
Há os amigos do peito. São verdadeiros, sabem o que nos faz feliz. Às vezes, um deles estala o nosso coração e então o chamamos de amigo-namorado, que dá brilho aos nossos olhos, música aos nossos lábios, pulos aos nossos pés. Há os amigos por um tempo, talvez um dia ou uma hora. Eles colocam sorrisos na nossa face enquanto estão por perto. Há os que estão longe, que ficam nas pontas dos galhos, e aparecem quando o vento sopra. O tempo passa, o outono chega e perdemos algumas das nossas folhas.
Mas elas continuam alimentando as raízes com lembranças de momentos maravilhosos.” Cada pessoa que passa na nossa vida é única, deixa um pouco de si e leva um pouco de nós.”
Esta é a maior prova de que duas almas não se encontram por acaso.
Desconheço o autor