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Atitude é Tudo

Seja mais humano e agradável com as pessoas.
Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.
Ame generosamente...
Cuide-se intensamente...
Fale com gentileza...
E, principalmente, não reclame.
Deixe o restante com Deus.

Textos mais lidos

Há pessoas (raríssimas) que entram na nossa vida de uma forma tão intensa quanto suave, há quem nunca, há quem tarde e há quem cedo as descubra.
O seu tempo físico entre nós pouco conta, pessoas assim são medidas pela intensidade.
Nesse espaço de tempo tudo quanto nos transmite, nem sequer um único reparo tivemos a apontar.
Quando algo de bom ou mau nos acontece, pensamos nela e mesmo a sorrir ou a chorar, o nosso pensamento envia-lhe um sorriso, pois damo-nos conta que sempre está do nosso lado, apoiando-nos na tristeza, dividindo a alegria, tomando para si a nossa dor, sorrindo feliz como se da sua própria alegria se tratasse.
Mesmo ausente, pressente quando precisamos dela e, nunca falha.
A sua presença conforta, o saber que ela vibra com o nosso triunfo motiva-nos a avançar pois que, se na hora da chegada formos vencedores ela lá estará para nos congratular e se chegarmos vencidos o seu é o primeiro ombro amigo que encontramos.
Assim como na mistura dos sorrisos, dela serão as nossas lágrimas.
Tenho para mim que esses são os verdadeiros seres de luz, a sua áurea emana tranquilidade, conforto, paz, segurança.
Esses sim são para mim os verdadeiros anjos.

HerLânder Lobão

Amor de corpo inteiro.
Um amor que transcende, transpira, transborda.
Amor com mãos e pés.
Com dedos, braços, pernas, barriga, pele e abraços.
Um amor que surpreende, sem nada inventar, sem precisar exagerar, sem ter que sempre entender.
Simplesmente ser... preencher, existir!
Amor que não investiga, que não desconfia, que não acusa.
Amor de palavras, mas também de silêncio.
Um silêncio que aquieta o coração, que acaricia a alma e alivia as dores!
Amor que esvazia, que abre espaço, que permite.
Amor sem regras, sem pressões, sem chantagens.
Amor que faz crescer.
Amor de gente grande, de coração gigante, de alma transparente.
Amor que permanece.
De mim para mim, de mim para você, de você para mim.
Amor que invade respeitando, que adentra acariciando, que ocupa com leveza.
Amor sem ego.
Que acolhe, perdoa, reconhece.
Amor que desconhece para conhecer, que nunca lembra porque não esquece!
Amor que é assim, sem mais nem menos, sem eira nem beira, sem quê nem porquê.
Simplesmente simples, despretensioso, descontraído, desmedido.
De uma simplicidade tão óbvia que arrasta, que envolve, que derrete.
De uma fluidez tão líquida que escorre, desliza, que não endurece.
Amor que não se pede, que não se dá, porque já é!
Para nunca precisar procurar, para nunca correr o risco de encontrar, porque já está!!!
E o que quer que ainda possa surgir... bobagem!
Apenas crescimento e aprendizagem.
Volta para casa, não se vá!
Fique, permita-se, entregue-se, comprometa-se!
Simplesmente amor...
Você consegue?!?

Rosana Braga

Vou escrever rude e direto. Há ocasiões em que não há tempo para delicadezas e rodeios. Você acha que sua vida é uma droga, que ela não é nada daquilo com que você sonhou. Deixe suas queixas para quando houver real razão para elas; não estou fazendo o jogo do contente da Polaina e nem usando o argumento “muita gente está pior do que você”. O jogo do contente é um jogo de mentiras e o jogo do “muita gente está pior do que você” não consola. A desgraça do outro não é razão para eu estar feliz. Estou simplesmente tentando chamar você à razão.
Não é a sua vida que vai mal. É a sua alma. Da tradição Zen vem esta história que eu quero lhe contar: “Um homem estava numa floresta escura. De repente ouviu um rugido terrível. Era um tigre. Aterrorizado, ele se pôs a correr, mas caiu num precipício. No desespero da queda agarrou-se num galho e ali ficou. Foi então que, olhando para a parede do precipício, viu um pé de morango. E nele, um morango, gordo e vermelho. Estendeu o seu braço, colheu o morango e o comeu deliciosamente”. E assim termina a história.
Pode ser mais tarde do que você imagina. Nunca perca os momentos bons que a vida está lhe oferecendo, mesmo quando você se encontra em desespero. Pode chegar um momento em que você tenha que dizer: “Que pena que não comi com alegria o morango”. Mas aí será tarde. Lembre-se: O passado já foi, não há como lamentar. O futuro ainda não chegou. Só não tenha o que lamentar quando ele chegar. A única coisa que temos é o momento presente. Portanto, não perca os momentos bons.

Rubem Alves

Quando tiveres um quarto de hora à disposição, reflete nos benefícios que podes espalhar.

Recorda o diálogo afetivo com que refaças o bom-ânimo de algum familiar, dentro da própria casa; das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presença; de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esforço para a limpeza ou o reconforto do próprio lar; da conversação edificante com uma criança desprotegida que te conduzirá para a frente as sugestões de boa vontade; de estender algum adubo à essa ou aquela planta que se te faz útil; e do encontro amistoso, em que a tua opinião generosa consiga favorecer a solução do problema de alguém.

Quinze minutos sem compromisso são quinze opções na construção do bem.

Nâo nos esqueçamos de que a floresta se levantou de sementes quase invisíveis, de que o rio se forma das fontes pequeninas e de que a luz do Céu, em nós mesmos, começa de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do coração.


Meimei & Francisco Cândido Xavier

Não és observador distante da vida.

Estás na condição de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho, por ti, resultarão a ordem e o sucesso de muitas coisas.

A postura de quem observa de fora produz enfoques e conclusões equivocados. No entanto, a participação consciente dá medida correta e propicia melhor compreensão dos dados ao alcance.

Considera-te pessoa valiosa no conjunto da Criação, tornando-te, cada dia, mais atuante na Obra do Pai e fazendo-a melhor conhecida e mais considerada.

Tu é o herdeiro de Deus, e o Universo, de alguma forma, te pertence.

Livro: Vida Feliz
Joanna de Âmgelis & Divaldo P. Franco

Fracassado é aquele que abandona a luta ou nega-se a travá-la.
Dificilmente logrará vitória quem se recusa a enfrentar os desafios do cotidiano.
O homem são as suas tarefas, que devem ser enfrentadas com decisão e coragem.
Em todo cometimento multiplicam-se as dificuldades e as problemáticas se repetem.
Quedas e aparentes insucessos são experiências que, repetidas, favorecem o homem com o êxito que deve perseguir até o fim.
Desistir do empreendimento porque se apresente difícil, significa abandonar-se a contínuos insucessos.
Não recear jamais, nem ceder à tentação da desistência na luta da ascensão.
Se queres, podes.
Quando te propões realizar os labores que te dizem respeito, abres-te à vitória, que deves colmar na oportunidade própria.

Simon Bolívar, o excelente Libertador de quase metade da América do Sul não poucas vezes perdeu batalhas e esteve preso. Porque não desistiu, perseverando nos ideais e lutando, triunfou.
Benito Juarez, órfão e pobre, humilhado e sob injunções terríveis, contribuiu para a liberdade do México, mais do que qualquer outro herói.

Franklin Delano Roosevelt, paralítico, vitimado numa cadeira de rodas não se compadeceu do próprio estado de saúde e desempenhou relevante papel no seu país, como Primeiro Mandatário, revelando-se extraordinário libertador, durante a Segunda Guerra Mundial.


Édison experimentou quase 10.000 testes para lograr o êxito da lâmpada elétrica e porque insistiu sem desânimo, ofereceu à Humanidade um valioso contributo.

Faraday, até aos 14 anos, permaneceu numa Gráfica, na condição de encadernador. Lendo um dos livros em que trabalhava, interessou-se pela eletricidade, revelando-se pioneiro nesta tecnologia de grande utilidade para a Humanidade.

Cervantes sofreu incompreensões e experimentou a miséria, teve os seus escritos desconsiderados, viveu em regime de mendicância para não morrer de fome, não obstante, prosseguindo, legou-nos o "Dom Quixote de la Mancha" de valor literário e filosófico inegável.

Camões, sem uma vista, fez-se cantor de "Os Lusíadas".

Confúcio, aos 55 anos, foi abandonado pelo seu mestre. Sem desânimo, prosseguiu, oferecendo extraordinária contribuição filosófica para o pensamento universal.

Maomé, na busca de fiéis, padeceu terrivelmente, até que, sem abandonar a luta, espalhou o Alcorão pela Terra.

Buda, procurando a iluminação, provou solidão e abandono, conseguindo que a mensagem da paz passasse a impregnar as vidas...

A história de Jesus é por demais conhecida para que se ampliem consideração...

A galeria daqueles que não desistiram e confiaram na vitória que souberam esperar, é muito grande.

Não te abatas ante impedimentos nem persigas sucessos improvisados, imediatos, que cedem lugar a terríveis desencantos.

Se queres vencer superando quaisquer problemas, prossegue em paz, insistindo na ação operosa e confiante, assim conseguindo o fanal que é a meta essencial da tua vida.

Disse Jesus "Aquele que perseverar até o fim, este será salvo."

É necessário permanecer fiel e otimista.

Se queres, portanto, a vitória, insiste.


Livro: Otimismo
Joanna de Ângelis & Divaldo P. Franco

“Uma grande quantidade de portas se abre girando a maçaneta para a direita. Estou diante de uma porta. Giro a maçaneta para a direita e a porta não abre... Bom... Que tal tentar girar para a esquerda? Sim, posso abrir essa porta, basta compreender como está fechada, ao invés de ficar repetindo as maneiras como abri as portas anteriores.”
As portas não se abrem sempre da mesma maneira. Os mesmos caminhos que nos levam ao êxito podem também ocasionar o fracasso. A substância que cura também pode matar. Tudo é uma questão da dose, do momento, da aplicação...
Veja o caso da repetição: repetir é uma das condições necessárias à aprendizagem.
Dizemos que alguém aprendeu determinada função, ação ou conhecimento, quando é capaz de repetir em situações idênticas ou semelhantes, a mesma sequência, raciocínio ou processo.
Porém, nossa capacidade de repetir nos conduz inúmeras vezes ao engano.
Aprendemos como abrir uma porta, generalizamos este processo e começamos a abrir todas as portas fechadas que encontrarmos... Até que um dia encontramos uma porta que, em várias tentativas, simplesmente, não abre...
Fomos enganados pelo hábito da repetição. Simplesmente, a maçaneta está ao contrário, ou o sentido da chave está invertido. O fato é que ficamos algum tempo paralisados, pensando porque a porta não abre se fizemos tudo direito?
Quando “congelamos” no processo de repetição, ocorreu apenas uma fase do processo de aprendizagem, mas não a mais importante delas: aquela que dá origem, conhecimento.
O conhecimento nos permitirá utilizar respostas diferentes diante de novos desafios.
Foi assim que reagimos diante da porta: As portas se abrem girando a maçaneta para a direita. Estou diante de uma porta. Giro a maçaneta para a direita e a porta não abre, logo... Não posso abrir essa porta.
Quando o mais correto seria reagirmos assim: Uma grande quantidade de portas se abre girando a maçaneta para a direita. Estou diante de uma porta. Giro a maçaneta para a direita e a porta não abre... Bom... Que tal tentar girar para a esquerda?
Sim, posso abrir essa porta, basta compreender como está fechada, ao invés de ficar repetindo as maneiras como abri as portas anteriores.
É extremamente simples! Na vida, as portas não se abrem sempre da mesma maneira.
Com base neste raciocínio, pare e reflita: quais são as portas que não se abrem na sua vida?
• Você está preso à solidão? Abra a porta para estabelecer relacionamentos.
• Está preso no quarto escuro da mágoa? Abra as portas do perdão.
• Se encontra confinado aos acontecimentos passados? Abra a porta do presente.
• Sente-se aprisionado pelo seu potencial atual? Abra as portas do aprendizado de coisas novas.
Sim, eu sei, você vai me dizer que já tentou fazer isso várias vezes, mas as portas não se abriram, parecem estar emperradas... Mas, espere um pouco... Será que você girou a maçaneta para o lado certo?
O fato das coisas não darem certo em noventa e nove tentativas, não significa que não darão certo na centésima, especialmente se você tentar de uma forma diferente.
Não viva aprisionado às generalizações. Você não é uma estatística, é um ser de potencial ilimitado.
Não se esqueça também que você pode mudar de porta... As portas que não se abrem servem para duas coisas básicas em nossas vidas:
1) Testar nossa perseverança, garra e inteligência em abri-las;
2) Fazer-nos perceber que nosso caminho não passaria por aquela porta, que estávamos diante da porta errada.
Só os mais experientes e mais sábios descobrem rapidamente a diferença. A maioria das pessoas se engana: insiste na porta errada e desiste da porta certa. Preste atenção nisso!
Labirinto de portas
A vida é um labirinto de portas. Para cada uma que você abrir, outra surgirá, e o que está por trás de cada uma delas, jamais será a mesma coisa. Nem você será o mesmo, dependendo das portas que escolher...
Entre todas essas portas, existe uma fundamental: aquela que só abre por dentro e dá acesso ao seu coração. É por essa porta que entram a Luz de Deus, o seu verdadeiro amor, os amigos.
E é por ela que você sai do passado, abandona suas mágoas, frustrações e limitações e parte na direção de novas possibilidades e oportunidades.
Essa porta que só abre por dentro também parece não abrir em determinadas situações: inverta o sentido da maçaneta! Porque, na vida, é perdoando que se é perdoado, é amando que se é amado, é dando que se recebe.
Abra as portas do coração e da alma e, em seguida, vá abrindo todas as portas significativas que a vida colocar à sua frente, menos aquelas que sua própria alma e coração disserem não ser para você!
Não se preocupe em saber a diferença agora. O tempo, a experiência e, sobretudo, um coração humilde lhe ensinarão a reconhecer a diferença.
Há uma porta esperando para ser aberta neste exato momento, só depende de você!

Carlos Hilsdorf

Tua ausência foi um anoitecer sem estrelas e sem lua. Sem mais sonhos para sonhar. Sem promessa de amanhã. Temporal furioso, tua ausência ocupou todos os espaços do céu e cobriu de negro cada astro. Sombreou cada chegada. Eclipsou a vida.
A tua ausência – caprichosa feito maga e rainha – decretou o fim dos planos feitos a dois. Impôs o lamento. Tornou o caminho sombrio e assustador. Levou os sorrisos da ingenuidade que espera.
Levou consigo as flores, os sonhos e fez de tudo um deserto. Deixou o frio, o medo e as sombras que a ausência traz.
A tua ausência me fez noite.
Se tivesse aprendido a tua ausência, não estaria agora tateando desorientado. Não estaria nesse diálogo absurdo dos que perambulam pelas ruas conversando com outros mundos e seres invisíveis. Não imaginaria filmes – que passam na mente – numa sessão de cinema sem fim. Não repetiria essa palavra a quase todo instante. Não procuraria palavras jogadas pelos cantos.
Se tivesse aprendido a tua ausência, não teria desaprendido o sorrir. Não moldaria sonhos em forma de coração e de entrega.
Não vestiria a alma com essas roupas surradas do passado.
Eu seria luz, se tivesse aprendido.
No container do coração, ficaram esperanças, sentimentos, desejos e o melhor querer. Tudo possível do amor, agora catalogado em um arquivo morto entre velhos jornais.
Se tivesse aprendido a tua ausência, não mais ouviria nenhuma canção tocando em mim. Não seria cais de embarcações que apenas partem.
Saberia ser feliz até nunca mais! Afastaria de mim, para sempre, esse horror de ter me tornado noite.
Se tivesse aprendido a tua ausência, eu não teria esse medo de nunca mais amanhecer. Não viveria essa angústia feita de recordação, saudade e loucura.
Saberia morrer em paz e uma só vez. Sim, eu saberia!
Se tivesse aprendido essa tua ausência...
– Ah, meu Deus! Eu não seria desespero!

Paulo Moreira

Ao chegar a este mundo, trazemos os olhos cheios de simplicidade e de uma alegria ingênua, contagiante...
Nessa época de infância, despreocupada e leve, quantos sonhos carregamos! A imaginação corre livre. Não há limites para a mente fértil. Tudo é possível.
Mas crescemos. E a vida vai se encarregando de apagar um pouco do brilho dos nossos olhos.
Ouvimos tantas vezes a palavra "não" que, aos poucos, nos revestimos de uma cautela exagerada. Passamos a ter medo de ousar ir além, de transpor até mesmo pequeninos limites.
Devagar, muito lentamente, passamos a colocar cada vez mais freios na alma, a exercer autocensura, a matar a imaginação.
Antes de sonhar, repreendemos a nós mesmos: "Ah, isso não é possível!" Ou "Isso não vai dar certo." E nem nos permitimos imaginar algo novo e ousado.
Mas, pensemos, vale a pena viver de forma tão metódica? Com cada passo contado? Com os sonhos reprimidos?
A resposta é não. Não vale a pena sufocar os sonhos, que podem ser a ponte para uma vida mais feliz e plena.
Um sonhador é alguém que não se acomoda. Está sempre buscando algo de bom, de novo, de diferente. É um idealista, um lutador.
Observe que não estamos falando de pessoas rebeldes, daquelas que desejam apenas quebrar regras como forma de provocação.
Falamos de pessoas que aspiram viver em um mundo mais justo, abençoado por gestos de fraternidade e cheio de ética, alegria e paz.
Você lembra quando John Lennon cantou que era um sonhador, mas que não era o único?
Na música "Imagine", ele imaginava um planeta livre de preconceitos religiosos, sem que as fronteiras dos países impedissem os homens de serem irmãos.
Pois é. O que Lennon queria mesmo era que mais sonhadores se juntassem a ele, para que o Mundo fosse um só, muito mais unido, mais solidário e amoroso.
Vamos atender a esse convite?
Sim, porque atender a esse chamado de irmandade é também aderir à mensagem de grandes líderes religiosos, de filósofos, de homens de bem.
Lembremos que a Humanidade caminha porque há quem sonhe. Inventores, cientistas, sacerdotes, pensadores em geral são grandes sonhadores.
Gandhi sonhou que a independência da Índia seria conquistada sem violência. E conseguiu dobrar o poderoso império britânico, sem pegar em armas. Apenas com gestos de amor, com seriedade e com uma vontade férrea.
São homens como esse os verdadeiros sonhadores. Não aguardam sentados. Não se deixam abater. Não permitem que o pessimismo alheio os contamine.
Sonhadores movem o Mundo, a partir de ideais que eles tornam realidade. Os seus são sonhos de bem-estar, de fraternidade, de gestos amorosos.
Permita-se, você também, sonhar coisas belas, buscar mudanças positivas. Toque as estrelas com as pontas dos dedos. Sonhe.
Sonhe, sim. Todos os dias, todas as horas. E tente fazer seus sonhos se materializarem, para mudar o Mundo para melhor.

Desconheço o autor

Foi durante a guerra civil na Espanha. Antoine de Saint-Exupéry, o autor de O pequeno príncipe, foi lutar ao lado dos espanhóis que preservavam a democracia.
Certa feita, caiu nas mãos dos adversários. Foi preso e condenado à morte.
Na noite que precedia a sua execução, conta ele que foi despido de todos os seus haveres e jogado em uma cela miserável.
O guarda era muito jovem. Mas era um jovem que, por certo, já assassinara a muitos. Parecia não ter sentimentos. O semblante era frio.
Vigilante, ali estava e tinha ordens para atirar para matar, em caso de fuga.
Exupéry tentou uma conversa com o guarda, altas horas da madrugada. Afinal, eram suas últimas horas na face da Terra. De início, foi inútil. Contudo, quando o guarda se voltou para ele, ele sorriu.
Era um sorriso que misturava pavor e ansiedade. Mas um sorriso. Sorriu e perguntou de forma tímida:
Você é pai?
A resposta foi dada com um movimento de cabeça, afirmativo.
Eu também, falou o prisioneiro. Só que há uma enorme diferença entre nós dois. Amanhã, a esta hora eu terei sido assassinado. Você voltará para casa e irá abraçar seu filho.
Meus filhos não têm culpa da minha imprevidência. E, no entanto, não mais os abraçarei no corpo físico. Quando o dia amanhecer, eu morrerei.
Na hora em que você for abraçar o seu filho, fale-lhe de amor. Diga a ele: "Amo você. Você é a razão da minha vida." Você é guarda. Você está ganhando dinheiro para manter a sua família, não é?
O guarda continuava parado, imóvel. Parecia um cadáver que respirava.
O prisioneiro concluiu: Então, leve a mensagem que eu não poderei dar ao meu filho.
As lágrimas jorraram dos olhos. Ele notou que o guarda também chorava. Parecia ter despertado do seu torpor. Não disse uma única palavra.
Tomou da chave mestra e abriu o cadeado externo. Com uma outra chave abriu a lingueta. Fez correr o metal enferrujado, abriu a porta da cela, deu-lhe um sinal.
O condenado à morte saiu apressado, depois correu, saindo da fortaleza.
O jovem soldado lhe apontou a direção das montanhas para que ele fugisse, deu-lhe as costas e voltou para dentro.
O carcereiro deu-lhe a vida e, com certeza, foi condenado por ter permitido que um prisioneiro fugisse.
Antoine de Saint-Exupéry retornou à França e escreveu uma página inesquecível: Uma vida, duas vidas, um sorriso.

A história acima,evidencia mais uma vez que o amor é o maior de todos os sentimentos. Ele gera compaixão e atitudes nobres…


Desconheço o autor




“Tenho aprendido com o tempo que a felicidade vibra na freqüência das coisas mais simples.
Que o que amacia a vida, acende o riso, convida a alma pra brincar, são essas imensas coisas pequeninas bordadas com fios de luz no tecido áspero do cotidiano.
Como o toque bom do sol quando pousa na pele.
A solidão que é encontro.
O café da manhã com pão quentinho e sonho compartilhado.
A lua quando o olhar é grande.
A doçura contente de um cafuné sem pressa.
O trabalho que nos dignifica.
Os instantes em que repousamos os olhos em olhos amados.
O poema que parece que fomos nós que escrevemos.
A força da areia molhada sob os pés descalços.
O sono relaxado que põe tudo pra dormir.
A música que nos faz subir de oitava.
A delicadeza desenhada do improviso.
O banho bom que reinventa o corpo.
O cheiro de terra.
O cheiro de chuva.
O cheiro do tempero da infância.
O cheiro de quem se gosta.
O acorde daquela risada que acorda tudo na gente.
Essas coisas. Outras coisas. Todas, simples assim.[...] “

Ana Jácomo

Desconheço o título original do texto, caso conheça, agradeço se avisar!

"Tornei-me, por ventura, vosso inimigo por vos dizer a verdade?" (Paulo, Gálatas 4:16)

Caminhamos todos em busca de alguma coisa. Às vezes nem sabemos bem o quê.

Muitas vezes confundimos tudo. Outras, determinamos a meta e investimos.

Lutamos e avançamos com os olhos fixos no objetivo. Não paramos para ver que ao nosso redor, e, ao mesmo tempo, outras pessoas fazem ou tentam fazer o mesmo.

E todos têm os mesmos direitos e as mesmas obrigações perante a vida e a si mesmos.

Não importa quem sejam estas pessoas. Observem que nem sempre respeitamos as suas necessidades. Achamos sempre que o que fazemos e o de que necessitamos é mais importante. Com isso, invadimos o espaço alheio.

Porém, não permitimos interferências no nosso espaço.

Caminhamos alheios a toda e qualquer necessidade do nosso próximo.

Às vezes até do mais próximo.

Quando a vida ou alguém nos interrompe e nos chama a ouvir as verdades que precisamos ouvir, nos recusamos, nos sentimos invadidos, e até nos consideramos vítimas.

Não acha que é melhor parar? Ouvir e analisar?

Quem sabe se na nossa programação de vida não estão incluídas outras obrigações com pessoas e coisas que não estamos querendo ver ou admitir?

Creia: não atingimos o objetivo completo deixando algo para trás.

Então, se estamos adormecidos, ouvir algumas verdades nos faz bem. Mesmo que fira nosso orgulho e nos melindre.

É melhor caminhar mais lentamente e mantendo a tarefa em dia, do que ter que voltar mais tarde para corrigir ou buscar o que deixamos para trás.


Do livro: Na Hora Exata
Maria Cotroni Valenti

Não passes pelo mundo sem acrescentar o teu tijolo à magnífica construção do bem.

Não permitas que os teus dias se escoem sem que algo faças de útil em benefício do próximo.

Não deixes que a tua oportunidade de servir se perca no grande vazio das horas inúteis.

Não consintas em viver exclusivamente para os interesses pessoais.

Não adotes o comodismo por norma de conduta, refletindo que Jesus permanece no madeiro, braços abertos, à nossa espera.

Enquanto tens forças para caminhar, sai de ti mesmo ao encontro daqueles que choram à margem da estrada...

Atende-os, como se fossem eles - e realmente o são - vida de tua própria vida.

Liberta-te dos pesados grilhões da indiferença!

Sê a fonte de água pura para os sedentos, a côdea de pão para os famintos, a veste aconchegante para os que sentem frio, o bálsamo para as feridas que sangram, a mão amiga para os que tropeçam, o consolo para os que sofrem...

Recordando a palavra do Mestre: "Eu vos digo em verdade, quantas vezes o fizestes com relação a um desses mais pequenos de meus irmãos, foi a mim que fizestes", apressa-te no cumprimento do dever, porquanto, todas as vezes que te furtares à prática do bem, estarás, em essência, negando auxílio Àquele a quem tudo devemos.

Do livro: Brilhe vossa Luz

Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue; outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho...o de mais nada fazer.

Clarice Lispector

Gostaria de lhe colocar em situações difíceis...
Não para ver você sofrer,
Mas sim, para ver você reagir;
Gostaria de lhe colocar no meu lugar...
Não para lhe comparar,
Mas sim, para lhe ajudar;

Gostaria que não fosse tarde...
Não para dizer TE AMO,
Mas sim para expressar-te o meu amor;

Gostaria de lhe pedir...
Não para lembrar-me,
Mas sim, para não esquecer-me;

Gostaria de lhe dizer...
Não o que é errado,
Mas sim, ensinar-lhe o que é certo;

Resumindo...
Gostaria que você não me visse como uma amiga,
Mas sim como uma irmã,

Gostaria que entendesse que
Só tenho a desejar-te sorte e

Enfim dar-te o meu amor
Tão grande embora tão insignificante
Gostaria de lhe colocar em situações difíceis...
Não para ver você sofrer,
Mas sim, para ver você reagir;

Gostaria de lhe colocar no meu lugar...
Não para lhe comparar,
Mas sim, para lhe ajudar;

Gostaria que não fosse tarde...
Não para dizer TE AMO,
Mas sim para expressar-te o meu amor;

Gostaria de lhe pedir...
Não para lembrar-me,
Mas sim, para não esquecer-me;

Gostaria de lhe dizer...
Não o que é errado,
Mas sim, ensinar-lhe o que é certo;

Resumindo...
Gostaria que você não me visse como uma amiga,
Mas sim como uma irmã,

Gostaria que entendesse que
Só tenho a desejar-te sorte e

Enfim dar-te o meu amor
Tão grande embora tão insignificante...

Patrícia Liberato de Medeiros

É geralmente quando não podemos dizer mais nada que gostaríamos de ter dito algo mais.
E por que não dizemos o que sentimos e esperamos sempre para o momento seguinte?
Por que não aprendemos, definitivamente, que a vida é o que temos agora e temos nas mãos o poder de fazer dela o que queremos, que podemos evitar os arrependimentos, que podemos, simplesmente, dar e receber dela o melhor que existe?
Nós conhecemos todas as regras do bem-viver. Nós conhecemos todos os caminhos que levam ao caminho do céu e sabemos exatamente o que devemos fazer.
Quando alguém nos diz algo que vai de encontro ao que já sabíamos, é que temos aquela sensação de que apenas algo foi acordado em nós, mas ele estava lá, claro como a luz do dia e nós é que estávamos cegos. Isso nos prova que os conhecimentos estão todos em nós.
Não podemos mudar o mundo se não nos mudamos. Não podemos olhar para fora se deixamos fechados nossas janelas; não podemos fazer nada acontecer se deixamos sempre para amanhã para fazer isso ou aquilo.
Por que o orgulho fica maior que o amor dentro de nós se ele nos afasta das pessoas que mais amamos e se ele nos impede, a nós mesmos, de sermos felizes?
A família é um tesouro inestimável. E mesmo se entre pedras preciosas encontramos pedras brutas, elas também fazem parte do todo da nossa história. São nossas raízes e nossos galhos, são as flores e frutos e são o sangue que corre nas nossas veias.
Cortar laços de sangue é cortar um pouco de si mesmo, ficar aleijado de alguma forma. As grandes pessoas são aquelas que aprendem a passar por cima de muros e enxergar apenas o essencial.
Se fecharmos uma porta para alguém entrar, essa mesma porta nos impede de sair. E acabamos perdendo.
Deus escolheu uma família para enviar Seu filho porque sabe que o ser humano precisa disso para manter seu equilíbrio.
Quaisquer que forem as portas que estejam fechadas, temos uma chave nas mãos. Diminuído não é quem busca, mas quem rejeita.
O amor é capaz de criar laços onde já não mais existiam e construir pontes que nos levarão aos outros e eles a nós. E por onde, com toda a certeza, Deus terá prazer em caminhar.

Letícia Thompson

Um paciente diz ao psiquiatra:
- Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo. Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima... Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima... Estou ficando maluco!
- Deixe-me tratar de você durante dois anos. Venha três vezes por semana e eu curo este problema, diz o psiquiatra.
- E quanto o senhor cobra?- pergunta o paciente.
- R$ 120,00 por sessão -responde o psiquiatra.
- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.
Passados seis meses eles se encontram na rua.
- Por que você não me procurou mais? ? pergunta o psiquiatra.
- A 120 reais a consulta, três vezes por semana, dois anos = R$ 37.440,00. Ia ficar caro demais. Aí um sujeito num bar me curou por 10 reais.
- Ah é? Como? ? - pergunta o psiquiatra.
- Por 10 reais ele cortou os pés da cama.

Muitas vezes o problema é sério, mas a solução pode ser muito simples. Há uma grande diferença entre foco no problema e foco na solução. Concentre-se na solução ao invés de ficar pensando no problema.




Desconheço o autor

Se um cachorro fosse professor, você aprenderia coisas assim:
Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.
Nunca perca uma oportunidade de ir passear.
Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.
Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.
Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.
Corra, pule brinque todos os dias.
Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.
Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.
Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e deite debaixo da sombra de uma árvore.
Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.
Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado...volte e faça as pazes novamente.
Aproveite o prazer de uma longa caminhada.
Se alimente com gosto e entusiasmo.
Seja legal.
Coma o suficiente.
Nunca permita ser o que você não é.
E o MAIS importante de tudo...
Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.

Ramiro rios

É hora de substituir o ideal romântico do amor que basta em si mesmo (por isso não dura) por uma relação que traga crescimento individual.
Há algo de errado na forma como temos vivido nossas relações amorosas. Isso é fácil de ser constatado, pois temos sofrido muito por amor. Se o que anda bem tem que nos fazer felizes, o sofrimento só pode significar que estamos numa rota equivocada. Desde crianças, aprendemos que o amor não deve ser objeto de reflexão e de entendimento racional; que deve ser apenas vivenciado, como uma mágica fascinante que nos faz sentir completos e aconchegados quando estamos ao lado daquela pessoa que se tornou única e especial. Aprendemos que a mágica do amor não pode ser perturbada pela razão, que devemos evitar esse tipo de contaminação para podermos usufruir integralmente as delícias dessa emoção – só que não tem dado certo. Vamos tentar, então, o caminho inverso: vamos pensar sobre o tema com sinceridade e coragem. Conclusões novas, quem sabe, nos tragam melhores resultados.
Vamos nos deter em apenas uma das idéias que governam nossa visão do amor. Imaginamos sempre que um bom vínculo afetivo significa o fim de todos os nossos problemas. Nosso ideal romântico é assim: duas pessoas se encontram, se encantam uma com a outra, compõem um forte elo, de grande dependência, sentem-se preenchidas e completas e sonham em largar tudo o que fazem para se refugiar em algum oásis e viver inteiramente uma para a outra usufruindo o aconchego de ter achado sua metade da laranja. Nada parece lhes faltar. Tudo o que antes valorizavam – dinheiro, aparência física, trabalho, posição social etc. – parece não ter mais a menor importância. Tudo o que não diz respeito ao amor se transforma em banalidade, algo supérfluo que agora pode ser descartado sem o menor problema.
Sabemos que quem quis levar essas fantasias para a vida prática se deu mal. Com o passar do tempo, percebe-se que uma vida reclusa, sem novos estímulos, somente voltada para a relação amorosa, muito depressa se torna tediosa e desinteressante. Podemos sonhar com o paraíso perdido ou com a volta ao útero, mas não podemos fugir ao fato de que estamos habituados a viver com certos riscos, certos desafios. Sabemos que eles nos deixam em alerta e intrigados; que nos fazem muito bem.
De certa forma, a realização do ideal romântico corresponde à negação da vida. Visto por esse ângulo, o amor é a antivida, pois em nome dele abandonamos tudo aquilo que até então era a nossa vida. No primeiro momento até podemos achar que estamos fazendo uma boa troca, mas rapidamente nos aborrecemos com o vazio deixado por essa renúncia à vida. A partir daí, começa a irritação com o ser amado, agora entendido como o causador do tédio, como uma pessoa pouco criativa e desinteressante. O resultado todos conhecemos: o casal rompe e cada um volta à sua vida anterior, levando consigo a impressão de ter falido em seus ideais de vida.
Os doentes acham que a saúde é tudo. Os pobres imaginam que o dinheiro lhes traria toda a felicidade sonhada. Os carentes – isto é, todos nós – acham que o amor é a mágica que dá significado à vida. O que nos falta aparece sempre idealizado, como o elixir da longa vida e da eterna felicidade.
Diariamente, porém, a realidade nos mostra que as coisas não são assim, e acho importante aprendermos com ela. Nossas concepções têm de se basear em fatos, nossos projetos têm que estar de acordo com aquilo que costuma dar certo no mundo real. Fantasias e sonhos, ao contrário, têm origem em processos psíquicos ligados às lembranças e frustrações do passado. É importante percebermos que o que poderia ser uma ótima solução aos seis meses de idade, como voltar ao útero materno, será ineficaz e intolerável aos 30 anos. A bicicleta que eu não tive aos 7 anos, por exemplo, não irá resolver nenhum dos meus problemas atuais. É preciso parar de sonhar com soluções que já não nos satisfazem a adaptar nossos sonhos à realidade da condição de vida adulta.
Se é verdade, então, que o amor nos enche de alegria, vitalidade e coragem – e isso ninguém contesta –, por que não direcionar essa nova energia para ativar ainda mais os projetos nos quais estamos empenhados? Quando amamos e nos sentimos amados por alguém que admiramos e valorizamos, nossa auto-estima cresce, nos sentimos dignos e fortes. Tornamo-nos ousados e capazes de tentar coisas novas, tanto em relação ao mundo exterior como na compreensão da nossa subjetividade. Em vez de ser um fim em si mesmo, o amor deveria funcionar como um meio para o aprimoramento individual, nos curando das frustrações do passado e nos impulsionando para o futuro. Casais que conseguem vivê-lo dessa maneira crescem e evoluem, e sob essa condição seu amor se renova e se revitaliza.

Flávio Gikovate

A amizade é o sentimento que imanta as almas umas às outras, gerando alegria e bem-estar.
A amizade é suave expressão do ser humano que necessita intercambiar as forças da emoção sob os estímulos do entendimento fraternal.
Inspiradora de coragem e de abnegação. A amizade enfloresce as almas, abençoando-as com resistências para as lutas.
Há, no mundo moderno, muita falta de amizade!
O egoísmo afasta as pessoas e as isola.
A amizade as aproxima e irmana.
O medo agride as almas e infelicita.
A amizade apazigua e alegra os indivíduos.
A desconfiança desarmoniza as vidas e a amizade equilibra as mentes, dulcificando os corações.
Na área dos amores de profundidade, a presença da amizade é fundamental.
Ela nasce de uma expressão de simpatia, e firma-se com as raízes do afeto seguro, fincadas nas terras da alma.
Quando outras emoções se estiolam no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada dos homens que se estimam.
Se a amizade fugisse da Terra, a vida espiritual dos seres se esfacelaria.
É meiga e paciente, vigilante e ativa.
Discreta, apaga-se, para que brilhe aquele a quem se afeiçoa.
Sustenta na fraqueza e liberta nos momentos de dor.
A amizade é fácil de ser vitalizada.
Cultivá-la, constitui um dever de todo aquele que pensa e aspira, porquanto, ninguém logra êxito, se avança com aridez na alma ou indiferente ao elevo da sua fluidez.
Quando os impulsos sexuais do amor, nos nubentes, passam, a amizade fica.
Quando a desilusão apaga o fogo dos desejos nos grandes romances, se existe amizade, não se rompem os liames da união.
A amizade de Jesus pelos discípulos e pelas multidões dá-nos, até hoje, a dimensão do que é o amor na sua essência mais pura, demonstrando que ela é o passo inicial para essa conquista superior que é meta de todas as vidas e mandamento maior da Lei Divina.

Joanna de Ângelis

A tentação é uma prova pela qual passa nossa parte humana em grau mais ou menos elevado. Geralmente atinge nosso lado fragilizado e carente onde, por isso mesmo, existe uma brecha. Ou seja, chega aos momentos onde estamos mais vulneráveis e é preciso estar atentos para não cairmos nessa armadilha que nos conduzirá ou ao sofrimento ou a perdas, às vezes irreparáveis.

Elas são diferentes para cada um segundo aquilo que seu coração dá maior ou menor importância. Assim, um copo de bebida alcoólica representa uma tentação para quem está tentando parar de beber e não representa nada para uma pessoa comum. Por isso mesmo precisamos estar vigilantes com as nossas fraquezas, pontos sensíveis onde sabemos que podemos ser levados.

Não se julgue forte demais. Você nunca esteve diante de algo que foi mais forte do que suas próprias forças e que te fizeram, por um instante, se esquecer de tudo o mais? Alguma coisa assim tão forte que por um momento você tivesse perdido toda a noção de pecado, certo ou errado... Por algum instante você não pensou, você se deixou levar, sem medir conseqüências, sem pensar no depois.

É como se no mundo todo só existisse você e seu desejo. Mas a realidade é cruel depois. A consciência acusa. Para alguns é suficiente esse sentimento de culpa para refletir e parar por aí. Mas para outros... A prática contínua de atos pecaminosos pode levar à idéia de que tudo é natural e sempre haverá uma desculpa, um meio de justificação para esse ato ou aquele.

Deus não nos acusa. O fato de cairmos em tentação uma vez ou outra não nos torna pessoas perdidas, desde que reconheçamos nosso erro. O que Deus não aprova são essas pessoas para as quais o pecado torna-se coisa natural e que se justificam dizendo que a vida passa muito rápida e que devemos tudo experimentar.

Se você se conhece o bastante para ter consciência das suas fraquezas e não sabe se terá forças ou não para resistir, evite passar pelo caminho. Isso se chama sabedoria. Se soubermos que existe um abismo na nossa frente, vamos nos desviar, não? É assim com a vida... Certos caminhos, certas escolhas, podem ser abismos dos quais dificilmente poderemos sair.

A felicidade plena é a paz de espírito, a sensação de bem estar com a vida, com o corpo, com a alma. Se estivermos nesse caminho, sigamos em frente. Se não... É sempre tempo de voltar e escolher uma nova direção.

Letícia Thompson

Já que o amor chega de repente, deixa ele te surpreender,e invadir o seu coração sem nenhum pudor,fazer com que a sua alma vibre, que você sorria, assim, sem motivo aparente, com a alegria dos simples.
O amor é isso não é?
Uma alegria inexplicável, um desejo que é maior que tudo,maior que o racional que pede prudẽncia,onde a gente se deixa levar pela inocência,e diz coisas que nem deveria dizer,faz coisas que não saberia fazer,aprende com a delicadeza do sentimento que envolve,e se é para viver o amor, que seja de verdade,puro, intenso, rico de experiências,na explosão dos hormônios descontrolados,das mãos que se buscam, dos corpos que se tocam,pelos que se roçam, energias que se trocam…
Deixe o amor te envolver,ainda que seja para reacender uma velha chama.
Pois o que já foi fogo, pode ser aceso mais de uma vez.
Só não se acende aquilo que já morreu,que foi abandonado pelo tempo.
Tempo este, que hoje pede sua atenção,para não deixar o amor morrer em vão.
O amor pede tempo e atenção.
Por isso, nada de reclamar da solidão,envolva-se com a vida, com o bem,envolva-se com pessoas que buscam o mesmo sentido,pois assim, no caminho percorrido,alguém achará uma trilha longe da razão,e vai acabar achando você,flechando o seu coração.
O amor é surpreendentemente gostoso,simples e feito prá você!

Eu acredito em você

Paulo Roberto Gaefke

O NAVIO, ENQUANTO ESTÁ ATRACADO
NO PORTO, ESTÁ SEGURO;
PORÉM, NÃO FOI PARA ISTO
QUE ELE FOI CONSTRUÍDO!

Assim somos nós, Somos como um Navio
Enquanto estamos acomodados e conformados com a situação
na qual nos encontramos, aparentemente estamos seguros.
Nada nem ninguém nos incomoda.
Mas, quando decidimos lutar por Algo mais e por dias melhores,
aí começam as tempestades e as dificuldades.
Surgem invejosos, pessimistas e até INIMIGOS
para nos fazer desanimar.
Porém, entenda:
VOCÊ NÃO NASCEU PARA FICAR NUMA MESMA POSIÇÃO!
DEUS TEM ALGO MAIS PARA VOCÊ!
DEUS TEM NOVOS HORIZONTES PARA A SUA VIDA!

Não tenha medo dos ventos que sopram, Você não está só!
VOCÊ tem o MAIOR PILOTO que existe: JESUS!
Ele te conduzirá pelos Mares desta VIDA!!





Desconheço o autor

As pessoas não são eternas. Pelo menos não na vida terrena. Elas apenas passam, vivem o tempo que lhes é ofertado e retornam à terra.
Ninguém pode acrescentar um segundo sequer à sua vida ou à de alguém. Não temos esse poder e quando a hora chega, ela chega.
Mas preferimos não pensar nisso. Julgamos que temos todo o tempo do mundo para fazer isso ou aquilo, para recuperar o perdido, para sarar o ferido e restabelecer a paz.
Amanhã eu ligo amanhã eu faço, amanhã peço perdão, amanhã me reconcilio, amanhã... Como se pudéssemos segurar o amanhã em nossas mãos! Como se ele fosse chegar por nossa vontade e trazer tudo como ontem ou como hoje! Amanhã? Hoje é o amanhã de ontem e tudo continua na mesma, por que se espera pelo amanhã.
Cada qual tem sua história e suas histórias. Cada qual sua cruz e suas dores, suas alegrias, seus lamentos, seus dissabores, seus ganhos e perdas. É o que nos forma como pessoas, que nos dá a impressão de existir, de fazer parte do universo. E há, assim, como com milhares de outros, relacionamentos quebrados, porque um dia alguém feriu e foi ferido.
Quando isso acontece, construímos em volta do nosso coração um muro, uma barreira que o outro não pode atravessar. Sentimos-nos tão importantes com isso que nem percebemos que esse muro impede o outro de entrar, mas nos impede, a nós, de sair. Tornamos-nos prisioneiros, aprisionados das nossas idéias e nossas mágoas. Não estendemos a mão e recusamos a do outro, caso nos estenda.
Enquanto isso, a vida continua. Não damos, talvez para punir e não recebemos como punição que nos infligimos a nós mesmos, inconscientemente.
Vamos deixar para amanhã para resolver isso, porque hoje estamos magoados demais, não conseguimos perdoar e não queremos dar o braço a torcer, afinal, não erramos. E eu diria como Cristo, quem nunca errou que atire a primeira pedra!
Amanhã não existe. O amanhã, só o conhecemos quando o sol nasce e que o Senhor nos dá aquele dia a mais. E todo mundo não chega lá. Não podemos afirmar que estaremos ainda aqui, porque a vida é imprevisível, às vezes temos o sentimento que é mesmo cruel.
Se o hoje nos é ofertado, por que não viver sem grades e sem muros, em comunhão com o mundo e com Deus? O orgulho? Olhe para ele de cara feia e diga: eu quero é ser feliz e se eu quero, eu vou ser feliz!
Muros nos impedem de abraçar, de sentir o calor ou as batidas do coração do outro. Impedem-nos de dar e de receber, nos transformam em pessoas separadas e isoladas.
Destrua, então, com coragem, dessa que só os grandes possuem esse muro em volta do seu coração e volte a abraçar. Perdoe, mesmo se perdão não foi solicitado, porque cada qual deve dar conta da sua vida a Deus e a outra pessoa responderá por si mesma.
Liberte-se, porque se o amanhã não vier para a outra pessoa, você terá que aprender a conviver com seu coração fechado e terá perdido os melhores anos da sua vida.

Letícia Thompson

Você tem o hábito de juntar objetos inúteis no momento, acreditando que um dia (não sabe quando) poderá precisar deles?
Você tem o hábito de juntar dinheiro só para não gastá-lo, pois no futuro poderá fazer falta?
Você tem o hábito de guardar roupas, sapatos, móveis, utensílios domésticos e outros tipos de equipamentos que já não usa há um bom tempo?
E dentro de você?
Você tem o hábito de guardar mágoas, ressentimentos, raivas e medos?
Não faça isso.
É antiprosperidade.
É preciso criar um espaço, um vazio, para que as coisas novas cheguem em sua vida.
É preciso eliminar o que é inútil em você e na sua vida, para que a prosperidade venha.
É a força desse vazio que absorverá e atrairá tudo o que você almeja.
Enquanto você estiver material ou emocionalmente carregado de coisas velhas e inúteis, não haverá espaço aberto para novas oportunidades.
Os bens precisam circular.
Limpe as gavetas, os guarda-roupas, o quartinho lá do fundo, a garagem.
Dê o que você não usa mais.
Venda, troque, movimente e não acumule.
Dê espaço para o novo.
Não estamos falando do capitalismo/ consumismo, mas até mesmo aquele namoro que não ata nem desata.
A atitude de guardar um monte de coisas inúteis amarra sua vida.
Não são os objetos guardados que emperram sua vida, mas o significado da atitude de guardar.
Quando se guarda, considera-se a possibilidade da falta, da carência.
É acreditar que amanhã poderá faltar, e você não terá meios de prover suas necessidades.
Com essa postura, você está enviando duas mensagens para o seu cérebro e para a vida:
* primeira, você não confia no amanhã e,
* segunda, você acredita que o novo e o melhor não são para você, já que se contenta em guardar coisas velhas e inúteis.
O princípio de não acreditar que o melhor é para você, pode se manifestar, por exemplo, na conservação de um velho e inútil liquidificador.
Esse princípio, expresso num objeto, denota um comportamento que pode também estar presente em outras áreas da sua vida gerando entraves ao sucesso e à prosperidade.
O simples fato de dar para alguém o velho liquidificador, colocando o objeto em circulação, cria um vácuo para que algo melhor ocupe o espaço deixado.
Emocionalmente, também.
Você passa a acreditar que o novo compensará o objeto doado.
Gente, uma faxina básica, apesar da trabalheira e do cansaço que provoca, ao final é sempre bem-vinda.
Arejar espaços, fora e dentro da gente faz um bem enorme!
Vamos lá... Mãos à obra!!
Desfaça-se do que perdeu a cor e o brilho e deixe entrar o novo em sua casa e dentro de você!




Desconheço o autor

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