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Atitude é Tudo

Seja mais humano e agradável com as pessoas.
Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.
Ame generosamente...
Cuide-se intensamente...
Fale com gentileza...
E, principalmente, não reclame.
Deixe o restante com Deus.

Textos mais lidos

Quando põe as maõs em seu ombro, frente a cama de seu filho e lhe diz "não se preocupe, te amo".

Quando vêm juntos o pôr do sol, e com cada amanhecer sentem renovado esse amor que nasceu com um "te amo".

Quando têm problemas econômicos, os enfrentam juntos e mesmo na adversidade lhe diz "não se preocupe, te amo".

Quando ao chegar do trabalho sente o abraço confortável e o doce beijo dessa pessoa que com um "te amo" acelera seu pulso e o seu coração bate mais depressa.

Quando na madrugada se preocupa com o filho que não chegou e na cama ao seu lado ouve uma voz que diz "não se preocupe, te amo".

Quando no momento do parto sente suas mãos e sua voz que lhe diz "te amo".

Quando vêm crescer juntos aos seus filhos e ao seu lado sente a mesma voz que durante anos lhe fez apaixonar-se com um "te amo".

Fazer amor é caminhar juntos na vida, superando os obstáculos que a vida pode presentear, é crescer juntos espiritual e intelectualmente, evolucionar unidos, fortalecer os laços em comum com esses pequenos detalhes que algumas vezes nos parecem bobos e insignificantes, mas que todavia, são tão importantes para evitar a rotina que é a mais cruel inimiga do amor.

Quando se sente triste, quando se sente feliz, quando se sente deprimido, quando está doente, quando se sente saudável e sempre sente essa pessoa ao seu lado, dizendo "te amo" e respondendo-lhe “eu te amo mais", nesses momentos você pode dizer “eu fiz amor".

Fazer amor é chegar ao final de sua vida ao lado dessa pessoa que durante anos lhe conquistou e que lhe fez sentir-se o ser mais feliz e querido sobre a terra.

Aproveite a vida fazendo muito amor...

Viva com intensidade...

Lute por seus ideais...

Busque a felicidade...

E que você encontre alguém que te diga: “Eu te amo”

Hoje e sempre!!!

Desconheço o autor

Há coisas que ninguém nos ensina; há coisas que nunca queremos aprender.

Recebemos de bom ou mau grado o que a vida nos impõe e depois nos apegamos a essas coisas, pessoas ou sentimentos como se para existirmos precisássemos deles.

Dizer adeus é como deixar um pedaço de si e se impedir de olhar pra trás.

Sim... confesso que é difícil dizer adeus, aquele sem retorno, às pessoas que amamos e aceitar isso como parte natural da vida.

É amargo aceitar o adeus dos sonhos, dos que começaram e jamais foram terminados.

Mas o que é incompreensível no ser humano é a rejeição do adeus total e definitivo às feridas e mágoas que consomem nossas entranhas.

É a dificuldade em livrar-se do passado, das manchas da alma, do que nos impede de ter uma vida normal e possivelmente feliz.

Há pessoas que guardam tudo e saem carregando nos ombros o que recolheram da vida. Isso faz com que caminhem com passos mais lentos, faz com que nunca cheguem a um lugar definido.

Para alcançarmos libertação e cura deveríamos possuir a arte de saber deixar definitivamente para trás o que nos impede de avançar.

Quem cultiva a dor, colhe a dor; quem cultiva ódio, colhe ódio; quem cultiva ressentimentos, colhe ressentimentos.

Se nosso coração é um jardim, devemos saber o que estamos plantando nele e o que estamos arrancando. Se com lágrimas regamos o mal que nos fizeram, com lágrimas colheremos o mal que nos fazemos a nós.

É preciso aprender a dizer adeus a todas as mágoas, custe o que custar, se quisermos alcançar a misericórdia prometida, a graça eterna... se quisermos ser, nem que seja um pouquinho, parecidos com Jesus.

Letícia Thompson

Precisamos do coletivo e o motorista nos conduz, tendo nas suas mãos as nossas vidas. Mas nem o olhamos.

Na repartição, aguardamos o cafezinho com quase ansiedade, desejando realizar a pausa entre as tarefas e saboreá-lo, com calma. No entanto, nos esquecemos de olhar nos olhos da funcionária que o serve, de a cumprimentar, de perguntar se está bem. Sequer lhe sabemos o nome.

Entramos no elevador, dizemos o andar que desejamos, sem desejar um bom dia ao ascensorista que passa horas, dentro daquela caixa, que sobe e desce sem parar.

Por vezes, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante. Esquecemos das pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido.

Dos que nos suportam, dos que nos oferecem o ombro amigo para chorar. Dos que ouvem as nossas lamúrias e as nossas alegrias.

Deixamos de saudar, de agradecer, de dizer algo amável, de sorrir.

E que dirá dos amigos espirituais? Nosso anjo da guarda que se desvela em cuidados?

Deus, que todos os dias, pinta quadros novos de beleza para nosso deleite? Deus, cujo amor nos sustenta, cuja misericórdia nos alcança?

Lembremos de mostrar gratidão. Um telefone, um sorriso às pessoas. Um cartão. Um email. Um mimo inesperado em invólucro delicado.

Um instante de reflexão. Uma prece. Uma oração de gratidão.

Obrigado, Senhor, por tudo que eu tenho. Por tudo que me dás, pelo pão, pelo ar. Pela paz. Por minha vida. Pela vida dos meus amores. Pelo dia de hoje.

Obrigado, Senhor!

Desconheço o autor

Não entendo porque temos de maneira geral uma natureza tão negativa, independentemente da nossa personalidade.

Se para alguns tudo é sempre bonito, tudo é bom e se o sol desaparece ele vai voltar o que quer que aconteça, para outros, os dias se seguem uns depois dos outros, apenas com horas repetidas e cenas que se sucedem, numa monotonia muda e dolorida.

E para todo mundo, as infelicidades pesam cem vezes mais que os momentos de alegria que arrebataram nosso coração.

A dor é pesada e a felicidade é leve.

As lágrimas de tristeza apagam mais rápido o que de bom aconteceu e raros são os que têm a força e coragem de dizer: “perdi, mas tive”, “choro hoje mais ontem dei gargalhadas” ou “a vida vale a pena mesmo se sigo tropeçando”.

Não creio! Não posso acreditar em 24 horas por dia e 365 dias por ano de dor infinita sem que em algum momento uma alegria tenha tocado nosso coração, nem que seja de leve. Deve existir, como todo mundo de exceções, uma infelicidade assim grande e duradoura, mas prefiro acreditar que seja realmente uma exceção e não uma fatalidade.

Conheço alguém que colheu todas as mágoas e dores possíveis reunidas em um só ano, como não acreditamos que seja possível. Mas ainda assim, não de pode dizer que a vida seja uma sucessão de coisas ruins sem dia, sem raio de sol, sem primavera e sem as estrelas que nos olham do alto.

Quem planta dores colhe dez vezes mais as mágoas espalhadas pela vida, seja hoje ou seja amanhã. Isso é o reflexo natural das coisas que se faz aqui e ali. Mas duro mesmo é ver colher lágrimas quem com lágrimas semeia o bem e o bom. Duro é ver a injustiça para os que partem cedo demais, sofrem cedo demais, que não escolheram, mas tiveram suas cabeças apontadas. Insuportável!...

Portanto, a vida não escolhe e nos curvamos. Nos apegamos desesperadamente a uma esperança futura que encontramos quando olhamos para a cruz e compreendemos que Aquele que viveu a maior injustiça foi perseguido, cravado e coroado de espinhos.

Todos os dias do ano não são ruins ao todo. Jó teve, perdeu, chorou e foi recompensado pela paciência e perseverança.

Há um amanhã que nos aguarda e acolhe a todo aquele que não desespera. Há e haverá um amanhã a todo aquele que crê. Este verá e viverá.

Desconheço o autor

Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade. Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira-lata que atendia pelo nome de Malhado.

Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou um almoço feito com sobras de comida dos mais abastados.

Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras. Serapião era conhecido como um homem bom, que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade.

Não bebia bebida alcoólica, estava sempre tranquilo, mesmo quando não havia recebido nem um pouco de comida. Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que Deus determinava, alguém lhe estendia uma porção de alimentos. Serapião agradecia com reverência e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava.

Tudo que ganhava, dava primeiro para o Malhado, que, paciente, comia e ficava a esperar por mais um pouco. Não tinham onde dormir; onde anoiteciam, lá dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte e, ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte.

Aquela figura me deixava sempre pensativo, pois eu não entendia aquela vida vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um futuro promissor.

Certo dia, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas, fui bater um papo com o velho Serapião. Iniciei a conversa falando do Malhado, perguntei pela idade dele, o que Serapião, não sabia. Dizia não ter ideia, pois se encontraram um certo dia quando ambos andavam pelas ruas e falou:

- Nossa amizade começou com um pedaço de pão. Ele parecia estar faminto e eu lhe ofereci um pouco do meu almoço; e ele agradeceu, abanando o rabo. Daí, não me largou mais. Ele me ajuda muito e eu retribuo essa ajuda sempre que posso.

Curioso perguntei: - Como vocês se ajudam?

- Ele me vigia quando estou dormindo; ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Também quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode.

Continuando a conversa, perguntei: - Serapião, você tem algum desejo na vida?

- Sim, respondeu ele - tenho vontade de comer um cachorro quente, daqueles que a Zezé vende ali na esquina.

- Só isso? Indaguei.

- É, no momento é só isso que eu desejo.

- Pois bem, vou satisfazer agora esse grande desejo.

Saí e comprei um cachorro quente para o mendigo. Voltei e lhe entreguei. Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e em seguida tirou a salsicha, deu para o Malhado, e comeu o pão com os temperos.

Não entendi aquele gesto do mendigo, pois imaginava ser a salsicha o melhor pedaço. Não me contive e perguntei, intrigado: - Por que você deu para ao Malhado, logo a salsicha?

Ele com a boca cheia respondeu: - Para o melhor amigo, o melhor pedaço! E continuou comendo, alegre e satisfeito.

Despedi-me do Serapião, passei a mão na cabeça do Malhado e sai pensando. Aprendi como é bom ter amigos. Pessoas em que possamos confiar. Por outro lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação de ser reconhecido como tal.

Jamais esquecerei a sabedoria daquele eremita: "PARA O MELHOR AMIGO O MELHOR PEDAÇO"

Desconheço o autor


Conta a velha lenda que um rei muito poderoso ao enfrentar um outro rei tão poderoso quanto ele, quase perdeu tudo.

Foram anos de batalhas onde muitos soldados perderam a vida, e muito ouro foi consumido.

A guerra só acabou com a morte do rei inimigo, mas custou muito caro ao vencedor, que sentiu o peso da miséria na sua própria vida.

Foram necessários alguns anos para que o rei conseguisse de novo acumular fortuna, com muito trabalho nos campos e a conquista de outros lugares.

Assim, meditando na sorte e no azar, na riqueza e na pobreza, o rei chamou seus sábios consultores e pediu que eles definissem em uma única frase esses dois momentos tão opostos, e que desse força para que ele superasse a falta de recursos, os problemas e dificuldades, e quando na riqueza não esquecesse dos mais pobres, das dificuldades do povo que ele comandava.

Essa frase vencedora, daria honras e glórias ao seu criador e seria escrita na bandeira daquele reino, e seria inserida no brasão real do rei, por isso os gênios de todos os cantos mandavam sugestões, enviando frases que mais pareciam histórias.

Um dia, o rei em um dos seus passeios pelos arredores do seu reinado teve sede e parou perto de um casebre na estrada e um dos seus soldados bateu palmas.

Um senhor bem sorridente o atendeu e logo trouxe água para o rei em uma caneca simples mas muito limpa, o que impressionou o rei, que também ficou impressionado com a pureza e o frescor da água.

Curioso, o rei desceu e resolveu entrar no casebre e se surpreendeu com a paz do ambiente, com a limpeza e as pequenas flores em cada canto daquele cômodo humilde.

O rei então perguntou ao camponês como ele conseguia ser feliz naquele lugar tão longe de tudo e vivendo em tamanha simplicidade.

O camponês contou que no passado tivera bens e posses, era alfaiate e tinha uma grande freguesia, chegou a ter muito dinheiro, mas perdeu tudo com o ataque de um rei muito poderoso naquela região e ele teve que mendigar pelas ruas para comer.

Andou muito, conheceu muitas vidas e muitas realidades, até encontrar esse lugar que hoje ele chama de "pedacinho do céu", e mostrou ao rei uma tabuleta onde ele mandou gravar a frase da sua vida, para que ele se lembrasse sempre, na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença, na pobreza ou na riqueza que ele podia superar tudo, desde que se lembrasse dessa verdade escrita na tabuleta.

Lá estava a frase que o rei tanto buscava, lá estava escrito em apenas uma linha toda a filosofia que seus sábios não souberam explicar, lá estava escrito: "Tudo passa!"

Desconheço o autor

"Não importa o que você pedir, é apenas uma visão microscópica daquilo que deus deseja lhe dar."

Você já se perguntou por que a estrada tem curvas? Por que é que todas as estradas não são retas? Por que é que as ruas da cidade sobem, descem, e dobram esquinas?

As curvas da estrada nos dão a oportunidade de ir vendo um pouquinho de cada vez. À medida que vamos avançando, ganhando terreno, um pouco mais nos é revelado.

É assim que a vida funciona. Ela vai lhe dando aquilo com que você consegue lidar em pequenas doses, mesmo quando você acha que aguentaria mais.

Isso é o que chamamos de graça de Deus. Onde quer que você se encontre, é exatamente onde precisa estar. Mesmo quando você queria estar em outro lugar, em circunstâncias diferentes, a vida sabe que você provavelmente não conseguiria lidar com a outra situação.

Deepak Chopra escreveu: "Sejam quais forem os relacionamentos que você atraiu para dentro de sua vida, numa determinada época, eles são os relacionamentos de que você precisava naquele momento."

Quando você estiver preparada para fazer uma coisa nova, de uma maneira nova, você fará, com pessoas novas. Há gente à espera da pessoa na qual você está se transformando. É provável que você ainda não esteja pronto para conhecê-las.

A cada momento específico, cada um de nós está passando pelo processo de ser e de se tornar. Estamos aprendendo o máximo que podemos.

A estrada tem curvas e estamos sendo preparados para lidar com o que nos aguarda a cada curva.

Obrigada , meus Deus, por ter feito as curvas da estrada! Obrigada por nos amar o suficiente para nos dar apenas aquilo com que conseguimos lidar no momento em que acontece! Obrigada, meu Deus, por permitir que o curso do processo da vida seja lento e suave.

"Deus quer o melhor para você e só Deus sabe o que é melhor para você."

(Da autora: Iyanla Vanzant , livro: "Um dia minha alma se abriu por inteiro")

Conta-se que um dia um samurai, grande e forte, conhecido pela sua índole violenta foi procurar um sábio monge em busca de respostas para suas dúvidas.

- Monge, disse o samurai com desejo sincero de aprender, ensina-me sobre o céu e o inferno.

O monge, de pequena estatura e muito franzino, olhou para o bravo guerreiro e,simulando desprezo, lhe disse:

- Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, você está imundo. Seu mau cheiro é insuportável.

- Ademais, a lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha para a sua classe.

O samurai ficou enfurecido. O sangue lhe subiu ao rosto e ele não conseguiu dizer nenhuma palavra, tamanha era sua raiva. Empunhou a espada,ergueu-a sobre a cabeça e se preparou para decapitar o monge.

- "Aí começa o inferno", disse-lhe o sábio mansamente.

O samurai ficou imóvel. A sabedoria daquele pequeno homem o impressionara. Afinal, arriscou a própria vida para lhe ensinar sobre o inferno.

O bravo guerreiro abaixou lentamente a espada e agradeceu ao monge pelo valioso ensinamento.

O velho sábio continuou em silêncio.

Passado algum tempo o samurai, já com a intimidade pacificada, pediu humildemente ao monge que lhe perdoasse o gesto infeliz.

Percebendo que seu pedido era sincero, o monge lhe falou:

- "Aí começa o céu".

Para nós, resta a importante lição sobre o céu e o inferno que podemos construir na própria intimidade. Tanto o céu quanto o inferno, são estados de alma que nós próprios elegemos no nosso dia-a-dia.

A cada instante somos convidados a tomar decisões que definirão o início do céu ou o começo do inferno.

É como se todos fôssemos portadores de uma caixa invisível, onde houvesse ferramentas e materiais de primeiros socorros.

Diante de uma situação inesperada, podemos abri-la e lançar mão de qualquer objeto do seu interior.

Assim, quando alguém nos ofende, podemos erguer o martelo da ira ou usar o bálsamo da tolerância.

Visitados pela calúnia, podemos usar o machado do revide ou a gaze da autoconfiança.

Quando injúria bater em nossa porta, podemos usar o aguilhão da vingança ou o óleo do perdão.

Diante da enfermidade inesperada, podemos lançar mão do ácido dissolvente da revolta ou empunhar o escudo da fé.

Ante a partida de um ente caro, nos braços da morte inevitável, podemos optar pelo punhal do desespero ou pela chave da aceitação.

Enfim, surpreendidos pelas mais diversas e infelizes situações, poderemos sempre optar por abrir abismos de incompreensão ou estender a ponte do diálogo que nos possibilite uma solução feliz.

A decisão depende sempre de nós mesmos. Somente da nossa vontade dependerá o nosso estado íntimo.

Portanto, criar céus ou infernos, portas lá dentro da nossa alma, é algo que ninguém poderá fazer por nós.

Sua vontade é soberana.

Sua intimidade é um santuário do qual só você possui a chave.

Preservá-la das investidas das sombras e abri-la para que o sol possa iluminá-la só depende de você.

Pense nisso!


Desconheço o autor



Saudade é reviver cada momento, sentir as mesmas emoções sem cogitar que tudo se passou há tanto tempo.
Saudade é acordar de manhã e ter para o ente amado, o primeiro pensamento e os demais, que vão invadindo a mente pelo resto do dia.

Saudade é envidar todos os esforços para esquecer, sem contudo, perder a mania de retornar os restos tangíveis que permaneceram, com os olhos marejados e descobrir que estes ‘restos tangíveis’ estão vivos e são ainda o nosso maior e melhor legado.

Saudade é ter a impressão de que nada aconteceu, que ele não partiu, não traiu ou morreu e que, a qualquer momento, não importa se daqui ou além, se nesta ou em outra vida, retomaremos o trajeto interrompido pelo veres inesperado e estaremos de novo caminhando lado a lado!

Desconheço o autor


Por onde quer que pisemos, nossos sinais são deixados; com eles caminharemos, porque são nossos legados. Todos deixamos sinais, alguns pouco lembrados; quando estes forem do mal, que sejam logo apagados.

Alguém que deixe sua marca como sendo registrada, por certo não lha desmarca; será sua marca sagrada.

O tempo envia os sinais do próprio tempo chegado; para as comoções gerais, ninguém será vacinado.

Juntemos nossas pegadas àquelas do Bom Pastor, como ovelhas agarradas na Lei Sublime do Amor.

Há um sinal inapagável dEle que aqui transitou; do amigo incomparável, na hora da suprema dor!

O céu se fez borrascoso, foi sinal do injustiçado; o ato foi tão vergonhoso: um Santo crucificado!

Bendito esse Astro Sagrado, que não desdenhou sua cruz; foi mártir, sem ter pecado: Mestre dos mestres – JESUS!

Por onde quer que pisemos, nossos sinais são deixados; com eles caminharemos, porque são nossos legados. Todos deixamos sinais, alguns pouco lembrados; quando estes forem do mal, que sejam logo apagados.

Alguém que deixe sua marca como sendo registrada, por certo não lha desmarca; será sua marca sagrada.

O tempo envia os sinais do próprio tempo chegado; para as comoções gerais, ninguém será vacinado.

Juntemos nossas pegadas àquelas do Bom Pastor, como ovelhas agarradas na Lei Sublime do Amor.

Há um sinal inapagável dEle que aqui transitou; do amigo incomparável, na hora da suprema dor!

O céu se fez borrascoso, foi sinal do injustiçado; o ato foi tão vergonhoso: um Santo crucificado!

Bendito esse Astro Sagrado, que não desdenhou sua cruz; foi mártir, sem ter pecado: Mestre dos mestres – JESUS!

Desconheço o autor

Como saber por onde anda a minha Alma, se estou sempre com pressa e presa a tantos compromissos?

Somos seres que vivemos inebriados pela ação, intoxicados pelo tempo, preenchido em constante atividade, pressão, agitação...

Parar e pensar em Alma???

Tá louco???

Onde poderia me levar momentos de passividade e quietude com tanta coisa que tenho para pensar, fazer, resolver?

Exatamente ao encontro de nossa Alma.

O silêncio depois do barulho, a reflexão depois do movimento, a paz depois da agitação é altamente importante, vital e benéfica.

Quem de nós realiza serenamente a maioria de nossas tarefas?

Estamos fazendo aqui, pensando no que faremos ali, daqui há uma hora, logo mais, o dia seguinte, a semana que vem...

Ufa!!! Quem agüenta?

Oprimidos pela realidade do tempo, não percebemos a vida, por debaixo da vida.

Preocupados em nos servir da autocultura intelectual desprezamos a vida contemplativa e espiritual, como se a primeira nos bastasse.

Sim, é claro que agrada a mentalidade materialista, que ainda vê as experiências espirituais como desperdício de tempo.

Ainda alguns relegam devotos da passividade, ao asilo da esquisitice, do embuste, da insanidade mental.

Pois é exatamente neste asilo da quietude que nos encontramos com a nossa verdadeira face.

Onde somos apresentados ao nosso maior companheiro de jornada. Aquele que nos dá o alimento espiritual, a paz e as respostas às nossas indagações.

PADRE FÁBIO DE MELO TECE COMENTÁRIOS SOBRE CHICO XAVIER

Assisti a entrevista que o Padre Fábio de Melo concedeu à jornalista Marília Gabriela no canal SBT - Sistema Brasileiro de Televisão no último domingo, 20/06/2010.

Entre os inúmeros assuntos abordados, ele narrou um pitoresco fato envolvendo uma fiel que o procurou para falar acerca de um problema grave.

A beata estava preocupada com a repercussão do centenário de nascimento do médium Chico Xavier.

Filmes, reportagens e matérias pertinentes à vida do mineiro de Pedro Leopoldo, na opinião da senhora, exercem perniciosa influência na sociedade.

O padre Fábio de Melo tranqüilizou-a, afirmando:

- Por que levantarmos vozes contra Chico Xavier, uma figura que exemplificou o amor, sensível e que dedicou toda sua vida ao semelhante? Não há razão para isso. Embora eu não seja reencarnacionista, admiro o cidadão Chico Xavier, sua sensibilidade...

Admirável a resposta do padre!

O fato de discordar de Chico torna o seu posicionamento ainda mais notável. Fácil admirar quem compartilha nossos ideais. Difícil, no entanto, olhar com generosidade e valorizar aqueles cujo pensamento diverge do nosso.

Padre Fábio de Melo deixou de lado o rótulo e mergulhou na essência: os exemplos de Chico, um homem Cândido.

A religião que professamos é apenas o rótulo, a essência são nossas atitudes. E negar a grandeza do coração de Chico Xavier é "tapar o sol com a peneira". Aliás, não apenas de Chico, mas de tantos outros missionários da bondade.

Quem em sã consciência pode tecer comentários maldosos do evangélico Martin Luther King ou de Madre Tereza de Calcutá? Impossível, são criaturas que deixaram contribuições marcantes no campo do amor e do idealismo, independentemente de suas religiões.

Não compreendo como há gente que se nega a valorizar as boas atitudes dos outros porque professam a religião A ou B. Trata-se de uma bobagem monumental, parece coisa de criança mimada. Aliás, muitas vezes nem entre confrades existe essa valorização. Uma pena!

Diferente agiu o padre: mesmo discordando dos princípios da crença de nosso Chico ele afirmou admirar o cidadão Chico Xavier. Quebrou o paradigma, olhou além das diferenças e proporcionou singular lição àquela senhora que alimentava deliberadamente o preconceito.

Com sua postura íntegra o Padre Fábio de Melo ganhou um novo admirador. Não poderia, portanto, deixar de registrar a digna atitude do sacerdote a fim de que sigamos seu exemplo de valorizar o trabalho alheio.

A realidade se esquiva em busca de uma simples posse, nas conquistas materiais, no ter, e ter e ter ainda mais, e nos distancia cada vez mais desse encontro profundo da divindade do nosso EU.

Somos pobres peregrinos, desperdiçando nossa preciosa existência nesta vida, perseguindo um poder que os olhos possam contemplar, e não nos damos conta que é através do que não tocamos, nem cheiramos, nem vemos ou ouvimos que se encontra a riqueza que buscamos.

A busca do sagrado, do profundo, do eterno...

No silêncio de nossa Alma, bebemos o elixir da sabedoria e saboreamos o néctar da verdade da vida.

Acalmar o pensamento e tentar superar a tendência excessiva ao materialismo, são passos decisivos na direção de um encontro efetivo com o nosso âmago companheiro... é por aí que anda a nossa Alma!

Silvana Giudice

Era uma tarde quente de verão, e o vendaval agitava a folhagem com violência, anunciando a tempestade que se aproximava rapidamente.

Pelas janelas abertas, um suave perfume enchia a casa. Lá fora, um espetáculo digno de nota acontecia.

Açoitados pelo vento, os pés de manjericão, alfavaca e lavanda dobravam-se e liberavam um delicioso perfume.

Era impressionante notar a maneira como as flores e folhagens respondiam aos golpes violentos do vento.

Os primeiros pingos de chuva enfeitavam as rosas abertas como se fossem diamantes líquidos.

Mas o temporal anunciado logo chegou e as gotas de chuva, agora misturadas com o vento forte, pareciam um bombardeio cruel macerando as suaves pétalas, que respondiam à agressão liberando um perfume inconfundível.

Era incrível aquela lição viva de generosidade e resignação!

Ante a violência do temporal, instintivamente as plantas se dobram para não quebrar. As plantas não pensam, não são seres racionais, mas cumprem, silenciosas e submissas, a tarefa que o Criador lhes confia, apesar das tempestades da vida.

Assim também agem algumas pessoas. São como as flores que mesmo maceradas pela enfermidade cruel, pela rudeza da vida, responde com o perfume do otimismo e da alegria.

Seres racionais que são, sabem que todas as lições que lhes chegam são oportunidades de crescimento e auto-superação.

Isso acontece com uma jovem senhora, agredida por um câncer cruel que tenta lhe roubar o corpo, minando-a aos poucos e insistentemente. Quando soube que teria que fazer quimioterapia novamente, não se desesperou. “Eu venci essa doença uma vez e vou vencê-la de novo.” Falava com fé e disposição na alma.

Trabalha como vendedora e sempre supera as metas estabelecidas pela gerência. A família preocupada com seu estado de saúde, insiste para que ela fique em casa, repousando, mas ela prefere trabalhar.

Quando faz o tratamento quimioterápico, ela passa muito mal. Mas a dor não impede de estar o dia todo com um sorriso nos lábios, distribuindo otimismo entre seus colegas.

Sempre gentil, ela dribla a doença, trabalha, confia, sofre, espera.

Uma pessoa assim é como uma flor que, mesmo açoitada pelos ventos fortes e pela violência da chuva, exala perfume e não deixa de florescer a cada primavera.

Até parece que Deus permite que pessoas assim nasçam na Terra para exemplificar a resignação, a confiança, o otimismo.

Pessoas que não se deixam desanimar, mesmo diante dos quadros mais graves e desesperadores.

O corpo sofre as agressões da doença, não há dúvida. Mas o espírito está intacto, lúcido, ofertando o perfume da gratidão a Deus pela bênção da vida. E vive intensamente.

Enquanto muitas pessoas saudáveis reclamam por coisas mínimas, faltam ao trabalho sem motivos justos, aquela mulher-flor abre suas pétalas de esperança dignificando a oportunidade de crescer que o Criador lhe concede.

Sem dúvida um exemplo incomum.

Em vez de se deixar derrotar pela enfermidade, ela luta com vigor e coragem, e, acima de tudo, com confiança plena em Deus.

Quando em algum momento, sua coragem ameaça vacilar, pensa nas pessoas que sofrem mais que ela e firma o passo outra vez, seguindo em frente.

Imitando as flores que, mesmo tendo suas pétalas rasgadas pelo granizo, não deixam de exalar perfume, também essa moça valente não permite que doença lhe roube a paz de espírito e a imensa vontade de viver.

Pense nisso, e busque viver com otimismo, por mais que a situação esteja difícil.

Desconheço o autor

Uma das mais belas qualidades humanas é a lealdade. Quanta grandeza em saber reconhecer um benefício com gestos de fidelidade.

Mas não é isso o que vemos sempre pelo mundo. Muito pelo contrário.

O mais frequente é encontrarmos por toda parte o desamor como pagamento aqueles que estendem a mão em auxílio ao próximo.

Quantas vezes vemos amizades e famílias desfeitas, boas lembranças esquecidas. Tudo em nome da deslealdade, que nada mais é do que uma forma de ingratidão.

Assim, vale a pena refletirmos sobre a natureza do que é desleal. Quem agiria assim? Quem seria capaz de pagar um benefício com uma traição? E por que razão faria isso?

Vamos responder por partes. Desleal costuma ser a maior parte da humanidade em algum momento da vida.

Dificílimo é encontrar alguém que sempre age corretamente, que pauta seus atos pela extrema correção, em todas as ocasiões.

Por outro lado, as razões que levam à deslealdade são sempre baseadas no egoísmo. O egoísta não se preocupa com o bem-estar do outro. Para ele, seus interesses vêm em primeiro lugar.

Por isso, o egoísta não se envergonha em atraiçoar aquele que lhe estendeu a mão amiga. Movido por interesses financeiros, por orgulho ou vaidade, não hesita em dar as costas para um amigo ou um ser querido.

E o que é alvo de um gesto de deslealdade – o que deve fazer?

Antes de tudo cabe não julgar. O desleal é alguém doente. Não um doente do corpo, mas um doente da alma, a quem nos cabe perdoar.

Perdoar? Sim, perdoar. Costumamos afastar de nosso dia a dia a prática do perdão. Falamos tanto em perdão e enaltecemos seu valor na hora da provação.

Mas basta que alguém nos fira, para imediatamente esquecermos tudo o que costumamos falar sobre a necessidade de perdoar o próximo. É uma conveniência.

Assim, diante da deslealdade, recordemos Jesus, que nos ensina a não resistir ao mal. É o Cristo que nos convida a pagar o mal com o bem, a oferecer a outra face, a perdoar constantemente.

O valor do perdão é maior quanto mais grave é a deslealdade. Quando o desleal é uma alma querida, a quem sempre oferecemos o melhor em termos de amizade.

Uma fórmula preciosa para esses instantes é recorrer à prece. A oração balsamiza a alma, acalma o coração, ilumina os dias. Se o coração do que é agredido está sereno, ele está liberto.

E o outro? Ah, a questão não é mais entre um e outro? A questão é entre Deus e cada um de nós. A questão é entre ele e Deus.

De nossa parte, devemos nos preocupar única e exclusivamente com a nossa consciência perante as Leis Divinas. Se estamos em paz, tudo está bem.

Isto, acredite, é também um exercício de desapego. Não contabilizar benefícios faz parte da essência da verdadeira caridade.

Se fizermos um bem a alguém, devemos fazê-lo por amor a Deus, pelo prazer de ser bom, pela alegria de ver os outros felizes.

Fazer o bem simplesmente, sem esperar recompensa, sem aguardar retribuição. Foi isso o que Jesus nos ensinou.

Desconheço o autor

"Se você sofre, não é porque as coisas são impermanentes. É porque você crê que as coisas são permanentes. Quando uma flor morre, não sofremos muito, porque entendemos que as flores são impermanentes. Mas você não pode aceitar a impermanência de uma pessoa amada, e sofre profundamente quando ela morre. Se você olhar a impermanência em profundidade, fará o melhor que puder para fazer essa pessoa feliz agora. Consciente da impermanência, você se torna positivo, amoroso e sábio. Impermanência é boa notícia. Sem impermanência nada seria possível. Com impermanência toda porta é aberta para a mudança. Em lugar de lastimar, deveríamos dizer: Longa vida para a impermanência. Impermanência é um instrumento para nossa liberação.”

Desconheço o autor

Quando através de um sofrimento conseguimos extrair um aprendizado, podemos dizer que foi proveitoso ter passado por ele.
Choramos quando perdemos alguém tão querido. Choramos pelo vazio que esse alguém deixa quando não está mais presente fisicamente na nossa vida.
Quantas perdas, quantos vazios, quantas lembranças!
Num momento, tudo perde o sentido...
Esvaem-se nossas energias, nossa alegria, nosso sentido de viver...
E nos perguntamos o porquê de tudo, da vida e da morte?
Por mais que saibamos que é assim, que sempre foi e sempre será, toda vez parece uma surpresa que a vida está nos pregando uma peça, surpreendendo-nos com algo novo e desavisado.
Como podemos aceitar algo que nos é tirado de repente?
A vida a todo momento nos mostra o desapego na flor que desabrocha e depois vai perdendo sua beleza, seu vigor e seu perfume, até caírem suas pétalas na terra.
Nas folhas que caem misturam-se à terra transformando-se em adubo para outras plantas e árvores encerrando um ciclo e começando outro, mostrando a todo instante o que já sabemos, que a vida é um ir e vir...
Que estamos aqui de passagem, num aprendizado na ESCOLA DA VIDA e muitas vezes não conseguimos sair do estudo primário...
Tudo nos é dado e tirado.
O que será que temos que aprender?
Aprendizado extraído desse momento de reflexão: viver cada momento o mais consciente possível!
Agradecer cada momento da vida que nos é permitido viver. Valorizar cada coisa que tocamos, que vemos e que sentimos. Fazer de cada dia algo novo e renovador.
Saber que a vida nos empresta os “brinquedos”, não para passarmos o tempo brincando e depois chorando quando eles nos forem retirados, mas para aprendermos com eles, tirando os ensinamentos necessários para passarmos para uma nova fase, a uma outra dimensão de vida.
Prestar a atenção se não estamos sendo levados pela vida igual a uma folha morta levada pela água do rio, encalhando às vezes em qualquer obstáculo que encontrar pela frente.
Nada nos pertence, nada é permanente, a não ser o espírito.
O que fica?
A essência, o que aprendemos e transmitimos como exemplo de aprendizagem.
Procuramos ser verdadeiros canais da presença divina.
Viver a vida é viver o amor, a gratidão e a presença consciente que nos une a Deus.
Que as palavras possam ser sentidas em sua essência e tornarem-se vida por todos nós.

Desconheço o autor

Navegue, descubra tesouros, mas não os tire do fundo do mar, o lugar deles é lá.
Admire a lua, sonhe com ela, mas não queira trazê-la para a terra.
Curta o sol, se deixe acariciar por ele, mas lembre-se que o seu calor é para todos.
Sonhe com as estrelas, apenas sonhe, elas só podem brilhar no céu.
Não tente deter o vento, ele precisa correr por toda parte, ele tem pressa de chegar sabe-se lá onde.
Não apare a chuva, ela quer cair e molhar muitos rostos, não pode molhar só o seu.
As lágrimas? Não as seque, elas precisam correr na minha, na sua, em todas as faces.
O sorriso! Esse você deve segurar, não o deixe ir embora, agarre-o!
Quem você ama? Guarde dentro de um porta joias, tranque, perca a chave!
Quem você ama é a maior joia que você possui, a mais valiosa.
Não importa se a estação do ano muda, se o século vira e se o milênio é outro, se a idade aumenta; conserve a vontade de viver, não se chega a parte alguma sem ela.
Abra todas as janelas que encontrar e as portas também. Persiga um sonho, mas não deixe ele viver sozinho.
Alimente sua alma com amor, cure suas feridas com carinho. Descubra-se todos os dias, deixe-se levar pelas vontades, mas não enlouqueça por elas.
Procure, sempre procure o fim de uma história, seja ela qual for. Dê um sorriso para quem esqueceu como se faz isso.
Acelere seus pensamentos, mas não permita que eles te consumam. Olhe para o lado, alguém precisa de você. Abasteça seu coração de fé, não a perca nunca.
Mergulhe de cabeça nos seus desejos e satisfaça-os. Agonize de dor por um amigo, só saia dessa agonia se conseguir tirá-lo também. Procure os seus caminhos, mas não magoe ninguém nessa procura.
Arrependa-se, volte atrás, peça perdão! Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário. Alague seu coração de esperança, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte! Se perceber que precisa seguir, siga! Se estiver tudo errado, comece novamente! Se estiver tudo certo, continue!
Se sentir saudade, mate-a! Se perder um amor, não se perca! Se achá-lo, segure-o!
Caso sinta-se só, olhe para as estrelas: eu sempre estarei nelas. Não estão ao seu alcance mas estarão eternamente brilhando para você!

Silvana Duboc

Recentemente uma professora, que veio da Polônia para o Brasil ainda muito jovem, proferia uma palestra e, com muita lucidez trazia pontos importantes para reflexão dos ouvintes.
Já vivi o bastante para presenciar três períodos distintos no comportamento das pessoas, dizia ela.
O primeiro momento eu vivi na infância, quando aprendi de meus pais que era preciso ser. Ser honesta, ser educada, ser digna, ser respeitosa, ser amiga, ser leal.
Algumas décadas mais tarde, fui testemunha da fase do ter. Era preciso ter. Ter boa aparência, ter dinheiro, ter status, ter coisas, ter e ter.
Na atualidade, estou presenciando a fase do faz de conta. Hoje, as pessoas fazem de conta e está tudo bem.
Pais fazem de conta que educam, professores fazem de conta que ensinam, alunos fazem de conta que aprendem, profissionais fazem de conta que são competentes, governantes fazem de conta que se preocupam com o povo e o povo faz de conta que acredita.
Pessoas fazem de conta que são honestas, líderes religiosos fazem de conta que são representantes de Deus, e fiéis fazem de conta que têm fé.
Doentes fazem de conta que têm saúde, criminosos fazem de conta que são dignos e a justição faz de conta que funciona e faz de conta que é imparcial.
Traficantes fazem de conta que são cidadãos de bem e consumidores de drogas fazem de conta que não impulsionam esse nefando mercado do crime.
Pais fazem de conta que não sabem que seus filhos usam drogas, que se prostituem, que estão se matando aos poucos, e os filhos fazem de conta que não sabem que os pais sabem.
Corruptos se fazem passar por idealistas e terroristas fazem de conta que são justiceiros.
E a maioria da população faz de conta que está tudo bem.
Mas uma coisa é certa: não podemos fazer de conta quando nos olhamos no espelho da própria consciência.
Podemos até arranjar desculpas para explicar nosso faz de conta, mas não há como justificar.
Importante salientar, todavia, que essa representação no dia a dia, esse faz de conta, causa prejuízos para aqueles que lançam mão desse tipo de comportamento.
A pessoa que age assim termina confundindo a si mesma e caindo num vazio, pois nem ela mesma sabe quem é, de fato, e acaba em uma frustração sem fim.
Raras pessoas são realmente autênticas. Por isso elas se destacam em seus ambientes. São aquelas que não representam, apenas são o que são, sem fazer alarde disso.
São profissionais éticos e competentes, amigos leais, pais zelosos na educação dos filhos, políticos honestos, religiosos fiéis aos ensinos que ministram.
São, enfim, pessoas especiais, descomplicadas, de atitudes simples, mas coerentes e acima de tudo, fiéis consigo mesmas.
Pessoas realmente autênticas são raras, mas existem. Na maioria das vezes são pessoas felizes.
O médico Dráuzio Varella nos ensina: Se não quiser adoecer, não viva de aparências. Quem esconde a realidade, finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar ser perfeito, bonzinho etc, está acumulando toneladas de peso, uma estátua de bronze, mas com os pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.
Se é fácil enganar os outros, é impossível enganar a nós mesmos. Afinal, não é aos outros que prestaremos contas das nossas ações, e sim à nossa própria consciência.

Desconheço o autor

Conta a lenda que um velho sábio, tido como mestre da paciência, era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um homem conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu com a intenção de desafiar o mestre da paciência. O velho aceitou o desafio e o homem começou a insultá-lo. Chegou a jogar algumas pedras em sua direção, cuspiu em sua direção e gritou todos os tipos de insultos.

Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o homem se deu por vencido e retirou-se.

Impressionados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.

O mestre perguntou:

- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceitar, a quem pertence o presente?

- A quem tentou entregá-lo. Respondeu um dos discípulos.

- O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.

A sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma... a não ser que você permita!!!

Autor desconhecido

Conta uma lenda que em uma ilha longínqua vivia uma solitária deusa de sal. Ela era apaixonada pelo mar.

Passava dias, noites, horas na praia observando o balanço de suas ondas, sua beleza, seu mistério, sua magnitude. Um desejo enorme começou a apossar-se do seu coração: experimentar toda aquela beleza.

Esse desejo foi aumentando até que um dia a deusa resolveu entrar no mar. Logo que ela colocou os pés no mar, eles sumiram, derreteram-se.

Encantada com ele, ela seguiu em frente e suas pernas e coxas desapareceram.

A deusa, entretanto, seguiu adiante, sentindo partes do seu corpo derretendo-se, até ficar apenas com o rosto do lado de fora.

Uma estrela que observava tudo falou:

- Linda deusa, você vai desaparecer por completo. Daqui a pouco você não mais existirá.

A água do mar desfazia o rosto da deusa, mas ela respondeu fazendo um esforço:

- Continuarei existindo, porque agora eu sou o mar também.

Para conhecer e experimentar é preciso permitir-se, ir em frente. Quando isto acontece, a mudança se dá, mudamos.

A deusa mudou transformando-se em mar e fazendo parte dele, passou a ser o mar que ela tanto admirava da praia.

O mar por sua vez, também se transformou, porque foi salgado pela deusa. Ambos experimentaram a mudança: a deusa e o mar.


Desconheço o autor

A jornalista e filósofa Lia Diskin, no Festival Mundial da Paz, em Florianópolis (2006), nos presenteou com um caso de uma tribo na África chamada Ubuntu.

Ela contou que um antropólogo estava estudando os usos e costumes da tribo e, quando terminou seu trabalho, teve que esperar pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta pra casa. Sobrava muito tempo, mas ele não queria catequizar os membros da tribo; então, propôs uma brincadeira para as crianças, que achou ser inofensiva.

Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou tudo num cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de uma árvore. Aí ele chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse "já!", elas deveriam sair correndo até o cesto, e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro.

As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse "já!", instantaneamente todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces entre si e a comerem felizes.

O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces.

Elas simplesmente responderam: "Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?"

Ele ficou desconcertado! Meses e meses trabalhando nisso, estudando a tribo, e ainda não havia compreendido, de verdade, a essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo?

Ubuntu significa: "Sou quem sou, porque somos todos nós!"

Atente para o detalhe: porque SOMOS, não porque temos...

Desconheço o autor

Era uma vez, um lindo aquário, enorme, onde havia muitos peixes de vários tipos e tamanhos.

Na parte de cima do aquário estavam os peixes maiores, pois quando a comida caía na água eram os primeiros a comer. Então os peixes de cima estavam sempre satisfeitos, nunca lhes faltava comida.

Na parte intermediária estavam os peixes de porte médio, havia para eles muita comida ainda, que os grandes peixes da parte de cima não comiam, mas não tinha tanta comida assim para que pudessem ficar grandes.

Na parte de baixo estavam os pequenos peixes. A comida que eles tinham para comer mal dava para deixá-los vivos, pois era a sobra dos peixes de cima.

No meio desse ambiente nasceu um pequeno peixe. Ele não se conformava com aquela situação, e começou a nadar pelo aquário, foi quando encontrou um pequeno buraco e ficou pensando onde aquele buraco iria levá-lo. Tinha uma grande esperança de mudar aquele quadro onde nasceu. O pequeno peixe então resolveu passar pelo buraco e ver onde ia parar.

Encontrou um fio de água que o levou para um ralo, do ralo caiu em um encanamento, e foi parar em um rio. Observou aquele lugar e viu que era maravilhoso, não faltava comida, tinha espaço suficiente para nadar e ir onde quisesse. Mas o pequeno peixe pensou em seus amigos do aquário e resolveu voltar para falar a respeito do lugar maravilhoso que encontrou.

Voltou ao aquário e começou a falar com todos sobre o lugar maravilhoso que havia encontrado. Todos os peixes ficaram curiosos e questionaram o que deveriam fazer para chegar a esse local. Foi quando o peixinho falou:

Os peixes grandes da parte de cima, deverão mudar de lugar, terão que vir para a parte de baixo, para perder peso e assim poder passar pelo pequeno buraco. Os peixes da região intermediária, deverão se alimentar menos, para perder um pouco de peso também. E os peixes de baixo, deverão se alimentar um pouco mais para obter forças para seguir viagem.

A confusão dentro do aquário começou, muita discussão, muita discórdia, e começaram a se revoltar contra o pequeno peixe. Depois de muita briga os peixes tomaram uma decisão, resolveram matar o peixinho que havia causado tanto transtorno àquele lugar.

Conclusão: Quantos de nós não" matamos" todos os dias as ideias, os conselhos, as opiniões, apenas porque não queremos mudar a forma com que estamos acostumados a viver e a agir? Até quando nossas resistências irão nos impedir de conhecer as coisas maravilhosas que estão apenas à espera de um pouco de humildade? Pense no quanto você tem sido resistente com a sua vida...

Autor desconhecido

Outro dia, vi uma formiga que carregava uma enorme folha. A formiga era pequena e a folha devia ter, no mínimo, dez vezes o tamanho dela. A formiga a carregava com sacrifício. Ora a arrastava, ora a tinha sobre a cabeça. Quando o vento batia, a folha tombava, fazendo cair também a formiga.
Foram muitos os tropeços, mas nem por isso a formiga desanimou de sua tarefa. Eu a observei e acompanhei, até que chegou próximo de um buraco, que devia ser a porta de sua casa.
Foi quando pensei: “Até que enfim ela terminou seu empreendimento”. Ilusão minha. Na verdade, havia apenas terminado uma etapa. A folha era muito maior do que a boca do buraco, o que fez com que a formiga a deixasse do lado de fora para, então, entrar sozinha.
Foi aí que disse a mim mesmo: “Coitada, tanto sacrifício para nada.” Lembrei-me ainda do ditado popular: “Nadou, nadou e morreu na praia.”
Mas a pequena formiga me surpreendeu. Do buraco saíram outras formigas, que começaram a cortar a folha em pequenos pedaços.
Elas pareciam alegres na tarefa. Em pouco tempo, a grande folha havia desaparecido, dando lugar a pequenos pedaços e eles estavam todos dentro do buraco.
Imediatamente me peguei pensando em minhas experiências. Quantas vezes desanimei diante do tamanho das
tarefas ou dificuldades?
Talvez, se a formiga tivesse olhado para o tamanho da folha, nem mesmo teria começado a carregá-la.
Invejei a persistência, a força daquela formiguinha. Naturalmente, transformei minha reflexão em oração e pedi ao Senhor: Que me desse a tenacidade daquela formiga, para “carregar” as dificuldades do dia-a-dia.
Que me desse a perseverança da formiga, para não desanimar diante das quedas.
Que eu pudesse ter a inteligência, a esperteza dela, para dividir em pedaços o fardo que, às vezes, se apresenta grande demais.
Que eu tivesse a humildade para partilhar com os outros o êxito da chegada, mesmo que o trajeto tivesse sido solitário.
Pedi ao Senhor a graça de, como aquela formiga, não desistir da caminhada, mesmo quando os ventos contrários me fazem virar de cabeça para baixo, mesmo quando, pelo tamanho da carga, não consigo ver com nitidez o caminho a percorrer.
A alegria dos filhotes que, provavelmente, esperavam lá dentro pelo alimento, fez aquela formiga esquecer e superar todas as adversidades da estrada.
Após meu encontro com aquela formiga, saí mais fortalecido em minha caminhada. Agradeci ao Senhor por ter colocado aquela formiga em meu caminho ou por me ter feito passar pelo caminho dela.
Sonhos não morrem, apenas adormecem na alma da gente.

Ninon Rose Hawryliszyn e Silva

Armazenar rancores; dissabores; desilusões; decepções; tristezas; raiva e dores, é tornar-se um corpo e mente fértil para gerar o pior ácido que alguém pode ter em seu interior, um ácido que corroí nossas entranhas; nossos sentimentos mais profundos; nossa esperança e nossos sonhos. Um ácido terrível que faz muita gente envelhecer diante do espelho e adoecer de maneira gradual. Um ácido que tira o brilho destinado aos nossos olhos e nos deixa sem opção de encontrar uma cura, mas ela existe.
Este ácido chama-se: não saber perdoar. Mais que uma questão humana ou espiritual, o perdão é uma questão de inteligência, pois quem sofre com ele não é a pessoa que você não quer perdoar, é Você. É somente em Você que este ácido vai atuar tirando o sossego de sua alma e de seu coração. A pessoa que você não perdoa, certamente não está nem ai com você.
O Perdão é uma maneira de não nos afastarmos das coisas boas que geramos em nosso corpo, nossa mente e nosso espírito, quem não perdoa mais que estar promovendo para si um verdadeiro tratamento de choque, está sendo vitima de burrice. Perdoar é ser inteligente, pois a pessoa está evitando ter ao seu lado um sentimento singular com raízes apenas nela mesma, capaz de causar um sofrimento invisível aos olhos, mas real ao seu coração.
- O que você ganha para sua vida por não perdoar uma determina pessoa ?
Não arraste correntes e bolas de ferro pela sua existência, é assim que vivem as pessoas que não sabem perdoar. O Perdão libera os sentimentos rasteiros de seu coração e de sua mente, permitindo-lhe ser exatamente como deveria ser, uma pessoa livre, sábia e pronta para ser feliz.
- Entre a infelicidade que a falta de perdão gera em você e a felicidade que o perdão pode gerar em você, qual você escolhe ?


Desconheço o autor

“Todas as nossas misérias e sofrimentos não são nada mais do que apego. Toda a nossa ignorância e escuridão é uma estranha combinação de mil e um apegos. Nós estamos apegados a coisas que serão levadas no momento da morte, ou mesmo, talvez, antes. Você pode estar muito apegado a dinheiro, mas você pode ir à bancarrota amanhã. Você pode estar muito apegado a seu poder e posição, mas eles são como bolhas de sabão. Hoje eles estão aqui; amanhã eles não deixarão nem um traço. (…)
Todas as nossas posições, todos os nossos poderes, nosso dinheiro, nosso prestígio, respeitabilidade são todos bolhas de sabão. Não fique apegado a bolhas de sabão; senão, você estará em contínua miséria e agonia. Essas bolhas de sabão não se importam por você estar apegado a elas. Elas continuam estourando e desaparecendo no ar e deixando-o para trás com o coração ferido, com um fracasso, com uma profunda destruição de seu ego. Elas o deixam triste, amargo, irritado, frustrado. Elas transformam sua vida num inferno.
Compreender que a vida é feita da mesma matéria que os sonhos é a essência do caminho. Desapegue-se: viva no mundo, mas não seja do mundo. Viva no mundo, mas não permita que o mundo viva dentro de você. Lembre-se que ele é um belo sonho, porque tudo está mudando e desaparecendo.
Não se agarre a nada. Agarrar-se é a causa de sermos inconscientes.
Se você começar a se desprender, uma tremenda liberação de energia acontecerá dentro de você. A energia que estava envolvida no apego às coisas trará um novo amanhecer ao seu ser, uma nova luz, uma nova compreensão, um tremendo descarregar – nenhuma possibilidade para a miséria, a agonia, a angustia.
Ao contrário, quando todas essas coisas desaparecem, você se encontra sereno, calmo e tranqüilo, numa alegria sutil. Haverá um riso no seu ser. (…)
Se você se tornar desapegado, você será capaz de ver como as pessoas estão apegadas a coisas triviais, e quanto elas estão sofrendo por isso. E você rirá de si mesmo, porque você também estava no mesmo barco antes. O desapego é certamente a essência do caminho.”

Desconheço o autor

Quantas vezes bloqueamos a espontaneidade das crianças, esquecendo-nos do quanto isso nos machucou na nossa infância?
Quantas vezes exigimos mais maturidade dos adolescentes sem lembrarmos do que sofremos quando nos exigiram isso?
Quantas vezes nos queixamos dos colegas de trabalho e não nos perguntamos se eles também têm queixas sobre nós?
Quantas vezes nos irritamos com os outros nas ruas sem perceber que nossa irritação também causa mal a eles?
Quantas vezes queremos implantar paz na família expressando-nos aos berros?
Quantas vezes esperamos dos nossos parceiros o que não estamos dispostos a dar-lhes?
Quantas vezes esperamos dos nossos filhos o que não demos aos nossos pais?
Quantas vezes esperamos dos nossos pais o que não demos aos nossos filhos?
Quantas vezes somos impacientes com idosos esquecendo que a velhice pode chegar para todos?
Quantas vezes repelimos animais e nos comportamos como seres irracionais?
Quantas vezes pedimos aos amigos coisas que não gostaríamos que eles nos pedissem?
Passamos a maior parte da vida deixando a vida passar sem senti-la no coração, fingindo que sabemos que nela está Deus esperando por nossa compreensão.
Qual será o final disso?

Silvia Schmidt

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