você e na sua vida, para que a prosperidade venha.
É a força desse vazio que absorverá e atrairá tudo o que você almeja.
Enquanto você estiver material ou emocionalmente carregado de coisas velhas e inúteis, não haverá espaço aberto para novas oportunidades.
Os bens precisam circular.
Limpe as gavetas, os guarda-roupas, o quartinho lá do fundo, a garagem.
Dê o que você não usa mais.
Venda, troque, movimente e não acumule.
Dê espaço para o novo.
Não estamos falando do capitalismo/ consumismo, mas até mesmo aquele namoro que não ata nem desata.
A atitude de guardar um monte de coisas inúteis amarra sua vida.
Não são os objetos guardados que emperram sua vida, mas o significado da atitude de guardar.
Quando se guarda, considera-se a possibilidade da falta, da carência.
É acreditar que amanhã poderá faltar, e você não terá meios de prover suas necessidades.
Com essa postura, você está enviando duas mensagens para o seu cérebro e para a vida:
* primeira, você não confia no amanhã e,
* segunda, você acredita que o novo e o melhor não são para você, já que se contenta em guardar coisas velhas e inúteis.
O princípio de não acreditar que o melhor é para você, pode se manifestar, por exemplo, na conservação de um velho e inútil liquidificador.
Esse princípio, expresso num objeto, denota um comportamento que pode também estar presente em outras áreas da sua vida gerando entraves ao sucesso e à prosperidade.
O simples fato de dar para alguém o velho liquidificador, colocando o objeto em circulação, cria um vácuo para que algo melhor ocupe o espaço deixado.
Emocionalmente, também.
Você passa a acreditar que o novo compensará o objeto doado.
Gente, uma faxina básica, apesar da trabalheira e do cansaço que provoca, ao final é sempre bem-vinda.
Arejar espaços, fora e dentro da gente faz um bem enorme!
Vamos lá... Mãos à obra!!
Desfaça-se do que perdeu a cor e o brilho e deixe entrar o novo em sua casa e dentro de você!




Desconheço o autor

Alguma vez você já pensou aonde vão as águias quando a tormenta vem? Onde é que elas se escondem? Elas não se escondem. Abrem suas asas que podem voar a uma velocidade de até 90km/h, e enfrentam a tormenta. Elas sabem que as nuvens escuras, a tempestade e os choques elétricos podem ter uma extensão de 30 a 50m, mas lá em cima brilha o sol. Nessa luta terrível podem perder penas, podem se ferir, mas não temem e seguem em frente.
Depois, enquanto todo mundo fica às escuras embaixo, elas voam vitoriosas e em paz, lá em cima. Finalmente, as águias também morrem, mas alguma vez você achou por aí um cadáver de águia? De galinha talvez, de cachorro ou de pombo, quem sabe até de um bicho de mato nessas extensas estradas de reserva ecológica, mas cadáver de águia você não encontra. Sabe por quê? Porque quando elas sentem que chegou a hora de partir, não se lamentam nem ficam com medo. Procuram com seus olhos o pico mais alto, tiram as últimas forças de seu cansado corpo e voam aos picos inatingíveis e aí esperam resignadamente o momento final.

Até para morrer elas são extraordinárias. Talvez por isso o profeta Isaías compara os que confiam no Senhor com águias.

Quem sabe hoje você tem diante de si um dia cheio de desafios.
Alguns deles podem parecer impossíveis de ser vencidos, mas lembre-se: descanse no Pai, passe o tempo com Ele e depois parta para a luta, sabendo que depois daquela tormenta brilha o sol.

"Mas os que esperam no Pai, renovam as suas forças".

Desconheco autor

Alguns problemas são assim: como estradas intermináveis, esburacadas, cheias de trechos onde os acidentes são fatais.
Problemas que parecem fazer a pessoa afundar, temer o dia seguinte, procurar onde se esconder.
Mas, assim como as estradas, problemas não são insuperáveis.
Problemas não resistem à determinação, daqueles que passo após passo, seguem, caminham ainda que cansados, ainda que aflitos, no caminho que sabem ter um fim, a sua Meca.
Pode ser que você esteja vivendo um problema assim, que parece não ter fim, parece um terremoto, abalando as suas estruturas, desarrimando-o.
Mas, eu lhe digo: não desista!
Dê um passo de cada vez rumo à solução, corte aqui, corrija ali, converse acolá, liberte-se de pré-julgamentos, não se condene, nem se lamente.
Ainda hoje você pode se deparar com uma solução, com uma nova visão da vida, do problema e da saída.
Deus não colocou estrelas no céu à toa, elas são lembretes brilhantes, cheias de cor, de que Deus te acompanha sempre, com muito amor. De que não estamos sozinhos, e cada um tem seu valor, e você, na bolsa de valores de Deus, é uma ação valiosa, a “blue chips” mais preciosa.
Eu acredito em você!

Paulo Roberto Gaefke






Não faça da sua dor uma máscara,
que coloque em seu rosto a "marca da vítima",
do pobre coitado, da "infeliz de Maria".
Isso só afasta as pessoas e as oportunidades.
Por vezes, a vida, com sua "lousa amorosa",
vem trazendo novas lições, novos caminhos,
e nós, presos ao que passou, ao que mal começou,
ficamos parados na ilusão do tempo,
e sofremos além da conta.
Enterre seus mortos, mas deixe-os lá.
Na tumba que serve de abrigo para os ossos,
porque, Platão já sabia e afirmava,
seus mortos não estão no túmulo,
estão além da sua visão,
mas perto da sua alma, da sua percepção,
seus mortos vivem no seu coração.
Faça da sua dor um aprendizado.
Tire proveito das lições que o desengano promove,
aprenda a reconhecer os sinais do amor,
comece a enxergar os problemas de longe,
fuja das situações embaraçosas,
amores mal resolvidos,
pessoas com mais problemas que você,
dívidas que podem ser evitadas,
compromissos que não te pertencem.
Viva uma vida com sabedoria,
e assim, encontrará, a alegria,
mãe de toda a felicidade.
É tempo de reencontrar a paz perdida,
se afundar no travesseiro sem nenhum medo,
com a plenitude de saber ser merecedor,
de tudo o que é bom, inclusive o amor!

Paulo Roberto Gaefke

Havia dois irmãos que visitavam seus avós no sítio, nas férias. Felipe, o menino, ganhou um estilingue para brincar no mato. Praticava sempre, mas nunca conseguia acertar o alvo. Certa tarde viu o pato de estimação da vovó... Em um impulso atirou e acabou acertando o pato na cabeça e o matou. Ele ficou chocado e triste! Entrou em pânico e escondeu o pato morto no meio da madeira! Beatriz, a sua irmã viu tudo, mas não disse nada aos avós. Após o almoço no dia seguinte, a avó disse:
"Beatriz, vamos lavar a louça".
Mas ela disse:
“Vovó, o Filipe me disse que queria ajudar na cozinha”.
E olhando para ele sussurrou:
"Lembra do pato?”.
Então o Felipe lavou os pratos. Mais tarde o vovô perguntou se as crianças queriam pescar e a vovó disse:
"Desculpe, mas eu preciso que a Beatriz me ajude a fazer o jantar”.
Beatriz apenas sorriu e disse:
"Está bem, mas o Filipe me disse que queria ajudar hoje"
E sussurrou novamente para ele
"Lembra do pato?"
Então a Beatriz foi pescar e Filipe ficou para ajudar. Após vários dias o Filipe sempre ficava fazendo o trabalho da Beatriz até que ele, finalmente não agüentando mais, confessou para a avó que tinha matado o pato. A vovó o abraçou e disse:
“Querido, eu sei... estava na janela e vi tudo, mas porque eu te amo, eu te perdoei. Eu só estava me perguntando quanto tempo você iria deixar a Beatriz fazer você de escravo!".
Qualquer que seja o seu passado, ou o que você tenha feito... (mentir, enganar, seus maus hábitos, ódio, raiva, amargura, etc)... Seja o que for... Você precisa saber que Deus estava na janela e viu tudo como aconteceu.
Ele conhece toda a sua vida... Ele quer que você saiba que Ele te ama e que você já está perdoado. Ele está apenas querendo saber quanto tempo você vai deixar o diabo fazer de você um escravo. Deus só está esperando você pedir perdão, Ele não só perdoa, mas Ele se esquece. É pela graça e misericórdia de Deus que somos salvos. Deus está na janela e sabe de tudo!

Desconheço o autor

Amar é importante. Sentir o amor, sentir-se amado é importante.
O grande mal que atinge o mundo é a ausência daquilo que chamamos o maior de todos os sentimentos e a maior dentre todas as coisas.
Não falo aqui do amor carnal, embora este entre em conta na contabilidade da felicidade de cada um de nós.
O que falo é no amor que gera a atenção, aquele devido e reclamado por cada ser, mas mais reclamado que tudo, como se o dar não fizesse parte do acordo implícito em cada relação humana.
As pessoas desinteressam-se das outras, porque dizem-se ter o suficiente com os próprios problemas. E o têm, provavelmente. Mas o que gera o isolamento, a solidão temida, é justamente querer receber aquilo que nos recusamos a dar.
O que falta é a atenção necessária ao outro para sentir-se, pelo menos, ouvido e parte integrante na roda da vida.
Cada um fala de si e poucos são os que se importam realmente com que o outro diz, com seus reais sentimentos, suas reais razões.
Muitas e muitas vezes quando um fala, o outro já está preparando-se para dizer, sem ponderar, aquilo que ele mesmo pensa ou sente.
Pessoas tornam-se assim, surdas às outras, porque só conseguem ouvir a voz do próprio egoísmo, não por maldade, mas pelo apelo das próprias necessidades.
Pessoas juntas sentem-se sozinhas, casais unidos pela vida sentem-se abandonados, amigos criam relações superficiais, pais e filhos distanciam-se.
Olhar nos olhos do outro é importante. Perceber a dor ou a felicidade e compartilhar dela é fundamental ao outro na sua necessidade de se sentir amado.
Poucos, raros mesmo, são os que param o que estão fazendo quando o companheiro, amigo ou colega de trabalho precisa falar. Parte do que se diz fica desconectada no ar e a outra parte, invariáveis vezes, esquecida depois. Numa fração de segundo, a frase “do que mesmo estávamos falando?” pode entrar na conversa, deixar um sem ação e o outro, sem graça.
A atenção dada ou recebida faz parte do tratamento e da cura dos males que tomam conta do mundo, ela reforça relações, cria laços, solda, une e faz bem.
Não ouvimos Deus porque não queremos ouvir, porque, quem sabe, o que Ele quer nos dizer nos desagrada e contraria, mas Ele fala e só percebemos isso depois com o infalível “eu sabia” que nos fere como um punhal.
Não somos ouvidos por Ele porque não abrimos inteiramente nosso eu, temos sempre pressa, estamos sempre ocupados.
Entre Deus e nós e entre nós e os outros, somos os que definimos o tipo de relação que temos.
Podemos colocar o primeiro tijolo ou esperar que alguém o faça. Porém a ordem com que este é colocado influencia e determina cada um dos nossos passos e abre ou fecha para nós as portas do paraíso.

Letícia Thompson

No consultório localizado perto da residência do médico, um homem bastante doente falou, em desespero: - Doutor, tenho medo de morrer! Diga-me, o que há do outro lado? Calmamente o médico disse: - Eu não sei! - Você não sabe? - E fala com esta tranqüilidade? Neste momento, ouviram o ruído de arranhões e ganidos do outro lado da porta fechada. Quando o médico abriu a porta, um cachorro entrou e pulou sobre ele, alegremente. Virando-se para o paciente, o médico disse: - Notou o meu cachorro? Ele nunca esteve nesta sala; não sabia o que havia aqui, apenas sabia que seu dono estava aqui. No entanto, quando a porta se abriu, ele entrou sem medo. - Não sei quase nada do que há depois da vida. Mas sei de uma coisa: EU SEI QUE MEU SENHOR ESTÁ LÁ! E ISSO É SUFICIENTE!

Desconheco o autor

Ao nascer, recebemos um jardim para cuidar, já com muitas sementes, que nos cabe apenas regar, cuidando com carinho de cada canteiro.
No canteiro do Amor, nascem os mais belos sentimentos, como a solidariedade, o afeto, a ternura e uma linda flor vermelha, chamada de paixão.
No canteiro da esperança, nascem os sonhos, a perseverança, os desejos da alma, que bem regados, rendem muitos frutos, chamados de "realizações".
No canteiro da alegria, flores lindas que sorriem para a vida, são conhecidas como "motivação", "boa vontade" e "persistência", sendo fundamentais para a continuidade do nosso jardim.
Mais ao fundo, um canteiro impressiona pela altura das flores, é o canteiro da fé, regado com orações e atitudes regeneradoras, sobem até o céu, e muitas das flores tocam os pés dos anjos, que tudo ouvem nas nossas plantações.
Muitos cuidam do canteiro com trabalho incessante, vigiando os pensamentos, regando constantemente o amor, a alegria e a esperança, sempre com desejo sincero de mudar para melhor.
Assim, as flores crescem sempre fortes, lindas e mesmo diante das tempestades, próprias da vida, resistem ao tempo e as dificuldades, tornando-se cada vez mais belas.
Outros, um pouco menos cuidadosos, se perdem em lamentações, gastando o precioso tempo em divagações.
Pensam nas plantas que poderiam ter e não tem, naquelas que já tiveram e perderam, nas belas plantas do vizinho, e vão se descuidando do jardim, deixando as ervas daninhas tomarem conta dos canteiros.
Assim, plantas destruidoras como o ódio, a inveja, a calúnia, a preguiça, o desrespeito entre outras pragas, vão tomando o lugar das flores da vida, das sementes que recebemos ao nascer, e vamos nos tornando pessoas amargas, insensíveis, amarguradas, tristes e doentes.
O jardim da vida são os seus pensamentos, o regador, seus sentimentos e a semente, a fé.
O jardineiro é você, a terra, a própria vida, a água é Deus, fonte de toda a vida, que espera que seu jardim não seja apenas florido, mas que dele nasçam frutos perenes, e que um dia, você vire semente eterna do bem.
Sendo assim, onde você estiver vai atrair pássaros e vida, vai levar alegria e paz, conforto e esperança, pois em você, a semente de Deus germinou, deu frutos e criou raízes profundas.
Seja você, o próprio jardim de Deus, cuide dos seus canteiros, regue todos os dias com amor, esperança e fé.
Eu acredito em você.



Paulo Roberto Gaefke

Muitas e muitas pessoas gastam suas vidas numa impressão eterna de passar pela vida sem viver.
Agrada-se aos pais, irmãos, amigos, namorado(a), marido, esposa. Se as pessoas que amamos estão felizes, está tudo bem. Não! Não é bem assim! Se não estamos bem é que não está tudo bem!
Agradar aos outros, fazer pelos outros, dar de si sem contar, sem esperar de volta o que dizemos que a vida oferece naturalmente faz parte da nobreza do nosso caráter, mas não deve ser sinal da nossa fraqueza.
Há alguém que existe além do outro: nós!
O que Deus nos pede não é uma vida de renúncias, como se não mais existíssemos, não fôssemos importantes, não tivéssemos, nós também, necessidades que devem ser preenchidas.
O carinho que damos é o mesmo que precisamos. A atenção que oferecemos é a mesma que carecemos.
Amar o outro não é esquecer-se de si, é simplesmente amá-lo. E se esse amor exige de nós a aceitação de coisas que ferem nossa alma, é que algo está errado.
Deus não criou pessoas para servirem e outras para serem servidas. Ele criou todas as pessoas à sua imagem e semelhança, com desejos de dar e receber, como Ele mesmo. Ele nos dá um amor incondicional e nos ofereceu salvação, mas em troca pede que estejamos perto dEle.
Como podemos oferecer a felicidade e paz a alguém se nosso coração está morrendo?
O amor ao outro não deve desgastar-nos, mas completar-nos.
E de você para você, digo:
Deus não quer migalhas de você, um ser destruído e com a impressão de não ter tirado da vida as melhores coisas.
Deus quer você completo, pois é somente estando bem que poderá fazer o bem.
Eu disse e digo uma vez mais: ame-se!
Ame-se o bastante para pôr-se de pé, para erguer a cabeça, para não aceitar viver uma vida de resignação sem função de pessoas que não dão o mínimo valor ao que você é, ao que você pode ser.
Ame-se ao ponto de poder olhar-se no espelho e ficar feliz com o que vê. Se isso ainda não acontece, vire a vida de cabeça para baixo, cuide da sua saúde física, mental e espiritual, cuide da sua aparência... coloque um enorme sorriso no rosto!
Afaste-se do mal, das armadilhas onde você inevitavelmente poderá cair, dos perigos que poderão fazer com que se perca. As velhas mágoas matam muito mais a você do que a quem te magoou, porque é você quem as carrega: aprenda a passar por cima.
Você pode perder muitas coisas na vida, mas perderá tudo, se perder a sua auto-estima, seu amor-próprio.
Nosso corpo é o templo do Espírito Santo de Deus. Que tipo de lar tem você para oferecer Aquele que te formou?
Viva de forma que aqueles que estejam perto de você respirem a paz, percebam a luz e desejem estar eternamente na sua presença. Deus também possui esse desejo.


Letícia Thompson

Há pessoas que perdem-se tanto nos porquês que esquecem-se de viver. Elas querem compreender e o tempo não fica esperando a compreensão do que, em muitas ocasiões, ultrapassa nosso entendimento.
A vida é o que é!
Quando aceitamos o que recebemos, vivemos melhor. Quando as adversidades nos ensinam a nadar, atravessamos o mar. Quando as barreiras dizem que não podemos e não somos capazes, podemos nos redobrar de forças e vencer os obstáculos.
O que não podemos é ficar sentados esperando para ver o que vai acontecer amanhã ou depois, negar o que temos nas mãos, mesmo se não pedimos, na brincadeira do faz de conta que não recebi.
Não podemos fugir da realidade do que vivemos, nos trancar dentro de casa por que um avião pode cair, ou não sair da calçada porque podemos escorregar.
Não podemos nos impedir de viver e viver implica não só ter coisas boas, agradáveis e bonitas, mas também o feio, o triste, o inesperado e o doloroso.
São as cores que matizam-se, que dão aquele toque especial ao quadro da nossa vida. E isso não nos cabe compreender, cabe-nos simplesmente viver.

Letícia Thompson

O sol se despedia do Império Tré.
O vassalo caminhava ao lado da anciã do moinho amarelo.
Iam conversando sobre a vida.
- O que mais lhe agrada na vida, senhora?
A velhinha do moinho amarelo, olhando o ocaso,distraída, respondeu:
- O entardecer...
Surpreso, o vassalo perguntou:
- Não prefere o amanhecer? Não há coisa mais bela que o nascimento do sol,atrás das verdes colinas de Tré. Eu prefiro o amanhecer!
A anciã colocou no chão a cesta de espigas que levava em suas mãos enrugadas.
Dirigindo-se ao vassalo, com voz doce e conciliadora, disse:
- O amanhecer é belo, sim. Mas o pôr-do-sol me agrada mais.
São momentos que me fazem refletir, pensar muito...
São momentos que dizem coisas de mim mesma...
- Coisas? De ti mesma? – perguntou o vassalo.
Não sabia o que a velhinha queria dizer com aquela frase.
Antes de fechar a porta do moinho amarelo, a anciã acrescentou:
- Claro.
A vida é como um amanhecer, para um jovem como tu.
Para os anciãos, como eu, é um belo entardecer.
O que no início é bonito, ao final chega a ser plenamente belo.
Por isso prefiro o entardecer...
- Veja!
A anciã apontou sua mão para o horizonte.
O sol se ocultou e uma cálida cor rosada se estendeu por todo o Império de Tré.
E o vassalo guardou silêncio, deslumbrado ante tanta beleza.
A vida é como um instante que passa e não volta.
Começa como um fresco amanhecer, e como um sereno entardecer nos deixa.
Depende de nós que o sol de nossa vida, quando se despeça do céu chamado “história”, enfeite com lindas cores a sua despedida.
Cores que sejam bonitas recordações que guardarão de nós as pessoas que viveram ao nosso lado.





Desconheço o autor

Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso. Algum tempo depois, descobriram que o rapaz era inocente, ele foi solto, e, após muita humilhação resolveu processar seu vizinho (o caluniador).
No tribunal, o caluniador disse ao juiz:

- Comentários não causam tanto mal... e o juiz respondeu:
- Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel, depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa e amanhã volte para ouvir a sentença!
O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!
- Não posso fazer isso, meritíssimo! - respondeu o homem - o vento deve tê-los espalhados por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!
Ao que o juiz respondeu:
- Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos consertar o mal causado; se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!
Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras.
No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é, e outras que vão te odiar pelo mesmo motivo. Acostume-se...


Desconheço o autor




Quem ama não vê defeitos... quem odeia não vê qualidades e, quem é amigo, vê as duas coisas!!!

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Presente recebido da amiga Simone do blog http://vidadarata.blogspot.com/
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